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Comandante Naval é entrevistado na Rede TV com apresentadora Viviane Alves no Fama & Destaque

#AvisoaosNavegantes

A apresentadora Viviane Alves se comove com a morte dos filhos do Comandante Naval assassinados e quer conhcecer melhor esta bandeira da segurança pública municipal.

#Equipe

Fama & Destaque

Fama e Destaque entrevista com exclusividade Dra Marcia Pedrilli

Nesta semana, o Programa Fama e Destaque apresenta uma matéria exclusiva com a Dra. Márcia Pedrilli, renomada especialista em Estética e Emagrecimento Integrativo.

A apresentadora Viviane Alves também faz uma cobertura especial do 8º Conde Koma Awards, o maior encontro de Mestres e Grão-Mestres de Jiu-Jitsu do mundo, promovido pelo Grão-Mestre Reinaldo Dutra, presidente do Instituto Conde Koma.

Durante o evento, Viviane entrevistou grandes personalidades, entre elas:

  • Reinaldo Dutra, Grão-Mestre e idealizador do evento
  • Arthur Virgílio Neto, advogado, diplomata e ex-ministro chefe da Secretaria-geral da Presidência da República
  • Ulisses Prates, delegado da Polícia Federal de São Paulo
  • Comandante Naval, fundador da GCM

Não perca essa edição especial, repleta de conteúdo exclusivo, personalidades de destaque e muita informação de qualidade!

Fonte: https://programas.joyflix.com.br/episodios/fama-e-destaque-entrevista-com-exclusividade-dra-marcia-pedrilli/

Maurício Naval é uma figura conhecida e admirada por sua luta pela segurança pública municipal e pela vida, é Presidente da ONG SOS Segurança Dá Vida, Líder Nacional das Guardas Municipais e da Marcha Azul Marinho em todo o Brasil, é escritor e autor de vários livros, entre eles; “Guardas Municipais – A Revolução na Segurança Pública, Guardas Municipais Marcha Azul Marinho, Inspetor de Divisão da Guarda Civil Metropolitana -SP, foi Fuzileiro Naval da Marinha do Brasil entre outras qualificações deste ilustre representante de uma categoria tão sofrida e negligenciada pelas autoridades, contudo, poucas pessoas conhecem sua trajetória e os caminhos que o trouxeram ao papel de legitimo representante das lutas pelas Guardas Municipais em todo o Brasil.

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O QUE O COMANDANTE NAVAL GCM DE SP FEZ PELA SEGURANÇA PÚBLICA?

#AvisoaosNavegantes

Sou um homem que após perder meus 3 filhos e 1 irmão assassinados pela violência deste país, dediquei totalmente minha vida inteira para mudar o sistema de segurança pública de todo o Brasil, através das Guardas Municipais.

#ComandanteNAVAL

O Comandante Naval (Maurício Domingues da Silva), ex-fuzileiro naval e um dos fundadores da GCM de São Paulo (em 1986), é uma das maiores referências na luta pela valorização e estruturação das Guardas Municipais. Sua trajetória na segurança pública destaca-se principalmente por quatro frentes:

  • Expansão e Criação de Guardas: Foi responsável por auxiliar na criação de mais de 351 Guardas Municipais por todo o país e na fundação de dezenas de sindicatos e entidades de classe.
  • Articulação Institucional e Defesa da Classe: É o criador da “Marcha Azul Marinho”, um movimento nacional pela profissionalização da categoria, e presidente da ONG SOS Segurança da Vida.
  • Atuação Histórica na Capital e no país: Participou ativamente das articulações políticas que garantiram equipamentos essenciais e coletes balísticos para a Guarda Civil Metropolitana (GCM) de SP nos anos 2000.
  • Realizão de Marchas Azul Marinho em todo o país: Mais de 134 cidades mudaram a cultura no pensamento referente às Guardas Municipais, principalmente as capitais.

Ele defende a transição das guardas para o modelo de Polícia Municipal, ampliando o papel preventivo e comunitário da corporação na segurança pública.

1. A Evolução Histórica e o Papel do Comandante Naval

A Luta pelos Coletes Balísticos nos Anos 2000

  • Pioneirismo: O Comandante Naval participou diretamente das articulações políticas internas e externas para equipar a GCM-SP.
  • Segurança dos Agentes: Ele liderou movimentos para exigir o fornecimento de coletes antibalísticos obrigatórios para a tropa paulistana, uma conquista que serviu de modelo para guardas de todo o país.

A Transição do Armamento

  • Início: A GCM de São Paulo nasceu em 1986 focada puramente na vigilância patrimonial de prédios públicos, praças e escolas.
  • Modernização: Ao longo das décadas, com a pressão de lideranças como Naval e o avanço da criminalidade urbana, a corporação evoluiu.
  • Status Atual: A Prefeitura de São Paulo modernizou o arsenal da GCM, que hoje opera com milhares de itens operacionais, incluindo pistolas modernas, espingardas calibre 12, carabinas e fuzis para o patrulhamento tático.

