Connect with us

Notícias

AVISO AOS NAVEGANTES

Após o tumultuado e polêmico término do XXV Congresso Das Guardas Municipais em Belém-PA, resolvi elaborar este texto com o objetivo de esclarecer o ocorrido no evento e a situação do Conselho Nacional das Guardas Municipais (CNGM) nos últimos anos.

Para que você possa entender melhor sobre o assunto, o Conselho Nacional das Guardas Municipais é uma entidade constituída por gestores, no passado já foi uma entidade constituída por 50% de gestores e 50% por Guardas Municipais de Carreira.

O CNGM é uma entidade das instituições Guardas Municipais, fundado em 1992, pelo então secretário de Segurança da cidade de Santa Bárbara do Oeste/SP, Dr. Zair Sturaro, e de lá pra cá tem realizado Congressos anualmente, contudo em 2010 o estado do Rio de Janeiro, sob a batuta do coordenador Pereira da GM de Macaé/RJ me procurou alegando interesse em montar uma chapa e dirigir este Conselho. Através de um trabalho minucioso, sem meu apoio, mas acompanhando de perto o trabalho obteve sucesso na cidade de Recife/PE, três anos depois.
Aquela época eu já sabia que a equipe montada pelo coordenador Pereira, encabeçada pelo ex- presidente, destituído e afastado pela Assembleia em Belém, Rogério Tenente Cabral não teriam condições de administrar as demandas da época por falta de experiência. Ainda assim, continuei acompanhando, não me opondo porque a vontade daquela equipe do Rio de Janeiro estava muito ansiosa para dirigir o Conselho.

Tal qual eu previa, já na LAAD de 2014 iniciaram os problemas internos onde alguns dos diretores não concordando com as mudanças estatutárias saíram da equipe.

Entre outras mudanças que ocorreram no Estatuto do CNGM nesta data, estava o aumento do mandato da diretoria de dois para quatro anos. O Conselho Nacional das Guardas Municipais dirigido por esta equipe, desde a posse em 2013, pela sua inércia, não agradava a categoria, enquanto as demandas de lutas aumentavam no Congresso Nacional, Brasília/DF, o Conselho não correspondia, deixando falhas irrecuperáveis para as Guardas Municipais, provocando assim grandes críticas nas redes sociais.

Neste ano de 2015 a situação piorava por falta de pulso da Diretoria que não conseguia dar alguns direcionamentos simples, como por exemplo, afastar ex-comandantes, como por exemplo, o GM Jarbas Pires, da cidade de Lauro de Freitas/BA, que ainda nesta reunião de destituição do presidente Cabral fazia parte da mesa, sem cargo de comandante.

Por estas e outras, as críticas nas redes sociais se elevaram a tal ponto que o CNGM perdia a credibilidade junto aos vários órgãos públicos importantes e com isso eu que não queria me envolver, conhecendo a importância deste Conselho para a aprovação da 534/02 e outros projetos, decidi encabeçar até então a tentativa de melhorias no CNGM.

A dificuldade de se aproximar da equipe diretora ficava cada vez mais difícil, prova que no XXIV Congresso Nacional das Guardas Municipais em Vila Velha/ES, nem sequer fui convidado, não por querer tratamento especial, mas pela experiência adquirida em participar de todos os 25 Congressos, desde Campina Grande na Paraíba até Belém no Pará, queria alertá-los, porque já percebia a derrocada humilhante e desastrosa que poderia ocorrer, fato. Mesmo assim me dirigir a Vila Velha/ES porque além desta preocupação, tinha outras missões, como por exemplo, alertar o inspetor Frederico, de sua má gestão frente a Guarda Municipal de Curitiba/PR.

Voltando às questões do Conselho, como a equipe diretora persistia em não pedir ajuda, continuaram cometendo falhas. Com aproximação dos preparativos do Congresso de Belém, um sonho antigo da GCMF Helen Melo, que mais parecia não acontecer, se a mesma não tomasse a frente do evento.

