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Mogi Mirim presente na XVII MARCHA AZUL MARINHO A BRASÍLIA

#Avisoaosnavegantes

A Guarda Municipal de Mogi Mirim esteve presente em mais um grande evento em Brasília no Congresso Nacional, onde teve voz o Secretário Luiz Carlos falando da importância dos gestores serem Guardas Municipais.

#naval

Mogi Mirim ganha espaço e voz no debate da Marcha Azul Marinho, em Brasília

O secretário de segurança pública teve a oportunidade de apresentar o trabalho dos Guardas de Mogi Mirim no debate da Câmara Federal

Mogi Mirim conquistou espaço e voz no debate nacional em prol das GCMs (Guardas Civis Municipais), na XVII Marcha Azul Marinho, realizada no Congresso Nacional. em Brasília. O evento foi realizado nesta quarta-feira, dia 13.

O secretário municipal de segurança pública, Luiz Carlos Pinto foi convidado a discursar durante o Seminário Nacional das Guardas Municipais e Segurança Pública em parceria com a CLP – Comissão de Legislação Participativa -, para debater o tema: Violência requer prevenção, Guardas Municipais, Já!

 

“Não podia ter viajado 12 horas e ir embora sem vir aqui e falar para vocês que isso aqui (Marcha) é muito importante, só assim seremos reconhecidos. Como guarda de carreira há 29 anos eu vi muitas vezes a guarda da minha cidade e de outras ser massacrada por pessoas, não GCMs, que vinham para ser nossos comandantes e aí a gente não andava. Só depois que a nossa cidade fechou que quem toma conta de guarda municipal é guarda municipal, nós começamos a andar. Eu vim trazer para vocês, com muito orgulho, que há um ano e meio à frente da secretaria de segurança de Mogi Mirim, tivemos investimentos de mais de R$ 6 milhões na nossa Guarda Municipal”, discursou Luiz Carlos.

 

Na manifestação nacional em prol das GCMs, Mogi Mirim também esteve representada pelo comandante da GCM, Leandro Correa, o coordenador de Defesa, Josemar Moreira e GCMF Márcia Zerbinatti.

 

A Marcha Azul Marinho teve o objetivo de unir a categoria, reivindicar projetos e políticas públicas e apresentar ao País, informações sobre a Polícia Municipal na Segurança Pública, municipalizada, através das Guardas Civis Municipais, que realizam diariamente o policiamento preventivo local, de forma comunitária, originalmente.

A Marcha Azul Marinho é uma manifestação de cunho Social, Cultural e Científico” e promove seminários, fóruns, congressos, encontros e ou, em uma audiência pública.

No último final de semana, Mogi Mirim realizou o 1º Congresso e Encontro K9 e recebeu a participação do Guarda Civil Metropolitana de São Paulo e idealizador da Marcha Azul Marinho, presidente da ONG SOS Segurança Dá Vida, Maurício Naval, que se comprometeu a tentar dar voz aos GCMs mogimirianos.

A MARCHA

A Marcha Azul Marinho é uma mobilização nacional já se tornou uma tradição e conta com apoio da sociedade em geral, Confederações, Sindicatos, Federações, Associações, ONGs, Grêmios, Parlamentares, Empresários, Câmaras, Prefeituras, Partidos Políticos e até do Governo Federal.

Através das Marchas Azul Marinho, foi possível convencer os Parlamentares do Congresso Nacional a aprovarem a Lei Federal 13022/14, Estatuto Geral das Guardas Municipais, que regulamenta as Guardas Municipais em todo o Brasil, como as Polícias Municipais Preventivas, em defesa de toda sociedade brasileira. Também houve aprovação da nomenclatura de Polícia Municipal na CCJ, (2018) além de emendar o Piso Salarial Nacional para toda categoria, através de enquete no portal das Guardas Municipais, www.guardasmunicipais.com.br e www.policiasmunicipais.com.br .

 

A Marcha Azul Marinho nasceu após o idealizador NAVAL prestar serviços como Guarda Municipal, à frente de Escolas, Pronto Socorros, Praças, Teatros, Igrejas, Câmaras, Prefeituras e outros logradouros públicos, onde notou, o quanto é importante a presença do Poder Público, que outrora estava abandonado, e passa a contar com os serviços constantes do Servidor Guarda Municipal, tudo muda!

