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Comandante Naval critica modelo que não deve ser seguido pelas Guardas Municipais

#Avisoaosnavegantes

Nesta semana acompanhamos a entrega de viaturas na cidade de Itapevi/SP, uma cidade que está de parabéns pelo trabalho que desenvolve na segurança pública municipal em defesa da sociedade. Porém fui surpreendido pelas cores utilizadas na viatura de ROMU, cinza horrível, que lembra a PM paulista, é lamentável que exista gestor que ainda acha que Guarda Municipal tem que imitar PM. Oras se as Guardas Municipais foram criadas para sanar um problema na segurança pública. O que passa na cabeça deste gestor, para querer copiar o que não deu certo?

A Nação Azul Marinho repudia esta atitude, nossas cores são; AZUL MARINHO E AMARELO DOURADO. E o telefone das Guardas Municipais é o 153 (UM, CINCO, TRÊS)

#NAVAL


GCM DE ITAPEVI GANHA 13 NOVAS VIATURAS PARA AUXILIAR NO POLICIAMENTO
19 de fevereiro de 2020

Iniciativa visa atender com mais rapidez às solicitações dos moradores locais

A GCM (Guarda Civil Municipal) de Itapevi ganhou, nesta terça-feira (18), aniversário de 61 anos de Itapevi, 10 novas viaturas modelo Chevrolet Spin para reforçar o policiamento nos bairros do município, além de duas Chevrolet modelo Blazer e uma Volkswagen Saveiro. O total é de 13 novos veículos para a frota da Guarda.

A iniciativa foi a 10ª das 61 ações programadas para celebrar o aniversário da cidade. A entrega simbólica foi realizada na frente da Câmara Municipal de Itapevi.

As 10 Spins serão utilizadas para o programa Ronda Regional, iniciativa que atenderá as 10 regiões subdividas e atendidas nas ações do Bairro a Bairro, a partir desta quarta-feira (19), das 11h às 20h, e em algumas localidades até as 3h da manhã.

As Blazers serão destinadas à ROMU (Ronda Ostensiva Municipal) e utilizadas no policiamento especializado atendendo ocorrências de maior gravidade. Já a Saveiro será utilizada pelo Grupamento Especial de Trânsito da GCM, atuando em situações de melhoria da mobilidade urbana do município.

Sobre o programa Ronda Regional

O programa surge por meio da necessidade de planejamento estratégico da Prefeitura e como forma de melhor atender às necessidades de segurança pública da população. Desta forma, assim como no programa de zeladoria urbana, Bairro a Bairro, a cidade foi administrativamente regionalizada e subdividida em 10 regiões para tornar mais eficaz a prestação dos serviços públicos.

O patrulhamento preventivo da Ronda Regional em cada região acontecerá com as viaturas em constante deslocamento em pontos de visibilidade estratégicos definidos pelo comando da Guarda. Será também um policiamento de aproximação aos moradores.

Neste primeiro momento, as equipes irão trabalhar os sete dias da semana, das 11h às 20h, e em algumas regiões até às 3h de manhã, de acordo com o tipo de índice criminal encontrado em cada localidade.

Confira as regiões onde as novas viaturas irão atuar:

Região 1 – Parque Suburbano

Região 2 – Cohab I, Cohab II, Paulista, Maristela, Alto da Colina e Recanto Paulistano

Região 3 – Vila Santa Rita, Jardim Santa Rita, Jardim Marina e Vila Esperança

Região 4 – Jardim Ruth, Parque Miraflores, CDHU Gióia, Residencial das Flores, Cruz Grande e Vila Olímpia

Região 5 – Amador Bueno, Vila Gióia, Ambuitá, Jardim Alabama e Jardim Cruzeiro

Região 6 – Jardim São Carlos, Vila Nova, Jardim Portela, Sorocabano, Refúgio dos Pinheiros e Nova São Paulo

Região 7 – Chácara Vitápolis, Jardim Dona Elvira e Cidade Saúde

Região 8 – Vila Dr. Cardoso, Jardim Itaparica, Jardim Hokkaido, São Paulo, São Francisco, Vila Aparecida, Colinas de São José e Jardim São Luiz

