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FALTA INFORMAÇÃO AOS POLÍTICOS, À MÍDIA E AO POVO BRASILEIRO SOBRE GUARDA MUNICIPAL

Dia 03/07/2016 – 23:14hs

AVISO AOS NAVEGANTES

Segue abaixo o que realmente eu previa que cedo ou tarde iria acontecer, este choque atual de desinformações é o que precisava ocorrer para de uma vez por todas desmistificar o que significa GUARDA MUNICIPAL.

Por Naval


O mês de junho de 2016 ficará marcado na história com as informações de mortes ocorridas na cidade de São Paulo, estou falando do ocorrido nas noticias policiais sobre os fatos divulgando os incidentes com menores envolvendo as forças policiais, Policia Militar e Guardas Municipais.

Como existem vários “especialistas” em Segurança Pública falando e externando seus pareceres, vou me apegar tão somente na tese que há anos venho defendendo junto à categoria Guardas Municipais e toda a sociedade brasileira, que é justamente convencer a necessidade de mudar o paradigma, uma cultura onde as pessoas não conhecem as Guardas Municipais como instrumento de controle da violência neste país não conhece as Guardas Municipais como policias. Daí as opiniões se dividem, principalmente junto à mídia grossa. De um lado temos os contrários e do outro lado os favoráveis.

Em minha tese sempre pautei prioritariamente o controle da violência porque sofro muito com os assassinatos de meus três filhos, e diante desta defesa, obrigatoriamente tive que apresentar um novo modelo de Policia à sociedade brasileira, denunciando que o atual sistema de segurança pública no Brasil está completamente falido. Como não tinha opção e nem apoio para apresentar as guardas municipais como esta nova policia, resolvi participar de milhares de eventos de segurança pública, o que apenas me deu conhecimento de causa somado aos mais de 30 anos de serviço na Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, Capital, depois, criei o maior portal de guardas municipais do mundo, http://www.guardasmunicipais.com.br/ que se tornou o primeiro e mais antigo veículo de informação na internet, tratando do assunto Guardas Municipal, um grande banco de dados. Em seguida, percebendo que ainda não fora suficiente para atingir o nosso objetivo, de levar a informação, fundamos então a ONG SOS Segurança dá Vida e em seguida criei a Marcha Azul Marinho que passou a ser a melhor arma de comunicação em massa para informar as pessoas os verdadeiros trabalhos exercidos pelas Guardas Municipais em todo o país.

Nas cidades onde o evento acontece, muitas vezes, atingimos o povo e principalmente a mídia local, mas na capital paulista há muitos anos os integrantes da Guarda Civil Metropolitana não se interessavam por eventos e muito menos pela Marcha Azul Marinho, acreditavam que o povo paulista já sabia e conhecia o nosso papel junto à segurança pública, após os 30 anos de sua fundação e o advento da lei 13022/14 que esclarece de forma legal que Guarda Municipal é a Policia Municipal Preventiva. Puro engano, as pessoas ainda não conhecem nada sobre o assunto Guarda Municipal.

Em relação aos fatos que tem atingido em cheio a autoestima da instituição Guarda Civil Metropolitana de São Paulo é um choque necessário para adiantar este processo de esclarecimentos à sociedade brasileira sobre o real papel e a necessidade da inclusão urgente das Guardas Municipais na segurança pública, não culpo somente as informações e opiniões desencontradas, de várias pessoas, setores, seguimentos e inclusive da mídia desinformada, a culpa é nossa de não ter ainda alcançado a grande massa e explicado o quanto somos importantes para a sociedade paulistana no controle do desenfreado crescimento da violência.

Há anos venho repetindo, além de trabalharmos muito, ainda temos o dever também de explicar e ensinar à população o que é Guarda Municipal na segurança pública, não me ouviram, não se importaram, agora estamos pagando o preço.

Agora só tenho a dizer, necessitamos urgentemente de recuperar o tempo perdido e trabalhar triplicado. A fase ruim vai passar, a instituição Guarda Civil Metropolitana conta com homens e mulheres, pais de famílias comprometidos com o bem-estar das famílias, honram o trabalho que prestam a sociedade geral, cientes que boa parte do povo já não suporta mais tanta violência e acompanham de perto que o poder público não está tendo a capacidade de controlar a nossa juventude que se envolve no crime, que a cada dia que passa se perdem no mundo das drogas sem perspectivas de esperança de vida segura.