 

A partir daí, iniciou a tarefa de viajar por todo o Brasil, de norte a sul, palestrando e dando cursos gratuitamente, buscando convencer a sociedade, a importância deste novo modelo de Polícia, as Guardas Municipais. Posteriormente percebeu que para conquistar o povo, precisava de uma ferramenta mais potente para convencer as pessoas em massa. Então, em um encontro, realizado pela Associação de Guardas Municipais de São Paulo, entre várias lideranças, comentaram sobre um evento que abalasse Brasília e o Congresso Nacional.CLP – Comissão Legislação Participativa.

Fonte:https://mogimirim.portaldacidade.com/noticias/policial/mogi-mirim-ganha-espaco-e-voz-no-debate-da-marcha-azul-marinho-em-brasilia-5218

Maurício Naval é uma figura conhecida e admirada por sua luta pela segurança pública municipal e pela vida, é Presidente da ONG SOS Segurança Dá Vida, Líder Nacional das Guardas Municipais e da Marcha Azul Marinho em todo o Brasil, é escritor e autor de vários livros, entre eles; “Guardas Municipais – A Revolução na Segurança Pública, Guardas Municipais Marcha Azul Marinho, Inspetor de Divisão da Guarda Civil Metropolitana -SP, foi Fuzileiro Naval da Marinha do Brasil entre outras qualificações deste ilustre representante de uma categoria tão sofrida e negligenciada pelas autoridades, contudo, poucas pessoas conhecem sua trajetória e os caminhos que o trouxeram ao papel de legitimo representante das lutas pelas Guardas Municipais em todo o Brasil.

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ALERTA GERAL DO COMANDANTE NAVAL SOBRE CONVÊNIO DA PM DE SÃO PAULO X GCM SP

#AvisoaosNavegantes

Este convênio é um cavalo de tróia, precisamos acompanhar e lutar contra qualquer intervenção da PM em nossas Guardas Municipais.

Comandante Naval

Após a leitura das minutas do convênio e do plano de trabalho, identifiquei alguns pontos que podem ser questionados juridicamente, embora nem todos sejam necessariamente inconstitucionais. Alguns parecem contrariar a Constituição, o Estatuto Geral das Guardas Municipais e a interpretação consolidada pelo STF na ADPF 995.

1. Possível inconstitucionalidade na criação de “ocorrências exclusivas da PMESP”O ponto mais sensível está na cláusula que afirma:”Excetuadas as competências privativas e compartilhadas acima descritas, todas as demais ocorrências e naturezas de atendimento permanecem sob responsabilidade exclusiva da PMESP.” 

E no Plano de Trabalho:

“Ocorrências Exclusivas da PMESP: todas as demais ocorrências de natureza policial…” �

Problema jurídico:

O STF, ao julgar a ADPF 995, reconheceu as Guardas Municipais como integrantes do Sistema de Segurança Pública do art. 144 da Constituição e afirmou que elas exercem atividade policial. O STF também afastou a interpretação de que exista monopólio estadual da atividade de policiamento ostensivo municipal. Além disso, não existe na Constituição dispositivo que atribua à Polícia Militar exclusividade geral no atendimento de ocorrências.

A Constituição atribui à PM a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, mas não estabelece exclusividade absoluta sobre todas as ocorrências policiais. Portanto, um convênio não pode criar uma reserva de mercado institucional que a Constituição não criou.

Risco

Esse trecho pode ser interpretado como tentativa de restringir competências já reconhecidas à GCM pela Constituição, pela Lei 13.022/2014 e pela jurisprudência do STF.

2. Possível extrapolação ao definir competências “privativas” da GCM e “exclusivas” da PMESP por convênio. O convênio lista quais ocorrências seriam privativas da GCM, compartilhadas ou exclusivas da PMESP. 

Problema:

Competência constitucional não é matéria que possa ser livremente redefinida por convênio administrativo. A repartição constitucional de competências decorre da Constituição e da lei, não de ajuste administrativo entre órgãos. Um convênio pode disciplinar fluxos operacionais. Já definir que determinada natureza de ocorrência pertence exclusivamente a um órgão pode extrapolar sua finalidade jurídica.

3. Concentração obrigatória das ocorrências no COPOM

O plano prevê:

“As chamadas de emergência serão recebidas exclusivamente pelo telefone 190…”

“A Polícia Militar realizará o atendimento de todas as solicitações feitas pelo telefone 190…” �

Possível questionamento:

Não há problema em o 190 continuar sendo administrado pela PMESP. Entretanto, a redação pode gerar interpretação de subordinação operacional da GCM à triagem do COPOM. A GCM possui autonomia administrativa e operacional própria.

