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GCM Não vai ser armada, diz prefeito – #AVISOAOSNAVEGANTES

Na atual circunstâncias que se encontra a Segurança Pública no estado de São Paulo este prefeito ainda não entendeu que hoje quem dá segurança diretamente ao ovo é a Guarda Municipal. O prefeito desta cidade está andando completamente na contra mão do futuro e negando segurança ao povo de sua cidade.

Ainda por cima dá uma entrevista cobrando dos Agente da Guarda Municipal que deveria dar segurança mas infelizmente o prefeito precisa entender que para oferecer segurança o agente necessita estar seguro primeiramente. Acorda prefeito!

Por Naval

A Prefeitura de Votorantim não pretende armar a Guarda Civil Municipal (GCM) e também não estão previstas novas contratações, tanto para aumentar o efetivo, que começou com 30 guardas e deveria chegar a 90, quanto para substituir as últimas 10 vagas deixadas em aberto por pedidos de exoneração dos inspetores. Sob a alegação de que a GCM ainda está em formação, mesmo passados dois anos desde que foi implantada no município, o prefeito Erinaldo Alves da Silva (PSDB) rebateu ontem, em entrevista à rádio Cruzeiro FM 92,3, os problemas apontados pela corporação. No mesmo dia, reportagem publicada pelo Cruzeiro do Sul mostrou que os guardas convivem com a falta de segurança para trabalhar e com um efetivo pequeno – segundo eles, há dias em que apenas quatro guardas atendem toda a cidade, por conta da escala de folgas.

A GCM começou a operar em Votorantim em abril de 2012 e, desde a sua criação, a corporação tinha como princípio a não utilização de armas letais, já que a sua principal função era zelar por prédios municipais. Embora “não seja exigido da Guarda o combate a bandidos”, como reforçou Erinaldo, o apoio direto à polícia e as ações comunitárias colocam os GCMs em contato direto com a criminalidade. Apesar disso, informou, a opção do município é de não armar a GCM. “Nós entendemos que a Guarda de Votorantim ainda não chegou nesse estágio. Pode ser que um dia chegue, mas por enquanto a proposta é de não usar armas, até porque isso depende de um preparo prévio”, citou. Para ele, a presença das viaturas já é suficiente para inibir ações ilícitas.

Em relação aos dez pedidos de exonerações, que deixaram a corporação com apenas 20 guardas, Erinaldo considerou “normal que um ou outro guarda saia” e foi claro ao afirmar que não está nos planos da administração municipal a contratação de novos GCMs, mesmo caso haja saídas de outros profissionais. Não há prazo, portanto, para a substituição dos guardas que deixaram a corporação e nem para que o efetivo seja ampliado para 90 guardas, como prevê a lei que instituiu a GCM na cidade. “Nós queremos antes formar essa guarda, para que os que ficaram sejam nossos orientadores quando novos integrantes chegarem”, falou, sem explicar o que ainda falta para essa formação, se isso já começou a ser feito ou se há uma data para ocorrer.

O chefe do Executivo acredita que as reclamações dos guardas refletem ainda mais a falta de preparo da corporação. “O investimento feito pela Prefeitura não justifica tudo que foi pontuado. Como eles reclamam da falta de segurança se é eles que têm que proporcionar segurança para a população?”, questionou. Na lista de investimentos, lembrou, constam a aquisição de cinco carros, motos, bicicletas, coletes e rádios. Em nota, a Secretaria de Mobilidade Urbana e Guarda Patrimonial (Sesec) de Votorantim explicou que os veículos novos estão sendo equipados e personalizados, sendo que parte dos demais equipamentos foi entregue no primeiro semestre deste ano e as motocicletas e rádios já estão em uso desde o ano passado. (Supervisão: Adalberto Vieira).

http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia/549145/gcm-nao-vai-ser-armada-diz-prefeito

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GM DO RIO DE JANEIRO EX DEPUTADO FEDERAL ESTÁ NA LISTA DA PF

#AvisoaosNavegantes

Atenção Nação Azul Marinho, quando eu me afasto de uma pessoa não é por questões de discriminação, mas por coisas bem maiores.
A mão de Deus pesa!

#Naval

Banner Maricá

Investigação da PF Revela Destinação de Milhões em Emendas Parlamentares para ONG Alvo de Desvios; Nomes de Peso na Lista

Por Redação Povo na Rua
Publicado em 10/07/2026
09:44

Operação da PF em ONG Carioca Expõe Rede de Emendas Parlamentares e Suspeitas de Desvio de Verbas Públicas

A Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação nesta quinta-feira (data não especificada na fonte) que investiga um instituto no Rio de Janeiro por suspeitas de desvio de verbas provenientes de emendas parlamentares. O Instituto Carioca de Atividades (ICA) está no centro das investigações, que apontam para a utilização indevida de recursos públicos.

Além do ex-deputado federal Chiquinho Brazão, cujas emendas já eram alvo de apuração, o ICA recebeu significativos aportes financeiros de outros parlamentares. A investigação busca esclarecer como mais de R$ 58 milhões foram destinados à organização por políticos de diferentes espectros e partidos, levantando questionamentos sobre a fiscalização e o destino final desses recursos.