A categoria que ansiosamente aguardava a data do Congresso e não acontecia, se revoltava mais ainda nas redes sociais, aumentando as críticas cada dia mais. Com a chegada e o acontecimento do evento resolvi ir para o embate necessário, mesmo sabendo que seria doloroso para todos, então de carro e com meios próprios iniciei a grande saga. No dia 26 saí de São Paulo rumo à Brasília onde acertei com a CLP – Comissão de Legislação Participativa a Audiência Pública que acontecerá no próximo dia 02 de dezembro deste, no Congresso Nacional após a XI Marcha Azul Marinho em Brasília.

De Brasília fui direto para Piritiba na Bahia, onde realizamos uma Marcha Azul Marinho seguida de um Seminário Estadual para regularização da Guarda Municipal local, de acordo com a Lei Federal 13022/14, Estatuto Geral das Guardas Municipais e no mesmo dia segui viajem para Trindade, no estado de Pernambuco, onde realizamos a VI Marcha Azul Marinho Pernambucana, em seguida parti para o foco principal da viagem, o XXV Congresso Nacional das Guardas Municipais em Belém do Pará.

Durante todo o caminho já enviava várias mensagens, via redes sociais, direcionadas ao Conselho Nacional das Guardas Municipais em relação a tudo que iria acontecer para a moralização da entidade, no intuito de sensibilizar os diretores a voltarem atrás na sua decisão de não realizar as eleições de dois em dois anos da forma tradicional, facilitando assim o desgaste que eu já previa.

Na abertura do Congresso, tudo ocorreu de forma natural, muitas pompas e paetês como sempre acontecem tradicionalmente nas aberturas de todos os Congressos. Já no dia seguinte, iniciamos os trabalhos de arrecadação de assinaturas de um Abaixo Assinado, onde solicitávamos do Conselho, eleições imediatas, conforme arrecadações que aconteceram durante todo o primeiro dia com a anuência da grande maioria presente, mas a equipe do CNGM continuava irredutível e de corações duros promoveram uma reunião, mais uma vez de portas fechadas para manutenção absurda daquele Estatuto alterado de forma equivocada para quatro anos, neste momento chega então a inspetora Roseane com uma denúncia bem elaborada, alegando, entre outras, que o presidente Cabral, à época desta alteração do Estatuto, não era mais comandante, porque, conforme reza no próprio Estatuto o impediria de tal ato. Mesmo assim, após a intervenção desta denuncia, o Conselho ignorou a gravidade do problema e apenas protocolou o documento para futuras providências.

Todo este desenrolar ocorria bem no horário do almoço e como eu não participava desta reunião, por ser apenas entre “comandantes” e representantes legais, me encontrava, embora muito indignado, preocupado com o Abaixo Assinado e os próximos passos que seriam tomados logo após a reunião e o reinicio do Congresso. Neste instante o meu telefone toca, era a Dra. Sandra Bóssio solicitando apoio para inspetora Roseane, uma vez que a denúncia e a mesma foram completamente ignoradas e deixadas para segundo plano. Posterior ao telefonema, já ciente e acostumado com este tipo de luta travada em vários Congressos pelo Brasil afora, sabendo que tanto a denúncia quanto a denunciante seriam desconsideradas, mesmo fundamentada e com razão. Foi aí que iniciamos o segundo plano, que foi exatamente reunir as equipes de luta da Guarda Municipal de Belém, os mesmos que foram subestimados em Vila Velha/ES no Congresso anterior.

Através da AGEMBE – Associação dos Guardas Municipais de Belém e o Sindicato local, nos posicionamos nas principais cadeiras do plenário onde o CNGM retomou o evento anunciando mais uma palestra. O palestrante que tratava de assuntos pertinentes há construções e elaboração de estatutos, exemplificando a lei 13022/14, e justamente no momento que o palestrante perguntou aos presentes se tinha alguém com alguma dúvida e que poderia se pronunciar, a equipe já orientada previamente acompanhou a inspetora Roseane e eu, que levantamos as mãos pedindo a palavra.

