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Senador resume sabiamente a importância das Guardas Municipais
#Avisoaosnavegantes
O XIV Seminário Nacional de Guardas Municipais e Segurança Pública que ocorreu no Congresso Nacional no dia 13/07/22, em Brasília chamou a atenção pelo grande número de importantes Parlamentares, entre eles, o Senador da República federativa do Brasil, Confucio Moura que é o Padrinho das Guardas Municipais, título recebido pela ONG SOS Segurança Dá Vida desde 2019.
Atente para as palavras do Senador quando ele fala da importância das Guardas Municipais na Segurança Pública Municipal.
#naval
Em Seminário, Confúcio Moura fala da importância das guardas municipais para a segurança pública
Em discurso, o parlamentar afirma que o Brasil precisa do trabalho coletivo para sair dessa fase difícil que está passando na segurança pública e que as guardas municipais estão inseridas no cotidiano das pessoas e dos municípios brasileiros.
Durante a abertura do 14º Seminário Nacional de Guardas Municipais e Segurança Pública realizado por sugestão da ONG SOS Segurança Dá Vida, promovida pela Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados, nessa quarta-feira (13), no auditório Nereu Ramos, em Brasília, com a participação de parlamentares, representantes das guardas municipais e de órgãos de segurança pública, o senador Confúcio Moura defendeu a existência das Guardas Municipais e afirmou que elas promovem a segurança pública na cidade por meio da proximidade, da segurança preventiva e do respeito ao cidadão.
O senador lembrou que sua a relação com a guarda municipal iniciou no período em que foi prefeito de Ariquemes (RO) e buscou inspiração na Guarda Municipal na cidade mineira de Juiz de Fora, para implantar na cidade polo do Vale do Jamari. As dúvidas estavam relacionadas às questões legais e orçamentárias. Resolvidos os entraves, a guarda municipal em Ariquemes foi a primeira e a única implantada até hoje no estado de Rondônia.
Confúcio Moura disse que tem um profundo respeito e admiração pelo papel da Guarda Municipal. Segundo ele, é a guarda da proximidade. “A Guarda Municipal está perto do cidadão, está na praça, na porta da escola, no fórum, enfim, em todos os logradouros da cidade, e nas cidades médias e pequenas todo mundo conhece o guarda pelo nome. Sabe quem é a mãe. Sabe quem é a esposa. Sabe quem são os filhos. Então o guarda é querida por todos. É aquela pessoa que todo mundo quer bem, que respeita, às vezes nem usa arma, mas tem o respeito natural das pessoas”, enfatizou o senador.

Na época em que foi prefeito, Confúcio Moura disse que entendia a guarda Municipal como um mobilizador social. “Era aquele guarda que preocupava com a vida de sua comunidade, que interessava até pelo desemprego dos seus membros. Então, nós preparamos nossos guardas daquela época para orientar até na elaboração de projeto econômico que, se fosse necessário, ele pudesse ajudar as pessoas até nisso”, disse.
A vice-presidente da ONG SOS Segurança Dá Vida, Rosilene Brito, explicou que este ano o movimento está trabalhando baseado no Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS 16, da ONU, que tem como objetivo discutir a consolidação das guardas municipais na qualidade de órgãos de segurança pública, com o olhar voltado para a defesa de toda a sociedade, e as principais proposições em tramitação no Congresso Nacional que dizem respeito a essas instituições e seus integrantes.

Rosilene Brito disse que o senador Confúcio Moura quando foi prefeito de Ariquemes coordenou a guarda, e, justamente nesse período a categoria e a população local tiveram mais ganhos. “Confúcio Moura conhece a polícia comunitária. Então, ele estuda, é um mestre. Ele dizia que a polícia europeia era o modelo que queria para nós enquanto prefeito – ‘Quero uma polícia educada. Eu quero uma polícia próxima da sociedade’ – dizia, e nos deu esse perfil nas reuniões que fazia conosco. E é isso mesmo. As guardas municipais são uma polícia que trabalha com proximidade. Nós nem sabíamos o que era. E o então prefeito investiu em uniformes, investiu na estrutura predial. Foi a única vez que nós tivemos cursos de formação e qualificação”, pontuou a guarda municipal.
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ALERTA GERAL DO COMANDANTE NAVAL SOBRE CONVÊNIO DA PM DE SÃO PAULO X GCM SP
#AvisoaosNavegantes
Este convênio é um cavalo de tróia, precisamos acompanhar e lutar contra qualquer intervenção da PM em nossas Guardas Municipais.
Comandante Naval
Após a leitura das minutas do convênio e do plano de trabalho, identifiquei alguns pontos que podem ser questionados juridicamente, embora nem todos sejam necessariamente inconstitucionais. Alguns parecem contrariar a Constituição, o Estatuto Geral das Guardas Municipais e a interpretação consolidada pelo STF na ADPF 995.
1. Possível inconstitucionalidade na criação de “ocorrências exclusivas da PMESP”O ponto mais sensível está na cláusula que afirma:”Excetuadas as competências privativas e compartilhadas acima descritas, todas as demais ocorrências e naturezas de atendimento permanecem sob responsabilidade exclusiva da PMESP.”
E no Plano de Trabalho:
“Ocorrências Exclusivas da PMESP: todas as demais ocorrências de natureza policial…” �
Problema jurídico:
O STF, ao julgar a ADPF 995, reconheceu as Guardas Municipais como integrantes do Sistema de Segurança Pública do art. 144 da Constituição e afirmou que elas exercem atividade policial. O STF também afastou a interpretação de que exista monopólio estadual da atividade de policiamento ostensivo municipal. Além disso, não existe na Constituição dispositivo que atribua à Polícia Militar exclusividade geral no atendimento de ocorrências.