Região 9 – Jardim Santa Cecília, Jardim Briquet, Bela Vista Alta, Bela Vista Baixa, Parque Wey e Vale do Sol

Região 10 – Jardim Rainha, Jardim Rosemary, Jardim Julieta, Bairro dos Abreus, Residencial Vale do Sol, Jardim Itapevi, Vila Aurora, Parque Boa Esperança, Itamarati e Vila São João

Número de WhatsApp será adesivado nas novas viaturas

Atualmente, a GCM de Itapevi conta com 48 viaturas, sendo 18 delas para patrulhamento preventivo, 15 motocicletas, três veículos de trânsito, três escolares, três para o Canil, duas da ROMU, duas para atender a Banda da GCM, uma Base Móvel e um micro-ônibus.

A corporação tem 225 homens e mulheres na ativa, com a missão de patrulhar as ruas da cidade e levar mais segurança e tranquilidade ao morador.

Em casos de emergência, a população ainda poderá acionar a GCM pelo telefone 153 (24 horas).

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ALERTA GERAL DO COMANDANTE NAVAL SOBRE CONVÊNIO DA PM DE SÃO PAULO X GCM SP

#AvisoaosNavegantes

Este convênio é um cavalo de tróia, precisamos acompanhar e lutar contra qualquer intervenção da PM em nossas Guardas Municipais.

Comandante Naval

Após a leitura das minutas do convênio e do plano de trabalho, identifiquei alguns pontos que podem ser questionados juridicamente, embora nem todos sejam necessariamente inconstitucionais. Alguns parecem contrariar a Constituição, o Estatuto Geral das Guardas Municipais e a interpretação consolidada pelo STF na ADPF 995.

1. Possível inconstitucionalidade na criação de “ocorrências exclusivas da PMESP”O ponto mais sensível está na cláusula que afirma:”Excetuadas as competências privativas e compartilhadas acima descritas, todas as demais ocorrências e naturezas de atendimento permanecem sob responsabilidade exclusiva da PMESP.” 

E no Plano de Trabalho:

“Ocorrências Exclusivas da PMESP: todas as demais ocorrências de natureza policial…” �

Problema jurídico:

O STF, ao julgar a ADPF 995, reconheceu as Guardas Municipais como integrantes do Sistema de Segurança Pública do art. 144 da Constituição e afirmou que elas exercem atividade policial. O STF também afastou a interpretação de que exista monopólio estadual da atividade de policiamento ostensivo municipal. Além disso, não existe na Constituição dispositivo que atribua à Polícia Militar exclusividade geral no atendimento de ocorrências.

A Constituição atribui à PM a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, mas não estabelece exclusividade absoluta sobre todas as ocorrências policiais. Portanto, um convênio não pode criar uma reserva de mercado institucional que a Constituição não criou.

Risco

Esse trecho pode ser interpretado como tentativa de restringir competências já reconhecidas à GCM pela Constituição, pela Lei 13.022/2014 e pela jurisprudência do STF.

2. Possível extrapolação ao definir competências “privativas” da GCM e “exclusivas” da PMESP por convênio. O convênio lista quais ocorrências seriam privativas da GCM, compartilhadas ou exclusivas da PMESP. 

Problema:

Competência constitucional não é matéria que possa ser livremente redefinida por convênio administrativo. A repartição constitucional de competências decorre da Constituição e da lei, não de ajuste administrativo entre órgãos. Um convênio pode disciplinar fluxos operacionais. Já definir que determinada natureza de ocorrência pertence exclusivamente a um órgão pode extrapolar sua finalidade jurídica.

3. Concentração obrigatória das ocorrências no COPOM

O plano prevê:

“As chamadas de emergência serão recebidas exclusivamente pelo telefone 190…”

“A Polícia Militar realizará o atendimento de todas as solicitações feitas pelo telefone 190…” �

Possível questionamento:

Não há problema em o 190 continuar sendo administrado pela PMESP. Entretanto, a redação pode gerar interpretação de subordinação operacional da GCM à triagem do COPOM. A GCM possui autonomia administrativa e operacional própria.

