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Olimpíada das Guardas Municipais valoriza a prática esportiva e abre competições
Mogi das Cruzes recebeu no domingo (07/04) o primeiro dia de competições das 10ª Olimpíadas das Guardas Civis Municipais do Estado de São Paulo, com as disputas de tênis de mesa e futebol. A cerimônia de abertura aconteceu pela manhã, no Ginásio Municipal de Esportes Professor Hugo Ramos, com a presença do prefeito Marcus Melo, do secretário estadual de Esportes, Aildo Rodrigues.
“O esporte fortalece os vínculos entre as pessoas, permite a melhoria da saúde e fortalece os laços que nos unem. Esta Olimpíada tem um significado muito importante para a nossa cidade por estas características. É também um momento de integração entre as Guardas Municipais de várias regiões do estado de São Paulo”, destacou Marcus Melo.
O prefeito lembrou ainda que Mogi das Cruzes vem investindo no fortalecimento do trabalho da Guarda Municipal, com a ampliação do efetivo, a entrega de 27 novas viaturas e a criação de novos serviços, como a Patrulha Maria da Penha, a Ronda Escolar e a Patrulha Rural. Em março, 40 novos guardas municipais terminaram o treinamento e passaram a atuar nas ruas e, ainda neste ano, existe a previsão para a contratação de mais 40 guardas.
“Temos o objetivo de fortalecer o trabalho da Guarda Municipal e oferecer mais segurança à nossa cidade. Este é um trabalho contínuo que é feito para que nossos guardas possam proteger as pessoas e para que tenhamos uma sociedade mais justa e segura”, disse.
O secretário estadual de Esportes, Aildo Rodrigues, destacou a importância da prática esportiva para o dia a dia das pessoas e elogiou a iniciativa das 10ª Olimpíadas das Guardas Civis Municipais do Estado de São Paulo. “Sabemos da importância que o esporte tem na vida do cidadão e hoje vemos uma prova disso. As Guardas Municipais estão de parabéns por este evento, que tem todo o nosso apoio”, afirmou.
O evento teve o acendimento da pira olímpica feito pela comandante da Guarda Municipal de Mogi das Cruzes, Thais Nascimento. Antes, a tocha foi conduzida pelo secretário municipal de Esporte e Lazer de Mogi das Cruzes, Nilo Guimarães, pelo secretário estadual Aildo Rodrigues e pelo guarda municipal Lenivaldo Castro. A Banda da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo e a banda do Cempre Professor José Limongi Sobrinho também estiveram presentes.
A cerimônia de abertura também contou com a participação da presidente do Fundo Social de Mogi das Cruzes, Karin Melo, do vice-prefeito Juliano Abe, do deputado federal Marco Bertaiolli, dos deputados estaduais Estevam Galvão e Jorge Wilson, dos vereadores Cláudio Miyake, Marcos Furlan, Pedro Komura, Jean Lopes e Rodrigo Romão, além de secretários municipais, comandantes de Guardas Municipais e autoridades.
Ao todo, 28 cidades participam das 10ª Olimpíadas das Guardas Civis Municipais. A cidade será a sede de cinco modalidades, que serão realizadas em três finais de semanas consecutivos.
Competições
Ainda no domingo (07/04), aconteceram as primeiras competições das 10ª Olimpíadas das Guardas Civis Municipais do Estado de São Paulo. No tênis de mesa masculino, o título ficou com Fábio Montaghini, de Santo André. Everton de Deus, de Jacareí, foi o segundo colocado e Antônio Marcos, de São Paulo, terceiro. Já no feminino, Patrícia Dias, de Jacareí, foi a primeira colocada, seguida por Ubiraneide Rodrigues Machado, de São Paulo, e Eliane Amorim, de Itaquaquecetuba.