Como Guarda Civil Metropolitano de São Paulo, ratifico o que venho falando para todo o Brasil, as Guardas Municipais são as únicas instituições concretas capazes de frear o crescimento da violência neste país, é uma Policia local, comunitária e preventiva que o povo precisa conhecer melhor, investir e acreditar, exigindo nestas eleições de 2016, que vereadores e prefeitos assumem e estruturem as Guardas Municipais em defesa das pessoas.

Finalizando, o que a administração pública precisa entender é que o povo está morrendo, que o povo não consegue mais sobreviver com tanta violência e em vez de fugir da responsabilidade de promover segurança pública, precisa se conscientizar que a sociedade atual muito mais exigente clama e anseia por segurança pública de verdade, sendo assim, após tantos investimentos nas policias estadual, resta aplicar agora nas Guardas Municipais, esta é a vontade do povo, onde as estatísticas revelam a diminuição do crime nas cidades que acreditam neste novo modelo de POLICIA MUNICIPAL.

Foto: Criança sob nossa guarda NET

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ALERTA GERAL DO COMANDANTE NAVAL SOBRE CONVÊNIO DA PM DE SÃO PAULO X GCM SP

#AvisoaosNavegantes

Este convênio é um cavalo de tróia, precisamos acompanhar e lutar contra qualquer intervenção da PM em nossas Guardas Municipais.

Comandante Naval

Após a leitura das minutas do convênio e do plano de trabalho, identifiquei alguns pontos que podem ser questionados juridicamente, embora nem todos sejam necessariamente inconstitucionais. Alguns parecem contrariar a Constituição, o Estatuto Geral das Guardas Municipais e a interpretação consolidada pelo STF na ADPF 995.

1. Possível inconstitucionalidade na criação de “ocorrências exclusivas da PMESP”O ponto mais sensível está na cláusula que afirma:”Excetuadas as competências privativas e compartilhadas acima descritas, todas as demais ocorrências e naturezas de atendimento permanecem sob responsabilidade exclusiva da PMESP.” 

E no Plano de Trabalho:

“Ocorrências Exclusivas da PMESP: todas as demais ocorrências de natureza policial…” �

Problema jurídico:

O STF, ao julgar a ADPF 995, reconheceu as Guardas Municipais como integrantes do Sistema de Segurança Pública do art. 144 da Constituição e afirmou que elas exercem atividade policial. O STF também afastou a interpretação de que exista monopólio estadual da atividade de policiamento ostensivo municipal. Além disso, não existe na Constituição dispositivo que atribua à Polícia Militar exclusividade geral no atendimento de ocorrências.

A Constituição atribui à PM a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, mas não estabelece exclusividade absoluta sobre todas as ocorrências policiais. Portanto, um convênio não pode criar uma reserva de mercado institucional que a Constituição não criou.

Risco

Esse trecho pode ser interpretado como tentativa de restringir competências já reconhecidas à GCM pela Constituição, pela Lei 13.022/2014 e pela jurisprudência do STF.

2. Possível extrapolação ao definir competências “privativas” da GCM e “exclusivas” da PMESP por convênio. O convênio lista quais ocorrências seriam privativas da GCM, compartilhadas ou exclusivas da PMESP. 

Problema:

Competência constitucional não é matéria que possa ser livremente redefinida por convênio administrativo. A repartição constitucional de competências decorre da Constituição e da lei, não de ajuste administrativo entre órgãos. Um convênio pode disciplinar fluxos operacionais. Já definir que determinada natureza de ocorrência pertence exclusivamente a um órgão pode extrapolar sua finalidade jurídica.

3. Concentração obrigatória das ocorrências no COPOM

O plano prevê:

“As chamadas de emergência serão recebidas exclusivamente pelo telefone 190…”

“A Polícia Militar realizará o atendimento de todas as solicitações feitas pelo telefone 190…” �

Possível questionamento:

Não há problema em o 190 continuar sendo administrado pela PMESP. Entretanto, a redação pode gerar interpretação de subordinação operacional da GCM à triagem do COPOM. A GCM possui autonomia administrativa e operacional própria.

