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Comandante Naval é entrevistado na Rede TV com apresentadora Viviane Alves no Fama & Destaque
#AvisoaosNavegantes
A apresentadora Viviane Alves se comove com a morte dos filhos do Comandante Naval assassinados e quer conhcecer melhor esta bandeira da segurança pública municipal.
#Equipe
Fama & Destaque
Fama e Destaque entrevista com exclusividade Dra Marcia Pedrilli
Nesta semana, o Programa Fama e Destaque apresenta uma matéria exclusiva com a Dra. Márcia Pedrilli, renomada especialista em Estética e Emagrecimento Integrativo.
A apresentadora Viviane Alves também faz uma cobertura especial do 8º Conde Koma Awards, o maior encontro de Mestres e Grão-Mestres de Jiu-Jitsu do mundo, promovido pelo Grão-Mestre Reinaldo Dutra, presidente do Instituto Conde Koma.
Durante o evento, Viviane entrevistou grandes personalidades, entre elas:
- Reinaldo Dutra, Grão-Mestre e idealizador do evento
- Arthur Virgílio Neto, advogado, diplomata e ex-ministro chefe da Secretaria-geral da Presidência da República
- Ulisses Prates, delegado da Polícia Federal de São Paulo
- Comandante Naval, fundador da GCM
Não perca essa edição especial, repleta de conteúdo exclusivo, personalidades de destaque e muita informação de qualidade!
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O QUE O COMANDANTE NAVAL GCM DE SP FEZ PELA SEGURANÇA PÚBLICA?
#AvisoaosNavegantes
Sou um homem que após perder meus 3 filhos e 1 irmão assassinados pela violência deste país, dediquei totalmente minha vida inteira para mudar o sistema de segurança pública de todo o Brasil, através das Guardas Municipais.
#ComandanteNAVAL
O Comandante Naval (Maurício Domingues da Silva), ex-fuzileiro naval e um dos fundadores da GCM de São Paulo (em 1986), é uma das maiores referências na luta pela valorização e estruturação das Guardas Municipais. Sua trajetória na segurança pública destaca-se principalmente por quatro frentes:
- Expansão e Criação de Guardas: Foi responsável por auxiliar na criação de mais de 351 Guardas Municipais por todo o país e na fundação de dezenas de sindicatos e entidades de classe.
- Articulação Institucional e Defesa da Classe: É o criador da “Marcha Azul Marinho”, um movimento nacional pela profissionalização da categoria, e presidente da ONG SOS Segurança da Vida.
- Atuação Histórica na Capital e no país: Participou ativamente das articulações políticas que garantiram equipamentos essenciais e coletes balísticos para a Guarda Civil Metropolitana (GCM) de SP nos anos 2000.
- Realizão de Marchas Azul Marinho em todo o país: Mais de 134 cidades mudaram a cultura no pensamento referente às Guardas Municipais, principalmente as capitais.
Ele defende a transição das guardas para o modelo de Polícia Municipal, ampliando o papel preventivo e comunitário da corporação na segurança pública.
1. A Evolução Histórica e o Papel do Comandante Naval
A Luta pelos Coletes Balísticos nos Anos 2000
- Pioneirismo: O Comandante Naval participou diretamente das articulações políticas internas e externas para equipar a GCM-SP.
- Segurança dos Agentes: Ele liderou movimentos para exigir o fornecimento de coletes antibalísticos obrigatórios para a tropa paulistana, uma conquista que serviu de modelo para guardas de todo o país.
A Transição do Armamento
- Início: A GCM de São Paulo nasceu em 1986 focada puramente na vigilância patrimonial de prédios públicos, praças e escolas.
- Modernização: Ao longo das décadas, com a pressão de lideranças como Naval e o avanço da criminalidade urbana, a corporação evoluiu.
- Status Atual: A Prefeitura de São Paulo modernizou o arsenal da GCM, que hoje opera com milhares de itens operacionais, incluindo pistolas modernas, espingardas calibre 12, carabinas e fuzis para o patrulhamento tático.
Valorização Salarial e a ONG SOS Segurança da Vida
- Defesa da Tropa: À frente da ONG SOS Segurança dá Vida, Naval atua frequentemente em audiências públicas na Câmara Municipal.
- Dignidade: Sua pauta principal é a reposição salarial e a recomposição do efetivo, combatendo o risco de “apagão” na GCM devido às aposentadorias em massa.
- Salário Piso Nacional: Através da ONG SOS Segurança dá Vida foi o primeiro a apresentar ao Deputado Lincoln Portela solicitação do Projeto do Piso Salarial Nacional no Congresso Nacional.