A ação da PF cumpriu 21 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva, indicando a gravidade das suspeitas. Conforme a PF informou em comunicado, a investigação identificou que parte dos recursos destinados a entidades sem fins lucrativos teria sido desviada por meio de pagamentos indevidos e do uso de empresas interpostas para ocultar a origem e o destino dos valores. A “bancada do Rio de Janeiro” teve participação relevante na destinação dessas verbas.

Pedro Paulo e Carlos Portinho Destinaram Valores Expressivos ao ICA

Um dos nomes que se destaca na lista de parlamentares que destinaram emendas ao ICA é o deputado federal Pedro Paulo (PSD). Ele foi responsável por empenhar um valor consideravelmente superior aos R$ 4 milhões destinados por Chiquinho Brazão, configurando um montante quase cinco vezes maior para o instituto.

Outro parlamentar com expressiva contribuição é o senador Carlos Portinho (PL), que busca a reeleição. Segundo as informações, Portinho destinou mais de R$ 10,5 milhões ao ICA. A magnitude desses valores reforça a necessidade de uma investigação aprofundada sobre a aplicação dos recursos e os contratos firmados entre a ONG e órgãos públicos federais.

Rodrigo Maia e Altineu Côrtes Também na Lista de Destinadores de Emendas

O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, também aparece como destinador de verbas para o ICA, com um montante de R$ 8 milhões. A participação de figuras políticas de relevância nacional em destinações para a entidade levanta ainda mais o debate sobre a transparência e o controle no uso de emendas parlamentares.

O deputado Altineu Côrtes (PL) completa o quadro de parlamentares com aportes significativos, com valores superiores a R$ 1 milhão em destinações para a ONG. A diversidade de partidos e a expressividade dos valores envolvidos indicam um padrão de financiamento que agora é escrutinado pela Polícia Federal.

PSD e PL Lideram Destinações Milionárias para o Instituto Investigado

O partido PSD figura com destaque nas destinações, por meio do deputado Jones Moura, que viabilizou a chegada de R$ 13,6 milhões ao ICA durante seu mandato. Esse valor supera os R$ 9,4 milhões empenhados por Ricardo da Karol, do PL, mostrando a concentração de recursos em entidades específicas por meio de emendas.

A investigação da PF visa coibir práticas de corrupção e desvio de dinheiro público, garantindo que os recursos destinados a projetos sociais e de interesse público sejam, de fato, aplicados em suas finalidades. A participação de diversos parlamentares na destinação de verbas para o ICA agora está sob escrutínio, buscando transparência e responsabilização.

Entenda a Operação da PF e as Suspeitas de Desvio de Verbas

A operação policial, que cumpriu mandados de busca e apreensão e de prisão, tem como foco desvios de recursos provenientes de emendas parlamentares federais. A PF suspeita que parte desses valores, destinados a entidades sem fins lucrativos que mantinham parcerias com o poder público federal, tenha sido desviada.

Os mecanismos suspeitos incluem pagamentos indevidos, a utilização de empresas interpostas para ocultar a origem do dinheiro e a criação de esquemas para dissimular o destino final dos valores. A investigação busca desarticular uma possível rede de corrupção que se utilizava de emendas parlamentares para fins ilícitos.

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CUIDADO O PIOR PARTIDO PARA GUARDAS MUNICIPAIS É O PSD

#AvisoaosNavegantes

O partido do ex prefeito de São Paulo Gilberto Kassab é muito ruim para as Guardas Municipais, fica o alerta a todos que querem melhoria para nossas instituições, a categoria precisa entender o prejuízo que este partido deu para a GCM SP. Se entre os pré candidatos da nossa categoria estiver neste partido, precisamos tomar muito cuidado, porque um deputado não vota e nem decide sozinho, geralmente e obrigatoriamente deve seguir a pauta de acordo com as ordens da Liderança, quem decide tudo, não podemos arriscar e repetir o erro de um deputado inexpressível como Jones Moura do Rio de Janeiro que na época como deputado federal do PSD não fez absolutamente nada para as Guardas Municipais. Veja o exemplo da PEC 57!

#ComandanteNaval

Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo entre 2006 e 2012, promoveu uma forte militarização da gestão municipal, nomeando cerca de 40 oficiais da reserva da Polícia Militar para cargos de chefia em secretarias, subprefeituras e órgãos como a CET, além da Secretaria Municipal de Segurança Urbana, onde a Guarda Civil Metropolitana de São Paulo é lotada.

Nesse período, destacaram-se os seguintes pontos:

Operação Delegada: Lançada em dezembro de 2009, a medida firmou convênio entre a Prefeitura e o Governo do Estado para que policiais militares atuassem em seus dias de folga no policiamento preventivo e na fiscalização do comércio ambulante irregular.

Secretaria de Segurança Urbana e GCM: O ex-comandante geral da PM, coronel Álvaro Camilo, atuou fortemente na articulação política para a indicação e cessão desses coronéis da reserva ao município. A GCM também sofreu mudanças de comando e alinhamento tático mais próximo às diretrizes da Polícia Militar sob a gestão de Kassab.

Impacto nas Subprefeituras: O fenômeno foi tão intenso que, em 2011, 71% dos subprefeitos de São Paulo eram coronéis da Polícia Militar.

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