Connect with us

Sem categoria

Comandante Naval é entrevistado na Rede TV com apresentadora Viviane Alves no Fama & Destaque

#AvisoaosNavegantes

A apresentadora Viviane Alves se comove com a morte dos filhos do Comandante Naval assassinados e quer conhcecer melhor esta bandeira da segurança pública municipal.

#Equipe

Fama & Destaque

Fama e Destaque entrevista com exclusividade Dra Marcia Pedrilli

Nesta semana, o Programa Fama e Destaque apresenta uma matéria exclusiva com a Dra. Márcia Pedrilli, renomada especialista em Estética e Emagrecimento Integrativo.

A apresentadora Viviane Alves também faz uma cobertura especial do 8º Conde Koma Awards, o maior encontro de Mestres e Grão-Mestres de Jiu-Jitsu do mundo, promovido pelo Grão-Mestre Reinaldo Dutra, presidente do Instituto Conde Koma.

Durante o evento, Viviane entrevistou grandes personalidades, entre elas:

  • Reinaldo Dutra, Grão-Mestre e idealizador do evento
  • Arthur Virgílio Neto, advogado, diplomata e ex-ministro chefe da Secretaria-geral da Presidência da República
  • Ulisses Prates, delegado da Polícia Federal de São Paulo
  • Comandante Naval, fundador da GCM

Não perca essa edição especial, repleta de conteúdo exclusivo, personalidades de destaque e muita informação de qualidade!

Fonte: https://programas.joyflix.com.br/episodios/fama-e-destaque-entrevista-com-exclusividade-dra-marcia-pedrilli/

Maurício Naval é uma figura conhecida e admirada por sua luta pela segurança pública municipal e pela vida, é Presidente da ONG SOS Segurança Dá Vida, Líder Nacional das Guardas Municipais e da Marcha Azul Marinho em todo o Brasil, é escritor e autor de vários livros, entre eles; “Guardas Municipais – A Revolução na Segurança Pública, Guardas Municipais Marcha Azul Marinho, Inspetor de Divisão da Guarda Civil Metropolitana -SP, foi Fuzileiro Naval da Marinha do Brasil entre outras qualificações deste ilustre representante de uma categoria tão sofrida e negligenciada pelas autoridades, contudo, poucas pessoas conhecem sua trajetória e os caminhos que o trouxeram ao papel de legitimo representante das lutas pelas Guardas Municipais em todo o Brasil.

Continue Lendo

Sem categoria

NAVAL E O INÍCIO DO MOPE – Movimento Político Eleitoral das Guardas Municipais


#AvisoaosNavegantes

Hoje nossa homenagem vai aos nossos amigos que juntamente comigo, Carlinhos Silva, Oriswaldo, Rubens, iniciamos o MOPE – Movimento Político Eleitoral, no ano de 1990, onde as Guardas Municipais iniciaram sua trajetória político social.
Este cartaz foi uma elaboração do Com. Elvis de Jesus.
A História PROSSEGUE mais forte do que nunca…
Se chegamos aqui, podemos ir muito mais além, FÉ!

Por Naval

É fascinante observar como movimentos que hoje têm grande peso político, como o MOPE (Movimento Político Eleitoral), possuem raízes tão profundas na história da segurança pública de São Paulo.

O Naval (Maurício D. Silva), figura emblemática da Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo, é frequentemente associado a esse despertar da consciência política da categoria na década de 1990.

Aqui está um breve contexto sobre esse período e a importância do movimento:

1. O Contexto de 1990

Em 1990, a GCM de São Paulo ainda era uma instituição relativamente jovem em sua configuração moderna (reestruturada em 1986). Havia uma necessidade crescente de:

  • Representatividade: A categoria sentia que precisava de vozes próprias nos espaços de decisão (Câmara Municipal e Assembleia Legislativa).
  • Direitos e Valorização: A luta por melhores salários, planos de carreira e armamento adequado impulsionou a organização dos guardas.

