Connect with us

Notícias

28 anos do Maior Portal de Guardas Municipais do Mundo

Publicado

em

#Avisoaosnavegantes

Abaixo um texto de 2011, que conta a história da internet no Brasil, um pouco da história que está relacionada a nossa LUTA, voce sabia que o maior portal de guardas municipais do mundo (https://guardasmunicipais.com.br/) é o primeiro site no mundo sobre o assunto?

Exatamente isso, nosso portal nasceu em 1993, momento que a internet no Brasil estava iniciando para valer, pois até esta data a internet no país ainda não era comercializada. Sugiro que conheça um pouco sobre a iinternet no Brasil e em breve vamos trazer uma nova roupagem para o nosso portal que além de ser o mais antigo, tem como idealizador, #NAVAL, o guerreiro simbolo da Nação Azul Marinho, da nossa luta por mais segurança pública municipal e pela POLICIA MUNICIPAL.

#equipe

#ongsossegurançadavida


20 anos de internet no Brasil: aonde chegamos?
04/03/2011 às 16:15
11 min de leitura

Felipe Arruda

Se você nasceu depois de 1994, acredite: houve uma época em que não tínhamos internet. Ou melhor, a internet até existia, mas o acesso a ela era restrito a militares e pesquisadores. Para piorar, no início a rede mundial de computadores servia basicamente para troca de emails, já que as páginas da web ainda não haviam sido inventadas.

Como boa parte das tecnologias, o desenvolvimento da internet também começou para fins militares. Em plena Guerra Fria, os Estados Unidos buscavam uma forma descentralizada de comunicação e armazenamento de dados, que continuasse ativa mesmo que parte dela fosse bombardeada, por exemplo.

A tal rede foi desenvolvida em ambiente acadêmico, mas com o financiamento de um órgão militar especialmente construído para esse fim, em 1958: a Advanced Research Projects Agency (ARPA), que estava diretamente vinculada ao Departamento de Defesa dos EUA.

Fonte da imagem: Wikipedia

A primeira demonstração da ARPANET, que podemos considerar como sendo a mãe da internet, aconteceu em 5 de agosto de 1968. Na internet é possível encontrar os mapas que mostravam os pontos conectados por meio da ARPANET. Em dezembro de 1969, por exemplo, a rede era composta por apenas quatro pontos. Muito diferente da visão que temos em março de 1977, quando dezenas de hosts estão interconectados.

Com o passar do tempo e o crescimento da ARPANET, a rede começou a ser utilizada também por universidades e, na década de 80, adotou o TCP/IP, protocolo atualmente em uso na internet, como tecnologia padrão para comunicação.

Aliado à popularização do computador pessoal (PC) e do TCP/IP, outra “personagem” que ajudou a convergir todas essas tecnologias para a criação da internet foi a NSFnet, uma rede criada pela National Science Foundation com o objetivo de interligar outras redes.

A chegada da grande rede ao Brasil

O que possibilitou a chegada da internet ao Brasil foi outra predecessora da rede: a Bitnet, uma rede de universidades fundada em 1981 e que ligava Universidade da Cidade de Nova York (CUNY) à Universidade Yale, em Connecticut.

Em solo brasileiro, a Bitnet conectava a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) ao Fermilab, laboratório de física especializado no estudo de partículas atômicas, que ficava em Illinois, nos Estados Unidos.

As duas instituições eram ligadas via linha telefônica, por meio de um fio de cobre dentro de um cabo submarino. Bastante rudimentar se compararmos com as fibras ópticas de hoje. Como a conexão era do tipo ponto a ponto, ela também dispensava a discagem: a FAPESP estava sempre conectada ao Fermilab.

Em 1990 foi criada a Rede Nacional de Pesquisa (RNP), pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, com o objetivo de implantar uma infraestrutura com abrangência nacional para os serviços de internet.

Fonte da imagem: physicsworld

E já que a internet se popularizava entre o meio acadêmico dos Estados Unidos, o Fermilab também resolveu adotar a nova tecnologia. Porém, sem abandonar o uso da Bitnet. Por isso, com o passar do tempo a conexão entre a FAPESP e o Fermilab acabou se tornando a única rota de saída de dados do Brasil para o mundo e a principal conexão tupiniquim com a internet, no início de 1991. A Fundação também ficou encarregada da administração do dominínio “.br” e da distribuição dos números IPs para o Brasil.

Outra novidade no cenário nacional foi a expansão da rede dentro do país. Uma nova conexão interligava a FAPESP ao Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), no Rio de Janeiro. Posteriormente, as conexões de internet foram estendidas também para outras instituições dentro de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Essas conexões usavam linhas privadas que operavam na faixa de 2.400 a 9.600 bits por segundo (bps).

A própria conexão entre a FAPESP e o Fermilab operava a 4.800 bps até setembro de 1990, quando então passou a trafegar dados a 9600 bps. Esse valor é muito inferior ao que temos hoje em nossas casas, com as conexões de até 10 megabits por segundo (Mbps), por exemplo. Hoje, a conexão atual da FAPESP opera na faixa de 10 Gigabits por segundo (Gbps).