No futebol masculino, a equipe campeã foi São José dos Campos, com São Bernardo do Campo em segundo e São Caetano do Sul em terceiro. Já no feminino, São Bernardo do Campo foi a vencedora, com Sumaré na segunda colocação e Mogi das Cruzes em terceiro lugar.
A programação de competições continua neste domingo, dia 14 de abril, a partir das 8 horas, com os jogos de basquete. A disputa acontecerá no Ginásio Municipal de Esportes Professor Hugo Ramos, no Mogilar. (Luiz Maritan)
Fonte: http://www.mogidascruzes.sp.gov.br/noticia/olimpiada-das-guardas-municipais-valoriza-a-pratica-esportiva-e-abre-competicoes
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ALERTA GERAL DO COMANDANTE NAVAL SOBRE CONVÊNIO DA PM DE SÃO PAULO X GCM SP
#AvisoaosNavegantes
Este convênio é um cavalo de tróia, precisamos acompanhar e lutar contra qualquer intervenção da PM em nossas Guardas Municipais.
Comandante Naval
Após a leitura das minutas do convênio e do plano de trabalho, identifiquei alguns pontos que podem ser questionados juridicamente, embora nem todos sejam necessariamente inconstitucionais. Alguns parecem contrariar a Constituição, o Estatuto Geral das Guardas Municipais e a interpretação consolidada pelo STF na ADPF 995.
1. Possível inconstitucionalidade na criação de “ocorrências exclusivas da PMESP”O ponto mais sensível está na cláusula que afirma:”Excetuadas as competências privativas e compartilhadas acima descritas, todas as demais ocorrências e naturezas de atendimento permanecem sob responsabilidade exclusiva da PMESP.”
E no Plano de Trabalho:
“Ocorrências Exclusivas da PMESP: todas as demais ocorrências de natureza policial…” �
Problema jurídico:
O STF, ao julgar a ADPF 995, reconheceu as Guardas Municipais como integrantes do Sistema de Segurança Pública do art. 144 da Constituição e afirmou que elas exercem atividade policial. O STF também afastou a interpretação de que exista monopólio estadual da atividade de policiamento ostensivo municipal. Além disso, não existe na Constituição dispositivo que atribua à Polícia Militar exclusividade geral no atendimento de ocorrências.
A Constituição atribui à PM a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, mas não estabelece exclusividade absoluta sobre todas as ocorrências policiais. Portanto, um convênio não pode criar uma reserva de mercado institucional que a Constituição não criou.
Risco
Esse trecho pode ser interpretado como tentativa de restringir competências já reconhecidas à GCM pela Constituição, pela Lei 13.022/2014 e pela jurisprudência do STF.
2. Possível extrapolação ao definir competências “privativas” da GCM e “exclusivas” da PMESP por convênio. O convênio lista quais ocorrências seriam privativas da GCM, compartilhadas ou exclusivas da PMESP.
Problema:
Competência constitucional não é matéria que possa ser livremente redefinida por convênio administrativo. A repartição constitucional de competências decorre da Constituição e da lei, não de ajuste administrativo entre órgãos. Um convênio pode disciplinar fluxos operacionais. Já definir que determinada natureza de ocorrência pertence exclusivamente a um órgão pode extrapolar sua finalidade jurídica.
3. Concentração obrigatória das ocorrências no COPOM
O plano prevê:
“As chamadas de emergência serão recebidas exclusivamente pelo telefone 190…”
“A Polícia Militar realizará o atendimento de todas as solicitações feitas pelo telefone 190…” �
Possível questionamento:
Não há problema em o 190 continuar sendo administrado pela PMESP. Entretanto, a redação pode gerar interpretação de subordinação operacional da GCM à triagem do COPOM. A GCM possui autonomia administrativa e operacional própria.
Se na prática o sistema impedir que a GCM receba diretamente demandas relacionadas às suas atribuições legais, poderá surgir discussão sobre violação da autonomia municipal prevista nos arts. 18 e 30 da Constituição.