2. O Papel do Naval e o MOPE

O MOPE surgiu como uma estratégia para unificar a luta da categoria e de seus familiares.

  • União de Classe: O movimento buscava quebrar a fragmentação política dos guardas municipais, mostrando que, se escolhessem em conjunto um representantes oriundo da própria GCM, teriam força para cobrar mudanças.
  • Pioneirismo: Foi um dos primeiros movimentos estruturados dentro das guardas municipais no Brasil com foco estritamente eleitoral e corporativo.

3. Impacto a Longo Prazo

Essa semente plantada em 1990 pelo Naval e outros colaboradores permitiu que, anos depois:

  1. Cadeiras Legislativas: Diversos membros da GCM conseguissem se eleger vereadores e deputados.
  2. Influência Nacional: O modelo de mobilização de São Paulo serviu de inspiração para guardas de todo o país buscarem representação política.
  3. Leis Federais: A articulação política nacional, que culminou no Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei 13.022/2014), deve muito a esse início de organização de base.

Nota de Contexto: O Comandante Naval tornou-se uma figura controversa e mística dentro da corporação, misturando a imagem de “defensor ferrenho da GCM” com episódios complexos da história policial paulistana, mas é inegável que ele foi um catalisador para que o guarda municipal passasse a se ver como um ator político.

Continue Lendo

Sem categoria

NAVAL E A CONQUISTA DOS COLETES ANTIBALÍSTICO DA GCM/SP

A obtenção de coletes balísticos para a Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo, por intermédio dos então vereadores Havanir Nimtz e Farah Jorge Farah, é um episódio marcante da história da corporação, ocorrido no início dos anos 2000.

Esse evento é frequentemente citado por lideranças como o Naval para ilustrar a importância da articulação política na estruturação das Guardas Municipais.

O Contexto Histórico

Naquela época, a GCM de São Paulo enfrentava graves carências de equipamentos básicos de proteção individual. O uso de coletes não era universalizado, o que expunha os guardas a riscos fatais em uma metrópole com altos índices de criminalidade. Alguns Guardas adquiriam coletes por meios próprios como foi o caso do Naval.

Preocupado com isso, Naval que era Classe especial da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, sabia da proximidade do motorista GCM Olímpio com o vereador Farah, que a pedido se reuniram para tratar de toda articulação, diante da lei de obrigatoriedade do uso de coletes da vereadora Havanir, o vereador Farah foi o responsável pela emenda parlamentar das compras dos coletes.

1. Havanir Nimtz e a Lei dos Coletes

A Dra. Havanir Nimtz, na época vereadora pelo PRONA (partido de Enéas Carneiro), foi a autora da Lei Municipal nº 13.306/2002.

  • O que a lei fez: Tornou obrigatório o uso de coletes antibalísticos para todo o efetivo da Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo que estivesse em patrulhamento.

A Atuação dos Vereadores

A entrega desses equipamentos foi fruto de uma emenda parlamentar ou articulação direta junto ao Executivo, mobilizada pelos dois parlamentares a pedido do Naval:

Havanir Nimtz: Na época, uma das vereadoras mais votadas da história de São Paulo, tinha uma base forte ligada à segurança e saúde.

Farah Jorge Farah: Também vereador no período, uniu forças nessa pauta específica de proteção aos agentes de segurança pública municipal.

O Impacto para a GCM-SP

Segurança Física: A chegada dos coletes representou uma redução imediata na vulnerabilidade dos agentes em patrulhamento.

Reconhecimento Policial: O episódio foi um “divisor de águas” no reconhecimento da GCM como força de segurança de fato, que precisava de equipamentos de padrão policial, e não apenas de vigilância patrimonial.

Precedente Político: Serviu de modelo para que outros guardas municipais pelo Brasil passassem a cobrar de seus legislativos locais investimentos diretos em equipamentos de proteção (EPIs).