O engraçado é que na época a internet não era tão diferente da Bitnet, em termos de usabilidade. Os pesquisadores usavam a rede basicamente para trocar mensagens eletrônicas com cientistas de outras instituições acadêmicas. A grande novidade era o fato de que os endereços de email agora faziam parte do domínio “.br”.

Em 1992 a RNP já tinha implementado uma rede de abrangência nacional, interligando 11 capitais brasileiras por meio de uma malha de 9.600 bps. Já as conexões entre Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre possuíam links de 64.000 bps.

Outra novidade neste mesmo ano foi o aparecimento de organizações que passaram a agir localmente, em nível estadual. A Rede Rio, por exemplo, conectava instituições de ensino do Rio de Janeiro usando enlaces de 64.000 bps. Mais tarde a instituição se ligou à California Education and Research Federation Network), no Centro de Computação de San Diego, Estados Unidos.

No estado de São Paulo surgiu a Academic Network at São Paulo (ANSP), que interligou a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), e o IPT, Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo.

Nesse período a conexão que ligava a FAPESP ao Fermilab também ganhou um upgrade, passando a trafegar dados a 64 Kilobits por segundo (Kbps; 64 mil bps). Além disso, também surgiram redes estaduais em Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.

A internet começa a ficar ainda mais interessante com o surgimento da World Wide Web (WWW), em 1990. O responsável por escrever o protocolo HTTP, que possibilita a transferência de páginas web para os navegadores, foi Timothy Berners-Lee, que participou recentemente como palestrante na Campus Party Brasil.

Fonte da imagem: Wikipedia

Em 1993 os pesquisadores da Universidade de Illinois Urbana-Champaign criaram o Mosaic, o primeiro browser a funcionar no Windows, o que também favoreceu uma popularização maior da web.

Em 1994, a internet finalmente sai do nicho acadêmico e passa a ser comercializada para o público em geral. No Brasil, a EMBRATEL lança o Serviço Internet Comercial, em caráter experimental e com conexão internacional de 256 Kbps. Cinco mil usuários foram escolhidos para testar o serviço.

Fonte da imagem: Linha do Tempo da Internet no Brasil

Em maio de 1995 o serviço começou a funcionar de forma definitiva e, para evitar o monopólio estatal da internet no Brasil, o Ministério das Comunicações tornou pública a sua posição a favor da exploração comercial da rede mundial no país.

A internet passou a ser capa de revistas e até assunto de novela, se popularizando cada vez mais, crescendo de maneira espantosa. Em 1996 foram lançados grandes portais e provedores de conexão à rede no Brasil e, em 1998, o país já ocupava o 19º lugar em número de hosts no mundo e o liderava o pódio na América do Sul. No continente americano, ficava atrás apenas dos Estados Unidos e Canadá.

Já estava consolidado o uso da internet no Brasil. Quase dez anos depois, em 2007, o Brasil movimentava cerca de 114 bilhões de dólares em comércio eletrônico e possuía uma base de 40 milhões de computadores instalados no país. De acordo com o Ibope/NetRatings, tínhamos cerca de 18 milhões de internautas residenciais.

Softwares das décadas passadas
Nesses vinte anos de internet no Brasil, muita coisa mudou. Hoje a rede mundial está muito mais presente em nosso cotidiano e se tornou um dos principais meios de comunicação e de entretenimento do país. Além disso, o comércio eletrônico passou a ser uma exigência para empresas, mesmo que sejam de pequeno porte.

E para podermos traçar um comparativo, que tal darmos uma olhada nas tecnologias que dominavam a internet no passado?

Web browsers

Fonte da imagem: Wikipedia

Como já citamos anteriormente, o Mosaic foi o navegador responsável por popularizar a World Wide Web. Com a versão inicial (0.5) lançada em janeiro de 1993, o browser também servia como um cliente para protocolos de transferência de arquivos (FTP), leitura de fóruns de discussão via Usenet (NNTP) e Gopher, uma espécie de predecessor da WWW.

O software começou a ser desenvolvido no final de 1992, pelos engenheiros Marc Andreessen e Eric Bina, do Centro Nacional de Aplicações de Supercomputação (NCSA), na Universidade de Illinois Urbana Champaign. O Mosaic foi aperfeiçoado até janeiro de 1997, quando foi oficialmente descontinuado.

Por causa de tanta popularidade, muita gente pensa que o navegador do NCSA foi o primeiro browser a surgir. Mas a verdade é que o Mosaic foi precedido por dois outros navegadores, o Erwise e o ViolaWWW.

O Erwise foi lançado em abril de 1992 e foi o primeiro navegador web a usar uma interface gráfica de interação com o usuário. O software foi desenvolvido para funcionar com o sistema operacional Unix, e foi concebido como projeto de mestrado de quatro estudantes finlandeses da Universidade de Tecnologia de Helsinque: Kim Nyberg, Teemu Rantanen, Kati Suominen and Kari Sydänmaanlakka.

