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Desentendimento na GM de BH/MG um mau exemplo que deve ser evitado

#Avisoaosnavegantes

Nesta semana, realmente as coisas pioraram no contexto geral dos dois últimos anos, 2018/2019. Foram os piores anos que as Guardas Municipais passaram em toda sua existência, o que, ainda estamos acompanhando, segundo previsão deste autor, neste governo, onde ainda estamos vivendo um verdadeiro massacre. Devido ao cenário político atual, encabeçado por um número enorme de PMs no poder, que por não entenderem o papel especial das Guardas Municipais em defesa da sociedade, acabam por impedir o crescimento desta Polícia Municipal, no campo legislativo.

Obviamente que graças a Deus, existem exceções raras, mas que ainda contam com bom senso de ver esta importância e defender no mínimo uma integração entre as instituições de segurança pública.

Mas voltando ao caso da Guarda Municipal de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, uma instituição que tem evoluído, mas ainda não se consolidou na defesa do povo mineiro, por este motivo, necessita ter muita cautela. o que ocorreu foi um péssimo exemplo de postura. há um momento para cada situação. O caso de policiais armados fazendo caminhadas com objetivos de protesto, muitas vezes interpretados como eleitoreiros, nossa sociedade, que ainda é muito tradicionalista, não aceita tal atitude e por isso, precisamos, nas próximas reivindicações sermos mais criativos.

Muitas pessoas, denominadas pseudo lideranças, fizeram vídeos e depoimentos apoiando os GMs de BH, no meu caso, não considerei esta necessidade, porque não apoio GREVE como ato de partida, precisamos ser mais inteligentes, este governo não aceita esquerdistas, sindicalistas ultrapassados, devemos utilizar outras ferramentas para conquistarmos nossos direitos, sem expor os servidores e nossa carreira, de forma a prejudicar as famílias que dependem do nosso trabalho. Greve, além de estar na lei que não podemos realizar, eu só utilizaria esta forma de protesto, em ultimo dos últimos casos, onde, se fosse o caso, de maneira nenhuma conseguiria um acordo com o governo. Principalmente em um momento tão delicado como neste final de ano.

O fato ocorrido, serviu de ferramenta para a PM tentar desvalorizar e desmoralizar a Guarda Municipal, ainda bem que o prefeito Kalil reviu em tempo, toda a situação e através do Comandante Prates deixou claro o papel importante da segurança pública municipal em favor da municipalidade, o que ao final de tudo sobrevalece os demais pontos negativos. O fato de oportunismo eleitoreiro é o que mais prejudicou o evento, que sirva de lição ao vereador Pedro Bueno, que apesar de ser parlamentar, quando o ajudamos a se eleger, isso não outorga a ele o poder de tomar decisões como esta, de forma particular, fica o alerta porque 2020 teremos novas eleições.

#Alutanãoparaaqui

#Alutatemvitória

#Naval


Guarda Municipal de BH decide voltar às ruas com armas e viaturas após reunião com Kalil

Prefeito determinou aquartelamento dos agentes de segurança municipal por razão de segurança e havia recolhido armas e os carros da corporação; agentes têm feito paralisações por reajuste salarial e melhores condições de trabalho.

Por Marcelo Lages, MG1 — Belo Horizonte

16/12/2019 12h32 Atualizado há 22 horas

Guarda Municipal de BH decide voltar às ruas com armas e viaturas após reunião com Kalil

A Guarda Municipal de Belo Horizonte deve voltar às ruas nesta terça-feira (17), após determinação do prefeito Alexandre Kalil (PSD) para que os agentes ficassem aquartelados por “razão de segurança”. A categoria reivindica reajuste salarial e melhoria nas condições de trabalho e, desde a semana passada, tem feito paralisações e protestos.

A decisão de voltar ao trabalho foi tomada após uma reunião com o prefeito, a portas fechadas, nesta segunda-feira (16).

O comandante da Guarda Municipal, Rodrigo Prates, disse que os agentes voltam às ruas nesta terça-feira (17) com funcionamento normal.


Guarda Municipal se reúne com o prefeito de BH, Alexandre Kalil (PSD) a portas fechadas — Foto: Reprodução/TV Globo

Na última quinta-feira (12), Kalil determinou que a guarda ficasse aquartelada por razão de segurança. Dentro da mesma medida, a prefeitura recolheu os carros e as armas dos guardas.

“Eu não posso admitir que marchem para uma secretaria ou para a porta da Prefeitura, homens armados”, afirmou Kalil.

Os servidores da Guarda Municipal pedem o reajuste de 20,23% que, segundo eles, corresponde à recomposição salarial dos últimos anos e à expectativa de inflação até 2020.

A proposta da prefeitura antes da reunião desta segunda-feira (16) era de reajuste nos salários e no vale-refeição de 7,20%, que não foi aceita pela categoria. Esta sugestão chegou a ser retirada da negociação, mas foi reapresentada após o encontro.

Na tarde desta segunda-feira (16), os servidores da Guarda Municipal se reúnem em assembleia para decidir se aceitam ou não a proposta da prefeitura.

