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A verdadeira história que a mídia não mostrou

Nesta semana fomos surpreendidos mais uma vez por alguns meios de comunicação por altas críticas referentes a Guarda Municipal da cidade de Lauro de Freitas no estado da Bahia.

Diante de tais fatos, como conheço os profissionais daquela cidade e o atual Comandante Jarbas Pires que é meu amigo e irmão de luta para a construção de uma nova segurança pública de qualidade para a sociedade brasileira atendendo minha solicitação enviou ao nosso portal uma carta que exclarece a verdade sobre a matéria veículada pela metade. Coisa rotineira neste meio e que muitas vezes atrapalha e deixa em dúvidas de que lado alguns jornalistas estão?

Deveriam apurar melhor as denuncias antes de veicular meias verdades, segue a VERDADE:

Prezado Naval:
O vídeo apresentado de forma pejorativa na mídia a respeito de uma ação da Gm de Lauro de Freitas não denota toda a verdade dos fatos.

A guarnição durante a passagem foi desacatada pelos envolvidos com termos chulos de “viadinho” etc e quando desembarcaram para saber o porquê de tais provocações, houve ofensas, desacatos e até uma agressão com um sôco contra um colega, além de ameaça de morte contra os agentes.

Diante dos fatos e visando o uso diferenciado da força, já que primeiramente foram usados o nível de verbalização e os posteriores, e que não houve nem respeito nem cooperação dos envolvidos, os GMs tiveram que usar a força para conduzir os envolvidos até a Delegacia mais próxima para registro da Ocorrência, diga-se de passagem, não aconteceria se fosse um convite educado do tipo: por gentileza, os senhores nos acompanham até a delegacia?
Chegando lá, se constatou que os envolvidos já possuíam diversas passagens na Delegacia com ficha criminal, e foram detidos por desacato e lesão corporal (mediante a agressão praticada).

A Guarda Municipal de Lauro de Freitas vem desenvolvendo um trabalho de excelência ao lado da comunidade local a anos, tanto é verdade que, é solicitada para todos os eventos da Cidade, quando não pelos órgãos públicos, pela própria comunidade.

Sabemos que a sociedade vive uma inversão de valores, e muitos insistem em desrespeitar os agentes de Segurança Pública, especialmente os guardas municipais. Questiona-se o uso de armas de fogo pelos agentes defensores da lei, mas acha-se normal o uso de armas de fogo por pessoas a margem da Lei, e isso sim é abominável.

Não se pode admitir que a honra das pessoas sejam feridas, em especial no campo profissional, por um vídeo que só mostra parte do que aconteceu, omitindo os fatos principais, causando dúvidas em relação a verdade.
A Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas, a Câmara Municipal daqui que já honrou a GM com 3 prêmios de reconhecimento por serviços prestados sabem que podem contar com a dedicação e profissionalismo desses agentes e o mais importante, a população é parceira e amiga, sabe que pode contar com a guarda sempre.

A sociedade precisa entender que as Leis e normas foram criadas em junção com as forças policiais, porque houve um crescimento desordenado da população ao longo dos anos, e isso envolve diversos fatores… Existe um esforço extremo das instituições policiais para recuperar a confiança da população, e é aí que as guardas municipais ganham espaço, pois fazem um serviço preventivo e comunitário de excelência, consolidados nos direitos e garantias fundamentais do ser humano conforme a CF/88 prevê. E não fugindo esse pilar, a nossa GM conquistou por representantes da Parada Gay, o troféu de Cidadania e Direitos Humanos, o que demonstra que a GM de Lauro de Freitas, é altamente profissional e respeitosa perante o povo. Infelizmente fatos como estes acontecem, quando o respeito deixa de existir contra agentes defensores da lei.

As portas da GM de Lauro de Freitas estão abertas para quaisquer esclarecimentos, e não é este fato que enfraquecerá o elo de confiança desenvolvido entre a GM e o povo de Lauro de Freitas.
Grande Abs, e que Deus continue nos abençoando.

Jarbas – CMT GM Lauro de Freitas/Ba
Lauro de Freitas, 12 de Novembro de 2014

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PEC 18 APROVADA NA CCJ, E AGORA?

#AvisoaosNavegantes

Eu já sabia, quando solicitei para se afastarem de Brasília, permaneceram. Agora eu sei!

#Naval

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação da PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) em 14 de outubro de 2026, e o texto seguiu para o Plenário do Senado, ainda não estando aprovada em definitivo.

Situação atual e próximos passos

  • Onde está: A matéria foi aprovada na CCJ e agora aguarda votação no Plenário do Senado Federal.
  • Votação necessária: Por alterar a Constituição, precisa ser aprovada em dois turnos no Plenário, com o voto favorável de pelo menos 49 dos 81 senadores em cada uma das etapas. [1]
  • Principais pontos do texto:
    • Insere o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição Federal.
    • Estabelece regime penal mais rígido para líderes e integrantes de facções criminosas, milícias e grupos paramilitares (como cumprimento de pena em presídio de segurança máxima e restrições a benefícios).
    • Permite a expropriação de bens ligados a atividades criminosas sem indenização.
    • Autoriza a criação de polícias municipais (guardas municipais com atuação ostensiva) e amplia a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para ferrovias e hidrovias.
    • Define novas regras de financiamento para o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).
    • #Equipenaval
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REPRESENTANTES DAS GMs NÃO CONSEGUEM AMENIZAR PREJUÍZOS NA PEC 18

#AvisoaosNavegantes

Há alguns anos deixei por conta destes pseudos líderes que estão afundando a Nação Azul Marinho, (criticavam as Marchas Azul Marinho e o Naval). Um dia destes um coronel me ligou dizendo assim: Naval ainda bem que você se aposentou, lidar com este pessoal é muito fácil, acreditam em tudo, já com você a luta era difícil!

#Naval

A PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) divide opiniões e gera forte preocupação entre representantes das Guardas Municipais, que apontam pontos críticos no texto em tramitação no Congresso.

Em outubro de 2026, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação do relatório e a matéria seguiu para o Plenário.

Principais pontos de debate e críticas da categoria

  • Criação de novo modelo em vez de reconhecimento automático: O texto prevê a criação de polícias municipais, mas entidades de classe (como a Fenaguardas e Sindguardas) argumentam que a proposta não reconhece de forma automática as atuais guardas como órgãos policiais, gerando um hiato jurídico entre a nomeação e a efetivação.
  • Exigências e limites populacionais: Críticos apontam que o texto impõe condicionantes (como limite mínimo de 100 mil habitantes para determinadas estruturas e regras de acreditação) que deixam de fora grande parte dos municípios.
  • Risco de extinção: Há receio de que corporações que não conseguirem se adaptar às novas exigências dentro de prazos estabelecidos (como regras baseadas na Lei 13.022/2014) enfrentem processos de extinção ou desestruturação.
  • Autonomia municipal e subordinação: Entidades sindicais e comunitárias criticam possíveis interferências na autonomia das prefeituras e regras de subordinação ou padronização estadual/federal sobre as forças locais.

Argumentos favoráveis e justificativas

  • Integração e fortalecimento: Defensores da proposta e o relator argumentam que a PEC busca estruturar o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição, integrando as forças e dando amparo jurídico para o policiamento ostensivo e comunitário realizado pelas guardas.
  • Valorização profissional: O texto visa padronizar competências e oferecer maior clareza de atuação no combate à criminalidade urbana, saindo do modelo restrito apenas à guarda patrimonial.
  • #EquipeNaval – I.A

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