Com esta surpreendente intervenção, a equipe diretora do CNGM se assustou, tentou e pediu para não entrarmos, tentaram tomar o microfone, tentaram desligar os equipamentos, tentaram até tumultuar, mas, como já estou acostumado com este tipo de intervenções, preparamos a nossa equipe, Associação, Sindicato e a ONG, se posicionando e conseguindo frustrar todas estas investidas do Conselho.

Enquanto era apresentada a denúncia para o Plenário e os espectadores através de um data show, mostrando provas contundentes contra o presidente do CNGM. O silêncio pairava sobre todos, e era notado o estado de surpresa e a indignação em que todos os presentes recebiam, boquiabertos, as informações sobre a denúncia. Terminando a apresentação, a palavra, conforme o combinado foi me passado o microfone, momento que me dirigi a mesa, iniciando minha fala diretamente a equipe do Conselho, e mais uma vez, tentam nos sufocar, reiniciando o tumulto e até desligaram o microfone que eu tinha posse, graças a Deus, esta intervenção também foi frustrada pelos Guardas Municipais de Belém, AGEMBE e Sindicato, dos quais me orgulho muito, porque foram precisos e valentes todo o tempo, conforme planejado.

Com a garantia da palavra, me dirigi ao plenário primeiramente me desculpando, mas explicando que esta intervenção daquela forma seria necessária para dar alguns novos encaminhamentos e em seguida retomaríamos o Congresso normalmente, reiniciando pelas palestras paralisadas momentaneamente para aquele ato.

Expliquei ainda que a denúncia era muito grave para ser ignorada e desconsiderada da forma que foi pelo Conselho e em nome da categoria e como líder Nacional das Guardas Municipais, convoquei representantes da AGEMBE e do Sindicato que iniciaram uma Assembleia, formando a nova mesa, chamando o Vice Presidente do CNGM, Sr. Samuel da cidade de Vila Velha/ES, o Senhor Roberto de Belford Roxo/RJ, O Sr, André e o Corregedor da GM de Canoas/RS, este em seguida fez a defesa do CNGM diante das denúncias, outras pessoas tiveram oportunidades, conforme inscritos para falar sobre o ocorrido.

Resumidamente, todos entenderam que a intervenção fora, sem tempo, mais que necessário, pela moralização da entidade em defesa das Guardas Municipais. Finalizando a Assembleia, o vice- presidente Samuel, foi empossado como presidente interino, tudo isso acompanhado pelos diretores do CNGM, onde deverá em breve convocar nova Eleição.

No dia seguinte, enquanto o novo presidente Interino Samuel estava reunido com os diretores do CNGM, os demais diretores, juntamente com o ex – presidente Cabral, destituído, inconformados, prepararam uma carta, de forma arbitrária, onde constava a informação de uma Liminar, não apresentada e segundo a Dra. Sandra Bóssio, que verificou em todas as instâncias, não existir até àquele momento. A carta foi lida e desrespeitando o público presente finalizam o evento, desfazendo a mesa e se retirando, toda a equipe do CNGM foram escoltados até as portas do local desmoralizados.

Como o Plenário não se desfez num ato de heroísmo, o comandante da GM de Belém, de forma inteligente toma a palavra e reabre o Congresso, momento que o presidente interino retoma o evento fazendo assim a leitura da verdadeira carta de intenções do XXV CONGRESSO NACIONAL DAS GUARDAS MUNICIPAIS que será em breve publicada.

Caros navegantes esta foi a saga ocorrida neste evento, onde avançamos politicamente, demonstrando a todos que a categoria exige transparência e honestidade, esperando que no futuro sirva de lição para os futuros Conselheiros, que deveram respeitar os Guardas Municipais, tal qual a sociedade brasileira que não admite mais insensatez na condução do Governo, os Guardas Municipais não aceitam também a falta de bom senso de um órgão tão importante como o Conselho Nacional das Guardas Municipais.