A Constituição atribui à PM a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, mas não estabelece exclusividade absoluta sobre todas as ocorrências policiais. Portanto, um convênio não pode criar uma reserva de mercado institucional que a Constituição não criou.
Risco
Esse trecho pode ser interpretado como tentativa de restringir competências já reconhecidas à GCM pela Constituição, pela Lei 13.022/2014 e pela jurisprudência do STF.
2. Possível extrapolação ao definir competências “privativas” da GCM e “exclusivas” da PMESP por convênio. O convênio lista quais ocorrências seriam privativas da GCM, compartilhadas ou exclusivas da PMESP.
Problema:
Competência constitucional não é matéria que possa ser livremente redefinida por convênio administrativo. A repartição constitucional de competências decorre da Constituição e da lei, não de ajuste administrativo entre órgãos. Um convênio pode disciplinar fluxos operacionais. Já definir que determinada natureza de ocorrência pertence exclusivamente a um órgão pode extrapolar sua finalidade jurídica.
3. Concentração obrigatória das ocorrências no COPOM
O plano prevê:
“As chamadas de emergência serão recebidas exclusivamente pelo telefone 190…”
“A Polícia Militar realizará o atendimento de todas as solicitações feitas pelo telefone 190…” �
Possível questionamento:
Não há problema em o 190 continuar sendo administrado pela PMESP. Entretanto, a redação pode gerar interpretação de subordinação operacional da GCM à triagem do COPOM. A GCM possui autonomia administrativa e operacional própria.
Se na prática o sistema impedir que a GCM receba diretamente demandas relacionadas às suas atribuições legais, poderá surgir discussão sobre violação da autonomia municipal prevista nos arts. 18 e 30 da Constituição.
4. Critério “se houver infração penal a PM assume o caso”
O plano estabelece:
“Se houver infração penal, a PMESP assume o caso; se for apenas administrativa, a GCM conclui o atendimento.”
Problema:
Esse dispositivo parece incompatível com a jurisprudência atual. Hoje é pacífico que Guardas Municipais podem:
realizar patrulhamento preventivo;
efetuar prisão em flagrante;
conduzir autores à autoridade policial;
apreender objetos relacionados ao crime.
Logo, o simples surgimento de infração penal não extingue automaticamente a competência de atuação da GCM. Esse é um dos pontos mais vulneráveis juridicamente.
5. Aspecto positivo: reconhecimento formal de competências compartilhada.
Por outro lado, o convênio traz um reconhecimento relevante:
“Compete de forma compartilhada à GCM . Esse trecho enfraquece a tese histórica de que a PM teria exclusividade no atendimento de ocorrências. O próprio documento admite oficialmente a existência de competências compartilhadas. Esse reconhecimento pode ser utilizado como argumento favorável à GCM em debates institucionais.
6. Aspecto positivo: integração sem subordinação hierárquica.
Conclusão:
Os trechos mais vulneráveis juridicamente são:
A criação de uma categoria genérica de “ocorrências exclusivas da PMESP”. A tentativa de definir competências constitucionais por convênio administrativo.
A regra segundo a qual qualquer infração penal faria a PM assumir a ocorrência, reduzindo a atuação da GCM.
A centralização absoluta do fluxo de emergências no COPOM, se aplicada de forma a limitar a autonomia operacional da GCM.
O restante do convênio — integração tecnológica, compartilhamento de imagens, acesso ao SIOPM, participação da GCM no RIESP, assentos no COPOM e operações conjuntas — parece juridicamente defensável e compatível com a lógica de cooperação federativa prevista pela Constituição.
Comandante Naval
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COMANDANTE NAVAL CONSIDERA RENAN SANTOS UM FENÔMENO NA POLÍTICA DO BRASIL
#AvisoaosNavegantes
O Pré candidato a Presidente da Republica pelo partido político Missão, Renan Santos é um ativista, empresário e político brasileiro. É um jovem ousado e corajoso, o tipo de ser humano que estava faltando para encarar de verdade os problemas que o nosso Brasil atravessa. Peço a todos os Brasileiros e o mundo, prestem atenção no próximo presidente do nosso país.
Ainda digo com certeza que, o Renan Santos antes das convenções partidárias atinge 15%, ele vai para o segundo turno e ganha esta eleição.
Naval
Renan Santos é conhecido principalmente como um dos fundadores e coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e, Presidente do Partido Missão, do qual sou pré candidato à deputado federal pelo estado de São Paulo. Ele ganhou notoriedade nacional durante os protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e é uma figura central do liberalismo e da direita conservadora/liberal no cenário político.
Sua atuação e história envolvem algumas frentes principais:
- Ativismo no MBL: Ao lado de nomes como Kim Kataguiri e outros, Renan ajudou a criar o MBL, um movimento que teve papel fundamental na mobilização de rua contra o PT e na articulação de pautas liberais na economia e conservadoras nos costumes. Mobilização muito parecida com a Marcha Azul Marinho (apesar de menor) que aprovou a lei federal 13022/14, o estatuto Geral das Guardas Municipais, por isso Renan me chamou tanto a atenção.
- Posicionamento Ideológico: Suas críticas são frequentemente direcionadas tanto ao governo de Lula (a quem classifica como populista) quanto ao bolsonarismo, o que o coloca em uma posição de tentar disputar o eleitor de centro-direita e antipetista.
- Pré-candidatura Presidencial: Ele lançou seu nome como alternativa à polarização nacional, focando combate ao crime organizado, além de pautas regionais, corte de gastos, desburocratização e redução das leis trabalhistas (CLT).
Equipe Naval
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