Efeitos da paralisação
A ausência da Guarda nas ruas prejudicou alguns serviços como o Conselho Tutelar, que atendeu ao público de portas fechadas.

Para garantir a segurança em Belo Horizonte, 2 mil policiais militares foram deslocados do setor administrativo, academia e policiamento especializado para as ruas da capital.

Na sexta-feira (13), a Guarda Municipal instaurou processo administrativo contra 11 servidores que participaram de um protesto na quarta-feira (11), em frente à Prefeitura de Belo Horizonte, à Avenida Afonso Pena. Uma norma do Supremo Tribunal Federal (STF) proíbe manifestações, passeatas e paralisações de órgãos de segurança pública.

Fonte: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2019/12/16/guarda-municipal-de-bh-decide-voltar-as-ruas-com-armas-e-viaturas-apos-reuniao-com-kalil.ghtml

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Eventos (ONG SOS DÁ VIDA)

CURSO DE ROMU FEMININO REPETE O SUCESSO NA VALORIZAÇÃO DA MULHER NA SEGURANÇA PÚBLICA

#AvisoaosNavegantes

Já se foram 27 municípios São Paulo, 05 Minas Gerais, 01 Rio Janeiro, 01 Goiás, 01 Pernambuco. Totalizando: 35 municípios, 05 estados brasileiros que realizaram o melhor curso de ROMU feminino do Brasil.

Por Naval

Projeto ROMU Feminino: Que já se transformou em um Programa de Ação Prática de Valorização da Mulher nas Instituições Policiais.


​O curso de ROMU (Rondas Ostensivas Municipais) Feminino, realizado nos meses de março e outubro, organizado pelo Comandante Naval através da ONG SOS Segurança Dá Vida, chega à sua 4ª edição como um divisor de águas na segurança pública municipal. Diferente de iniciativas que permanecem apenas no campo teórico, o programa é uma ação prática e efetiva de valorização da mulher, principalmente no campo da segurança pública.


​Localização e Apoio:
​O treinamento é realizado em Valinhos/SP, no espaço Recanto Manaain, contando com a colaboração fundamental da Igreja do Evangelho Quadrangular e do Senhor Maurício. Essa estrutura permite o acolhimento adequado de representantes de vários estados brasileiros, (São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Pernambuco, Minas Gerais), transformando a cidade em um polo de integração nacional das Guardas Municipais.


​Liderança e Doutrina:
​A instrução é comandada por Moniquele Aguiar, que é Guarda Municipal, referência técnica nacional que conduz o aperfeiçoamento operacional com foco na excelência e na prontidão. O curso prepara as agentes para estarem na linha de frente, capacitadas para intervir e proteger com técnica e autoridade.


​Diferenciais do Programa:


Do Discurso à Prática: Enquanto o debate público foca em teorias, a ONG coloca em prática o treinamento especializado para combater a violência de gênero no ponto mais sensível: a intervenção operacional.
​Expansão do Conhecimento: O modelo de sucesso aplicado às guardas femininas será estendido a todas as mulheres na sociedade geral em um formato de curso diferenciado, focado em autoproteção e consciência situacional.
​Fortalecimento da Polícia Municipal: O projeto reafirma o papel das Guardas Municipais como polícias de proximidade, essenciais na rede de proteção às mulheres e no combate direto ao feminicídio.


​Este projeto consolida a visão da ONG SOS Segurança Dá Vida e do Comandante Naval de que a segurança pública se faz com capacitação técnica, coragem e, acima de tudo, ações que gerem resultados reais na preservação da vida das mulheres.

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FOTOS

NAVAL É UM DOS FUNDADORES DA ABLAGUAM – Academia Brasileira de Letras das Guardas Municipais

#AvisoaosNavegantes

Estamos atualizando nossos seguidores com mais informações sobre a trajetória dp idealizador deste portal, NAVAL. Vale a pena ler e compartilhar.

NAVAL COMO FUNDADOR DA ABLAGUAM

O Comandante Maurício Domingues da Silva, amplamente conhecido pelo nome de guerra Naval, é membro fundador da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo. Embora o termo “comandante naval” possa sugerir uma patente da Marinha, no contexto da ABLAGUAM (Academia Brasileira de Letras das Guardas Municipais), ele é uma figura histórica das Guardas Civis Municipais. Ele é um dos membros fundadores da academia e ocupa o cargo de Diretor de Cultura e Eventos na diretoria fundadora (2024).

Aqui estão os detalhes principais sobre ele e a instituição:

  • Quem é “Naval”: Maurício Domingues da Silva é Inspetor de Divisão da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, comandou Butantã/Pinheiros, é um dos maiores ativistas e historiadores do movimento das Guardas Municipais no Brasil. O apelido “Naval” é sua marca registrada há décadas no seio da segurança pública municipal.
  • A ABLAGUAM: Fundada para reunir escritores, historiadores e intelectuais que pertencem às Guardas Municipais e sociedade civil, a academia visa preservar a memória e a cultura dessas instituições.
  • Fundadores: Além de Naval, a academia conta com vários outros fundadores Guardas Municipais de São Paulo e do Brasil. A ideia inicial partiu do Comandante Frederico em conversa com o Comandante Naval.
  • Fonte: I.A
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