A Relevância para o Movimento Azul Marinho

Para figuras como o Inspetor Naval, essa conquista reforçou a tese de que a valorização do guarda passa obrigatoriamente pela pressão política e pela união da categoria com o Poder Legislativo. Foi um dos embriões da consciência política que mais tarde resultaria na criação do Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei 13.022) e SUSP, além da PEC 18.

A participação da Inspetoria de Pirituba e do Inspetor Naval no episódio dos coletes balísticos é um detalhe crucial da história da GCM-SP, pois marca o momento em que a base da corporação começou a se organizar politicamente para exigir equipamentos de proteção.

Aqui está como esse cenário se desenhou:

1. O Papel Estratégico de Pirituba

A Inspetoria de Pirituba, na época, era um dos polos de maior mobilização interna. O Naval e outros integrantes daquela unidade foram os principais articuladores junto à Câmara Municipal de São Paulo.

Diferente de uma entrega administrativa comum feita pela prefeitura, essa conquista foi vista como uma vitória de pressão política, onde os guardas de Pirituba “abriram o caminho” para o diálogo com os vereadores Havanir Nimtz e Farah Jorge Farah.

2. A “Foto Simbólica” e a Entrega

Naval e os integrantes de Pirituba aparecem no cenário como os protagonistas da entrega. Na iconografia e nos registros da época (muito difundidos em boletins informativos e no antigo Portal das Guardas):

Visibilidade: Eles aparecem recebendo e testando os coletes, simbolizando que o guarda de rua não aceitaria mais trabalhar sem a proteção adequada.

Legitimação: A presença de Naval ao lado dos vereadores serviu para legitimar a necessidade técnica do equipamento. Não era apenas um “presente” político, mas uma ferramenta de sobrevivência que a categoria, liderada por Pirituba, conseguiu “arrancar” do sistema político.

LEI Nº 13.306, 23/02 sobre a obrigatoriedade do uso de colete anti-balístico para gcmspLEI Nº 13.306, 23 DE JANEIRO DE 2002

(Projeto de Lei nº 711/01, da Vereadora Havanir Nimtz – PRONA)

Dispõe sobre a obrigatoriedade do uso de colete anti-balístico ao efetivo da Guarda Civil Metropolitana do Município de São Paulo.

MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, faz saber que a Câmara Municipal, em sessão de 28 de dezembro de 2001, decretou e eu promulgo a seguinte lei:

Art. 1º – Torna-se obrigatório o uso de colete anti-balístico ao efetivo da Guarda Civil Metropolitana do Município de São Paulo.

§ 1º – A obrigatoriedade de que trata o “caput” deste artigo refere-se aos integrantes da Guarda Civil Metropolitana que atuam na ronda e no patrulhamento ostensivo no Município de São Paulo.

§ 2º – É imprescindível tal equipamento de segurança e será mais um item disponível aos integrantes da corporação mencionados no parágrafo anterior.

Art. 2º – O Poder Executivo, no prazo de 90 (noventa) dias da promulgação da presente lei expedirá a regulamentação necessária à utilização do colete anti-balístico pelos patrulheiros da Guarda Civil Metropolitana.

Art. 3º – As despesas decorrentes desta lei correrão à conta de dotação consignadas no orçamento.

Art. 4º – Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 23 de janeiro de 2002, 448º da fundação de São Paulo.

MARTA SUPLICY, PREFEITA

ANNA EMILIA CORDELLI ALVES, Secretária dos Negócios Jurídicos

JOÃO SAYAD, Secretário de Finanças e Desenvolvimento Econômico

Publicada na Secretaria do Governo Municipal, em 23 de janeiro de 2002.

RUI GOETHE DA COSTA FALCÃO, Secretário do Governo Municipal

Continue Lendo
Publicidade

Mais Populares

Guardas Municipais - Todos os direitos reservados © 2021 | Desenvolvido por Melhores Templates