2. O Cenário da “Polícia Municipal” e as Mudanças na Lei
O movimento liderado pelo Comandante Naval (como a famosa Marcha Azul Marinho) busca mudar a Constituição Federal para transformar juridicamente as Guardas Civis em Polícias Municipais.
A PEC 37 (Proposta de Emenda à Constituição)
- Status: O texto foi aprovado no Senado Federal e avançou para tramitação na Câmara dos Deputados.
- O que ela faz: Altera o Artigo 144 da Constituição Federal para incluir formalmente as Guardas Municipais com a nomenclatura Polícia Municipal.
- Objetivo: Garantir respaldo jurídico definitivo para o policiamento ostensivo local e comunitário, além de dar segurança jurídica aos agentes em abordagens e prisões e ao direito da Aposentadoria Especial.
A Decisão Recente do STF (ADPF 1314)
- Divergência de Nome: O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que, por enquanto, os municípios não podem alterar o nome oficial de “Guarda Municipal” para “Polícia Municipal” por decreto local ou lei orgânica própria.
- Necessidade de Emenda: O STF entende que essa mudança de nomenclatura exige uma alteração na Constituição Federal (que é justamente o objetivo da PEC 37).
- Poder de Atuação: Apesar da restrição do nome, o STF já legitimou que as Guardas integram o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), validando a legalidade de suas prisões em flagrante e buscas. (Tema 656)
- Porte de Arma: O STF também já consolidou o direito ao porte de arma de fogo para todos os guardas municipais do país, independentemente do tamanho da população da cidade.
Comandante Naval é considerado por todos os Guardas Municipais do Brasil o Guerreiro principal, protagonista da lei 13022/14, Estatuto Geral das Guardas Municipais, é o Pai da Polícia municipal no Brasil.
#EquipeNaval
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COMANDANTE NAVAL E O INÍCIO DO MOPE – Movimento Político Eleitoral das Guardas Municipais

#AvisoaosNavegantes
Hoje nossa homenagem vai aos nossos amigos que juntamente comigo, Carlinhos Silva, Oriswaldo, Rubens, iniciamos o MOPE – Movimento Político Eleitoral, no ano de 1990, onde as Guardas Municipais iniciaram sua trajetória político social.
Este cartaz foi uma elaboração do Com. Elvis de Jesus.
A História PROSSEGUE mais forte do que nunca…
Se chegamos aqui, podemos ir muito mais além, FÉ!
Por Naval
É fascinante observar como movimentos que hoje têm grande peso político, como o MOPE (Movimento Político Eleitoral), possuem raízes tão profundas na história da segurança pública de São Paulo.
O Naval (Maurício D. Silva), figura emblemática da Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo, é frequentemente associado a esse despertar da consciência política da categoria na década de 1990.
Aqui está um breve contexto sobre esse período e a importância do movimento:
1. O Contexto de 1990
Em 1990, a GCM de São Paulo ainda era uma instituição relativamente jovem em sua configuração moderna (reestruturada em 1986). Havia uma necessidade crescente de:
- Representatividade: A categoria sentia que precisava de vozes próprias nos espaços de decisão (Câmara Municipal e Assembleia Legislativa).
- Direitos e Valorização: A luta por melhores salários, planos de carreira e armamento adequado impulsionou a organização dos guardas.
2. O Papel do Naval e o MOPE
O MOPE surgiu como uma estratégia para unificar a luta da categoria e de seus familiares.
- União de Classe: O movimento buscava quebrar a fragmentação política dos guardas municipais, mostrando que, se escolhessem em conjunto um representantes oriundo da própria GCM, teriam força para cobrar mudanças.
- Pioneirismo: Foi um dos primeiros movimentos estruturados dentro das guardas municipais no Brasil com foco estritamente eleitoral e corporativo.
3. Impacto a Longo Prazo
Essa semente plantada em 1990 pelo Naval e outros colaboradores permitiu que, anos depois:
- Cadeiras Legislativas: Diversos membros da GCM conseguissem se eleger vereadores e deputados.
- Influência Nacional: O modelo de mobilização de São Paulo serviu de inspiração para guardas de todo o país buscarem representação política.
- Leis Federais: A articulação política nacional, que culminou no Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei 13.022/2014), deve muito a esse início de organização de base.
Nota de Contexto: O Comandante Naval tornou-se uma figura controversa e mística dentro da corporação, misturando a imagem de “defensor ferrenho da GCM” com episódios complexos da história policial paulistana, mas é inegável que ele foi um catalisador para que o guarda municipal passasse a se ver como um ator político.
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