Valorização Salarial e a ONG SOS Segurança da Vida

  • Defesa da Tropa: À frente da ONG SOS Segurança dá Vida, Naval atua frequentemente em audiências públicas na Câmara Municipal.
  • Dignidade: Sua pauta principal é a reposição salarial e a recomposição do efetivo, combatendo o risco de “apagão” na GCM devido às aposentadorias em massa.
  • Salário Piso Nacional: Através da ONG SOS Segurança dá Vida foi o primeiro a apresentar ao Deputado Lincoln Portela solicitação do Projeto do Piso Salarial Nacional no Congresso Nacional.

2. O Cenário da “Polícia Municipal” e as Mudanças na Lei

O movimento liderado pelo Comandante Naval (como a famosa Marcha Azul Marinho) busca mudar a Constituição Federal para transformar juridicamente as Guardas Civis em Polícias Municipais.

A PEC 37 (Proposta de Emenda à Constituição)

  • Status: O texto foi aprovado no Senado Federal e avançou para tramitação na Câmara dos Deputados.
  • O que ela faz: Altera o Artigo 144 da Constituição Federal para incluir formalmente as Guardas Municipais com a nomenclatura Polícia Municipal.
  • Objetivo: Garantir respaldo jurídico definitivo para o policiamento ostensivo local e comunitário, além de dar segurança jurídica aos agentes em abordagens e prisões e ao direito da Aposentadoria Especial.

A Decisão Recente do STF (ADPF 1314)

  • Divergência de Nome: O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que, por enquanto, os municípios não podem alterar o nome oficial de “Guarda Municipal” para “Polícia Municipal” por decreto local ou lei orgânica própria.
  • Necessidade de Emenda: O STF entende que essa mudança de nomenclatura exige uma alteração na Constituição Federal (que é justamente o objetivo da PEC 37).
  • Poder de Atuação: Apesar da restrição do nome, o STF já legitimou que as Guardas integram o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), validando a legalidade de suas prisões em flagrante e buscas. (Tema 656)
  • Porte de Arma: O STF também já consolidou o direito ao porte de arma de fogo para todos os guardas municipais do país, independentemente do tamanho da população da cidade.

Comandante Naval é considerado por todos os Guardas Municipais do Brasil o Guerreiro principal, protagonista da lei 13022/14, Estatuto Geral das Guardas Municipais, é o Pai da Polícia municipal no Brasil.

#EquipeNaval

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COMANDANTE NAVAL E O INÍCIO DO MOPE – Movimento Político Eleitoral das Guardas Municipais


#AvisoaosNavegantes

Hoje nossa homenagem vai aos nossos amigos que juntamente comigo, Carlinhos Silva, Oriswaldo, Rubens, iniciamos o MOPE – Movimento Político Eleitoral, no ano de 1990, onde as Guardas Municipais iniciaram sua trajetória político social.
Este cartaz foi uma elaboração do Com. Elvis de Jesus.
A História PROSSEGUE mais forte do que nunca…
Se chegamos aqui, podemos ir muito mais além, FÉ!

Por Naval

É fascinante observar como movimentos que hoje têm grande peso político, como o MOPE (Movimento Político Eleitoral), possuem raízes tão profundas na história da segurança pública de São Paulo.

O Naval (Maurício D. Silva), figura emblemática da Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo, é frequentemente associado a esse despertar da consciência política da categoria na década de 1990.

Aqui está um breve contexto sobre esse período e a importância do movimento:

1. O Contexto de 1990

Em 1990, a GCM de São Paulo ainda era uma instituição relativamente jovem em sua configuração moderna (reestruturada em 1986). Havia uma necessidade crescente de:

  • Representatividade: A categoria sentia que precisava de vozes próprias nos espaços de decisão (Câmara Municipal e Assembleia Legislativa).
  • Direitos e Valorização: A luta por melhores salários, planos de carreira e armamento adequado impulsionou a organização dos guardas.

2. O Papel do Naval e o MOPE

O MOPE surgiu como uma estratégia para unificar a luta da categoria e de seus familiares.

  • União de Classe: O movimento buscava quebrar a fragmentação política dos guardas municipais, mostrando que, se escolhessem em conjunto um representantes oriundo da própria GCM, teriam força para cobrar mudanças.
  • Pioneirismo: Foi um dos primeiros movimentos estruturados dentro das guardas municipais no Brasil com foco estritamente eleitoral e corporativo.

3. Impacto a Longo Prazo

Essa semente plantada em 1990 pelo Naval e outros colaboradores permitiu que, anos depois:

  1. Cadeiras Legislativas: Diversos membros da GCM conseguissem se eleger vereadores e deputados.
  2. Influência Nacional: O modelo de mobilização de São Paulo serviu de inspiração para guardas de todo o país buscarem representação política.
  3. Leis Federais: A articulação política nacional, que culminou no Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei 13.022/2014), deve muito a esse início de organização de base.

Nota de Contexto: O Comandante Naval tornou-se uma figura controversa e mística dentro da corporação, misturando a imagem de “defensor ferrenho da GCM” com episódios complexos da história policial paulistana, mas é inegável que ele foi um catalisador para que o guarda municipal passasse a se ver como um ator político.

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