Cabe registrar aqui, em tempo, que apesar da denúncia que a Inspetora apresentou e o Abaixo Assinado, com mais de 90% de adesão dos presentes, elaborado por mim, as pessoas mais importantes nesta luta foram os Guardas Municipais de Belém e a AGEMBE – Associação dos Guardas Municipais de Belém que deu toda juridicidade e sustentação operacional para que todos nós pudéssemos agir e fazer valer a democracia em respeito à uma categoria tão sofrida como as Guardas Municipais.

NUNCA ESQUEÇAM:
A LUTA NÃO PARA AQUI!
POR NAVAL

Continue Lendo

Notícias

ALERTA GERAL DO COMANDANTE NAVAL SOBRE CONVÊNIO DA PM DE SÃO PAULO X GCM SP

#AvisoaosNavegantes

Este convênio é um cavalo de tróia, precisamos acompanhar e lutar contra qualquer intervenção da PM em nossas Guardas Municipais.

Comandante Naval

Após a leitura das minutas do convênio e do plano de trabalho, identifiquei alguns pontos que podem ser questionados juridicamente, embora nem todos sejam necessariamente inconstitucionais. Alguns parecem contrariar a Constituição, o Estatuto Geral das Guardas Municipais e a interpretação consolidada pelo STF na ADPF 995.

1. Possível inconstitucionalidade na criação de “ocorrências exclusivas da PMESP”O ponto mais sensível está na cláusula que afirma:”Excetuadas as competências privativas e compartilhadas acima descritas, todas as demais ocorrências e naturezas de atendimento permanecem sob responsabilidade exclusiva da PMESP.” 

E no Plano de Trabalho:

“Ocorrências Exclusivas da PMESP: todas as demais ocorrências de natureza policial…” �

Problema jurídico:

O STF, ao julgar a ADPF 995, reconheceu as Guardas Municipais como integrantes do Sistema de Segurança Pública do art. 144 da Constituição e afirmou que elas exercem atividade policial. O STF também afastou a interpretação de que exista monopólio estadual da atividade de policiamento ostensivo municipal. Além disso, não existe na Constituição dispositivo que atribua à Polícia Militar exclusividade geral no atendimento de ocorrências.

A Constituição atribui à PM a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, mas não estabelece exclusividade absoluta sobre todas as ocorrências policiais. Portanto, um convênio não pode criar uma reserva de mercado institucional que a Constituição não criou.

Risco

Esse trecho pode ser interpretado como tentativa de restringir competências já reconhecidas à GCM pela Constituição, pela Lei 13.022/2014 e pela jurisprudência do STF.

2. Possível extrapolação ao definir competências “privativas” da GCM e “exclusivas” da PMESP por convênio. O convênio lista quais ocorrências seriam privativas da GCM, compartilhadas ou exclusivas da PMESP. 

Problema:

Competência constitucional não é matéria que possa ser livremente redefinida por convênio administrativo. A repartição constitucional de competências decorre da Constituição e da lei, não de ajuste administrativo entre órgãos. Um convênio pode disciplinar fluxos operacionais. Já definir que determinada natureza de ocorrência pertence exclusivamente a um órgão pode extrapolar sua finalidade jurídica.

3. Concentração obrigatória das ocorrências no COPOM

O plano prevê:

“As chamadas de emergência serão recebidas exclusivamente pelo telefone 190…”

“A Polícia Militar realizará o atendimento de todas as solicitações feitas pelo telefone 190…” �

Possível questionamento:

Não há problema em o 190 continuar sendo administrado pela PMESP. Entretanto, a redação pode gerar interpretação de subordinação operacional da GCM à triagem do COPOM. A GCM possui autonomia administrativa e operacional própria.

Se na prática o sistema impedir que a GCM receba diretamente demandas relacionadas às suas atribuições legais, poderá surgir discussão sobre violação da autonomia municipal prevista nos arts. 18 e 30 da Constituição.

4. Critério “se houver infração penal a PM assume o caso”

O plano estabelece:

“Se houver infração penal, a PMESP assume o caso; se for apenas administrativa, a GCM conclui o atendimento.” 