4. Critério “se houver infração penal a PM assume o caso”
O plano estabelece:
“Se houver infração penal, a PMESP assume o caso; se for apenas administrativa, a GCM conclui o atendimento.”
Problema:
Esse dispositivo parece incompatível com a jurisprudência atual. Hoje é pacífico que Guardas Municipais podem:
realizar patrulhamento preventivo;
efetuar prisão em flagrante;
conduzir autores à autoridade policial;
apreender objetos relacionados ao crime.
Logo, o simples surgimento de infração penal não extingue automaticamente a competência de atuação da GCM. Esse é um dos pontos mais vulneráveis juridicamente.
5. Aspecto positivo: reconhecimento formal de competências compartilhada.
Por outro lado, o convênio traz um reconhecimento relevante:
“Compete de forma compartilhada à GCM . Esse trecho enfraquece a tese histórica de que a PM teria exclusividade no atendimento de ocorrências. O próprio documento admite oficialmente a existência de competências compartilhadas. Esse reconhecimento pode ser utilizado como argumento favorável à GCM em debates institucionais.
6. Aspecto positivo: integração sem subordinação hierárquica.
Conclusão:
Os trechos mais vulneráveis juridicamente são:
A criação de uma categoria genérica de “ocorrências exclusivas da PMESP”. A tentativa de definir competências constitucionais por convênio administrativo.
A regra segundo a qual qualquer infração penal faria a PM assumir a ocorrência, reduzindo a atuação da GCM.
A centralização absoluta do fluxo de emergências no COPOM, se aplicada de forma a limitar a autonomia operacional da GCM.
O restante do convênio — integração tecnológica, compartilhamento de imagens, acesso ao SIOPM, participação da GCM no RIESP, assentos no COPOM e operações conjuntas — parece juridicamente defensável e compatível com a lógica de cooperação federativa prevista pela Constituição.
Comandante Naval
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COMANDANTE NAVAL CONSIDERA RENAN SANTOS UM FENÔMENO NA POLÍTICA DO BRASIL
#AvisoaosNavegantes
O Pré candidato a Presidente da Republica pelo partido político Missão, Renan Santos é um ativista, empresário e político brasileiro. É um jovem ousado e corajoso, o tipo de ser humano que estava faltando para encarar de verdade os problemas que o nosso Brasil atravessa. Peço a todos os Brasileiros e o mundo, prestem atenção no próximo presidente do nosso país.
Ainda digo com certeza que, o Renan Santos antes das convenções partidárias atinge 15%, ele vai para o segundo turno e ganha esta eleição.
Naval
Renan Santos é conhecido principalmente como um dos fundadores e coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e, Presidente do Partido Missão, do qual sou pré candidato à deputado federal pelo estado de São Paulo. Ele ganhou notoriedade nacional durante os protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e é uma figura central do liberalismo e da direita conservadora/liberal no cenário político.
Sua atuação e história envolvem algumas frentes principais:
- Ativismo no MBL: Ao lado de nomes como Kim Kataguiri e outros, Renan ajudou a criar o MBL, um movimento que teve papel fundamental na mobilização de rua contra o PT e na articulação de pautas liberais na economia e conservadoras nos costumes. Mobilização muito parecida com a Marcha Azul Marinho (apesar de menor) que aprovou a lei federal 13022/14, o estatuto Geral das Guardas Municipais, por isso Renan me chamou tanto a atenção.
- Posicionamento Ideológico: Suas críticas são frequentemente direcionadas tanto ao governo de Lula (a quem classifica como populista) quanto ao bolsonarismo, o que o coloca em uma posição de tentar disputar o eleitor de centro-direita e antipetista.
- Pré-candidatura Presidencial: Ele lançou seu nome como alternativa à polarização nacional, focando combate ao crime organizado, além de pautas regionais, corte de gastos, desburocratização e redução das leis trabalhistas (CLT).
Equipe Naval
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