Se na prática o sistema impedir que a GCM receba diretamente demandas relacionadas às suas atribuições legais, poderá surgir discussão sobre violação da autonomia municipal prevista nos arts. 18 e 30 da Constituição.

4. Critério “se houver infração penal a PM assume o caso”

O plano estabelece:

“Se houver infração penal, a PMESP assume o caso; se for apenas administrativa, a GCM conclui o atendimento.” 

Problema:

Esse dispositivo parece incompatível com a jurisprudência atual. Hoje é pacífico que Guardas Municipais podem:

realizar patrulhamento preventivo;

efetuar prisão em flagrante;

conduzir autores à autoridade policial;

apreender objetos relacionados ao crime.

Logo, o simples surgimento de infração penal não extingue automaticamente a competência de atuação da GCM. Esse é um dos pontos mais vulneráveis juridicamente.

5. Aspecto positivo: reconhecimento formal de competências compartilhada.

Por outro lado, o convênio traz um reconhecimento relevante:

“Compete de forma compartilhada à GCM . Esse trecho enfraquece a tese histórica de que a PM teria exclusividade no atendimento de ocorrências. O próprio documento admite oficialmente a existência de competências compartilhadas. Esse reconhecimento pode ser utilizado como argumento favorável à GCM em debates institucionais.

6. Aspecto positivo: integração sem subordinação hierárquica.

Conclusão:

Os trechos mais vulneráveis juridicamente são:

A criação de uma categoria genérica de “ocorrências exclusivas da PMESP”.  A tentativa de definir competências constitucionais por convênio administrativo. 

A regra segundo a qual qualquer infração penal faria a PM assumir a ocorrência, reduzindo a atuação da GCM. 

A centralização absoluta do fluxo de emergências no COPOM, se aplicada de forma a limitar a autonomia operacional da GCM. 

O restante do convênio — integração tecnológica, compartilhamento de imagens, acesso ao SIOPM, participação da GCM no RIESP, assentos no COPOM e operações conjuntas — parece juridicamente defensável e compatível com a lógica de cooperação federativa prevista pela Constituição.

Comandante Naval

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COMANDANTE NAVAL CONSIDERA RENAN SANTOS UM FENÔMENO NA POLÍTICA DO BRASIL

#AvisoaosNavegantes

O Pré candidato a Presidente da Republica pelo partido político Missão, Renan Santos é um ativista, empresário e político brasileiro. É um jovem ousado e corajoso, o tipo de ser humano que estava faltando para encarar de verdade os problemas que o nosso Brasil atravessa. Peço a todos os Brasileiros e o mundo, prestem atenção no próximo presidente do nosso país.

Ainda digo com certeza que, o Renan Santos antes das convenções partidárias atinge 15%, ele vai para o segundo turno e ganha esta eleição.

Naval

Renan Santos é conhecido principalmente como um dos fundadores e coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e, Presidente do Partido Missão, do qual sou pré candidato à deputado federal pelo estado de São Paulo. Ele ganhou notoriedade nacional durante os protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e é uma figura central do liberalismo e da direita conservadora/liberal no cenário político.

Sua atuação e história envolvem algumas frentes principais:

  • Ativismo no MBL: Ao lado de nomes como Kim Kataguiri e outros, Renan ajudou a criar o MBL, um movimento que teve papel fundamental na mobilização de rua contra o PT e na articulação de pautas liberais na economia e conservadoras nos costumes. Mobilização muito parecida com a Marcha Azul Marinho (apesar de menor) que aprovou a lei federal 13022/14, o estatuto Geral das Guardas Municipais, por isso Renan me chamou tanto a atenção.
  • Posicionamento Ideológico: Suas críticas são frequentemente direcionadas tanto ao governo de Lula (a quem classifica como populista) quanto ao bolsonarismo, o que o coloca em uma posição de tentar disputar o eleitor de centro-direita e antipetista.
  • Pré-candidatura Presidencial: Ele lançou seu nome como alternativa à polarização nacional, focando combate ao crime organizado, além de pautas regionais, corte de gastos, desburocratização e redução das leis trabalhistas (CLT).

Equipe Naval

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