Problema:

Esse dispositivo parece incompatível com a jurisprudência atual. Hoje é pacífico que Guardas Municipais podem:

realizar patrulhamento preventivo;

efetuar prisão em flagrante;

conduzir autores à autoridade policial;

apreender objetos relacionados ao crime.

Logo, o simples surgimento de infração penal não extingue automaticamente a competência de atuação da GCM. Esse é um dos pontos mais vulneráveis juridicamente.

5. Aspecto positivo: reconhecimento formal de competências compartilhada.

Por outro lado, o convênio traz um reconhecimento relevante:

“Compete de forma compartilhada à GCM . Esse trecho enfraquece a tese histórica de que a PM teria exclusividade no atendimento de ocorrências. O próprio documento admite oficialmente a existência de competências compartilhadas. Esse reconhecimento pode ser utilizado como argumento favorável à GCM em debates institucionais.

6. Aspecto positivo: integração sem subordinação hierárquica.

Conclusão:

Os trechos mais vulneráveis juridicamente são:

A criação de uma categoria genérica de “ocorrências exclusivas da PMESP”.  A tentativa de definir competências constitucionais por convênio administrativo. 

A regra segundo a qual qualquer infração penal faria a PM assumir a ocorrência, reduzindo a atuação da GCM. 

A centralização absoluta do fluxo de emergências no COPOM, se aplicada de forma a limitar a autonomia operacional da GCM. 

O restante do convênio — integração tecnológica, compartilhamento de imagens, acesso ao SIOPM, participação da GCM no RIESP, assentos no COPOM e operações conjuntas — parece juridicamente defensável e compatível com a lógica de cooperação federativa prevista pela Constituição.

Comandante Naval

Continue Lendo

Notícias

COMANDANTE NAVAL CONSIDERA RENAN SANTOS UM FENÔMENO NA POLÍTICA DO BRASIL

#AvisoaosNavegantes

O Pré candidato a Presidente da Republica pelo partido político Missão, Renan Santos é um ativista, empresário e político brasileiro. É um jovem ousado e corajoso, o tipo de ser humano que estava faltando para encarar de verdade os problemas que o nosso Brasil atravessa. Peço a todos os Brasileiros e o mundo, prestem atenção no próximo presidente do nosso país.

Ainda digo com certeza que, o Renan Santos antes das convenções partidárias atinge 15%, ele vai para o segundo turno e ganha esta eleição.

Naval

Renan Santos é conhecido principalmente como um dos fundadores e coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e, Presidente do Partido Missão, do qual sou pré candidato à deputado federal pelo estado de São Paulo. Ele ganhou notoriedade nacional durante os protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e é uma figura central do liberalismo e da direita conservadora/liberal no cenário político.

Sua atuação e história envolvem algumas frentes principais:

  • Ativismo no MBL: Ao lado de nomes como Kim Kataguiri e outros, Renan ajudou a criar o MBL, um movimento que teve papel fundamental na mobilização de rua contra o PT e na articulação de pautas liberais na economia e conservadoras nos costumes. Mobilização muito parecida com a Marcha Azul Marinho (apesar de menor) que aprovou a lei federal 13022/14, o estatuto Geral das Guardas Municipais, por isso Renan me chamou tanto a atenção.
  • Posicionamento Ideológico: Suas críticas são frequentemente direcionadas tanto ao governo de Lula (a quem classifica como populista) quanto ao bolsonarismo, o que o coloca em uma posição de tentar disputar o eleitor de centro-direita e antipetista.
  • Pré-candidatura Presidencial: Ele lançou seu nome como alternativa à polarização nacional, focando combate ao crime organizado, além de pautas regionais, corte de gastos, desburocratização e redução das leis trabalhistas (CLT).

Equipe Naval

Continue Lendo
Publicidade

Mais Populares

Guardas Municipais - Todos os direitos reservados © 2021 | Desenvolvido por Melhores Templates