Se na prática o sistema impedir que a GCM receba diretamente demandas relacionadas às suas atribuições legais, poderá surgir discussão sobre violação da autonomia municipal prevista nos arts. 18 e 30 da Constituição.

4. Critério “se houver infração penal a PM assume o caso”

O plano estabelece:

“Se houver infração penal, a PMESP assume o caso; se for apenas administrativa, a GCM conclui o atendimento.” 

Problema:

Esse dispositivo parece incompatível com a jurisprudência atual. Hoje é pacífico que Guardas Municipais podem:

realizar patrulhamento preventivo;

efetuar prisão em flagrante;

conduzir autores à autoridade policial;

apreender objetos relacionados ao crime.

Logo, o simples surgimento de infração penal não extingue automaticamente a competência de atuação da GCM. Esse é um dos pontos mais vulneráveis juridicamente.

5. Aspecto positivo: reconhecimento formal de competências compartilhada.

Por outro lado, o convênio traz um reconhecimento relevante:

“Compete de forma compartilhada à GCM . Esse trecho enfraquece a tese histórica de que a PM teria exclusividade no atendimento de ocorrências. O próprio documento admite oficialmente a existência de competências compartilhadas. Esse reconhecimento pode ser utilizado como argumento favorável à GCM em debates institucionais.

6. Aspecto positivo: integração sem subordinação hierárquica.

Conclusão:

Os trechos mais vulneráveis juridicamente são:

A criação de uma categoria genérica de “ocorrências exclusivas da PMESP”.  A tentativa de definir competências constitucionais por convênio administrativo. 

A regra segundo a qual qualquer infração penal faria a PM assumir a ocorrência, reduzindo a atuação da GCM. 

A centralização absoluta do fluxo de emergências no COPOM, se aplicada de forma a limitar a autonomia operacional da GCM. 

O restante do convênio — integração tecnológica, compartilhamento de imagens, acesso ao SIOPM, participação da GCM no RIESP, assentos no COPOM e operações conjuntas — parece juridicamente defensável e compatível com a lógica de cooperação federativa prevista pela Constituição.

Comandante Naval

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COMANDANTE NAVAL CONSIDERA RENAN SANTOS UM FENÔMENO NA POLÍTICA DO BRASIL

#AvisoaosNavegantes

O Pré candidato a Presidente da Republica pelo partido político Missão, Renan Santos é um ativista, empresário e político brasileiro. É um jovem ousado e corajoso, o tipo de ser humano que estava faltando para encarar de verdade os problemas que o nosso Brasil atravessa. Peço a todos os Brasileiros e o mundo, prestem atenção no próximo presidente do nosso país.

Ainda digo com certeza que, o Renan Santos antes das convenções partidárias atinge 15%, ele vai para o segundo turno e ganha esta eleição.

Naval

Renan Santos é conhecido principalmente como um dos fundadores e coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e, Presidente do Partido Missão, do qual sou pré candidato à deputado federal pelo estado de São Paulo. Ele ganhou notoriedade nacional durante os protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e é uma figura central do liberalismo e da direita conservadora/liberal no cenário político.

Sua atuação e história envolvem algumas frentes principais:

  • Ativismo no MBL: Ao lado de nomes como Kim Kataguiri e outros, Renan ajudou a criar o MBL, um movimento que teve papel fundamental na mobilização de rua contra o PT e na articulação de pautas liberais na economia e conservadoras nos costumes. Mobilização muito parecida com a Marcha Azul Marinho (apesar de menor) que aprovou a lei federal 13022/14, o estatuto Geral das Guardas Municipais, por isso Renan me chamou tanto a atenção.
  • Posicionamento Ideológico: Suas críticas são frequentemente direcionadas tanto ao governo de Lula (a quem classifica como populista) quanto ao bolsonarismo, o que o coloca em uma posição de tentar disputar o eleitor de centro-direita e antipetista.
  • Pré-candidatura Presidencial: Ele lançou seu nome como alternativa à polarização nacional, focando combate ao crime organizado, além de pautas regionais, corte de gastos, desburocratização e redução das leis trabalhistas (CLT).

Equipe Naval

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