Se na prática o sistema impedir que a GCM receba diretamente demandas relacionadas às suas atribuições legais, poderá surgir discussão sobre violação da autonomia municipal prevista nos arts. 18 e 30 da Constituição.

4. Critério “se houver infração penal a PM assume o caso”

O plano estabelece:

“Se houver infração penal, a PMESP assume o caso; se for apenas administrativa, a GCM conclui o atendimento.” 

Problema:

Esse dispositivo parece incompatível com a jurisprudência atual. Hoje é pacífico que Guardas Municipais podem:

realizar patrulhamento preventivo;

efetuar prisão em flagrante;

conduzir autores à autoridade policial;

apreender objetos relacionados ao crime.

Logo, o simples surgimento de infração penal não extingue automaticamente a competência de atuação da GCM. Esse é um dos pontos mais vulneráveis juridicamente.

5. Aspecto positivo: reconhecimento formal de competências compartilhada.

Por outro lado, o convênio traz um reconhecimento relevante:

“Compete de forma compartilhada à GCM . Esse trecho enfraquece a tese histórica de que a PM teria exclusividade no atendimento de ocorrências. O próprio documento admite oficialmente a existência de competências compartilhadas. Esse reconhecimento pode ser utilizado como argumento favorável à GCM em debates institucionais.

6. Aspecto positivo: integração sem subordinação hierárquica.

Conclusão:

Os trechos mais vulneráveis juridicamente são:

A criação de uma categoria genérica de “ocorrências exclusivas da PMESP”.  A tentativa de definir competências constitucionais por convênio administrativo. 

A regra segundo a qual qualquer infração penal faria a PM assumir a ocorrência, reduzindo a atuação da GCM. 

A centralização absoluta do fluxo de emergências no COPOM, se aplicada de forma a limitar a autonomia operacional da GCM. 

O restante do convênio — integração tecnológica, compartilhamento de imagens, acesso ao SIOPM, participação da GCM no RIESP, assentos no COPOM e operações conjuntas — parece juridicamente defensável e compatível com a lógica de cooperação federativa prevista pela Constituição.

Comandante Naval

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COMANDANTE NAVAL CONSIDERA RENAN SANTOS UM FENÔMENO NA POLÍTICA DO BRASIL

#AvisoaosNavegantes

O Pré candidato a Presidente da Republica pelo partido político Missão, Renan Santos é um ativista, empresário e político brasileiro. É um jovem ousado e corajoso, o tipo de ser humano que estava faltando para encarar de verdade os problemas que o nosso Brasil atravessa. Peço a todos os Brasileiros e o mundo, prestem atenção no próximo presidente do nosso país.

Ainda digo com certeza que, o Renan Santos antes das convenções partidárias atinge 15%, ele vai para o segundo turno e ganha esta eleição.

Naval

Renan Santos é conhecido principalmente como um dos fundadores e coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e, Presidente do Partido Missão, do qual sou pré candidato à deputado federal pelo estado de São Paulo. Ele ganhou notoriedade nacional durante os protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e é uma figura central do liberalismo e da direita conservadora/liberal no cenário político.

Sua atuação e história envolvem algumas frentes principais:

  • Ativismo no MBL: Ao lado de nomes como Kim Kataguiri e outros, Renan ajudou a criar o MBL, um movimento que teve papel fundamental na mobilização de rua contra o PT e na articulação de pautas liberais na economia e conservadoras nos costumes. Mobilização muito parecida com a Marcha Azul Marinho (apesar de menor) que aprovou a lei federal 13022/14, o estatuto Geral das Guardas Municipais, por isso Renan me chamou tanto a atenção.
  • Posicionamento Ideológico: Suas críticas são frequentemente direcionadas tanto ao governo de Lula (a quem classifica como populista) quanto ao bolsonarismo, o que o coloca em uma posição de tentar disputar o eleitor de centro-direita e antipetista.
  • Pré-candidatura Presidencial: Ele lançou seu nome como alternativa à polarização nacional, focando combate ao crime organizado, além de pautas regionais, corte de gastos, desburocratização e redução das leis trabalhistas (CLT).

Equipe Naval

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