Fonte da imagem: Wikipedia

Dizem que Timothy Berners-Lee, criador da WWW, viajou até a Finlândia para incentivar os estudantes a continuarem com o desenvolvimento do Erwise, que havia sido interrompido depois que todos se formaram. Infelizmente o projeto não vingou por falta de patrocínio.

Já o ViolaWWW teve uma carreira bem mais popular. O navegador, desenvolvido por Pei-Yuan Wei na Universidade da Califórnia em Berkley, na época chegou até a ser recomendado como browser ideal pela Organização Europeia para a Investigação Nuclear (CERN).

Fonte da imagem: Wikipedia

A primeira versão do ViolaWWW saiu em abril de 1992, também para o sistema Unix. Foi o primeiro navegador a ter suporte para folhas de estilo e tabelas, além de scripts embarcados e formulários para a entrada de informações.

Clientes de email
Um dos primeiros clientes de email a ter uma interface com o usuário, ainda que em modo texto, foi o Elm. Criado por volta de 1986, ele oferecia aos usuários a possibilidade de responder e repassar mensagens com atalhos fornecidos em uma linha de comando.

Fonte da imagem: Wikipedia

A última versão do Elm foi lançada em 2005 e, por incrível que pareça, ainda está em desenvolvimento, mesmo que funcione apenas em modo texto e em sistemas Unix. Hoje esse cliente de email tem funções mais avançadas, como a possibilidade de ordenar as mensagens por data ou nome, além de poder lidar com anexos e ter uma interface mais visual.

Um dos concorrentes do Elm foi o MUTT, lançado em 1996 e que trouxe novidades de peso, como a possibilidade de ordenar as mensagens por assunto (threads) e de utilizar os protocolos POP e IMAP.

Outros clientes de email popular na época foi o Citadel/UX, que tinha suporte para criptografia SSL e para diversos protocolos de email, além de possibilitar que seus usuários compartilhassem agendas.

Além desse, também podemos destacar o Eudora, que nasceu em 1988 e o YAM, que tinha suporte para múltiplos usuários, hierarquia ilimitada de pastas, filtros, interface configurável e diversas funções que fazem parte ainda hoje dos clientes de email mais modernos.

E acredite, naquela época também já existiam spammers. O primeiro registro de que se tem notícia de um spam foi sobre o anúncio de um novo sistema de computador em 1973, enviado para mais de 600 usuários da ARPANET, que tiveram seus endereços digitados manualmente pelo spammer. Haja paciência!

Comunicação instantânea

Fonte da imagem: Wikipedia

MSN? Google Talk? Nada disso! Os primeiros softwares de comunicação instantânea não tinham nem um servidor central, em que os usuários se conectavam. A comunicação era feita no estilo peer-to-peer, ponta a ponta.

O comando talk, do Unix, foi muito popular durante os anos 80 e início da década de 90. Uma característica curiosa era o fato de que a mensagem era enviada letra a letra e, portanto, a outra ponta podia ler as palavras à medida que elas eram digitadas.

Outro sistema muito popular e bem mais moderno é o Internet Relay Chat (IRC). Inventado em 1988, o protocolo foi desenvolvido para possibilitar a comunicação em grupo, em salas de bate-papo chamadas de “canais”. Porém, o sistema também possibilitava conversas privadas e até mesmo troca de arquivos.

Fonte da imagem: Wikipedia

Engana-se quem pensa que o IRC está morto e que usar o mIRC é coisa do passado. Em maio de 2009, os cem principais servidores de IRC da internet proporcionaram conversas entre mais de meio milhão de usuários, distribuídos em centenas de milhares de canais. É comum encontrar canais dedicados a projetos de software livre em redes como a Freenode e OTFC, em que desenvolvedores e usuários discutem os rumos de cada projeto.

Em meados dos anos 90 começaram a surgir os clientes de mensagem instantânea mais parecidos com o que temos hoje dia. Entre eles destacam-se o PowPow, desenvolvido pela empresa Tribal Voice, o AOL Instant Messenger (AIM), ainda em desenvolvimento e uso, e o famoso ICQ, que teve sua primeira versão lançado em 1996 e foi o primeiro software desse tipo a ser amplamente utilizado na internet.

Os sites do passado

Pouca gente sabe, mas existe uma espécie de museu online que guarda cópias dos sites ao longo dos anos. A Wayback Machine é uma máquina do tempo virtual, mantida pela Internet Archive, uma organização sem fins lucrativos com base em São Francisco, Califórnia.

Ao visitar o site do projeto, o usuário pode ver como eram as páginas anos atrás e até navegar por elas. Quer ver como era o Baixaki em 2001, por exemplo? Então acesse a Wayback Machine, digite o endereço https://www.baixaki.com.br no campo para entrada de texto, e clique no botão “Show All”. Depois, basta navegar pelo calendário e pela história do site.

Aproveite e confira também como eram as páginas iniciais do Yahoo! em 1996, do Google em 1998 e do portal Terra, em 2000.

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/internet/8949-20-anos-de-internet-no-brasil-aonde-chegamos-.htm

Continue Lendo
Clique para comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Doria anuncia vacinação de policiais e professores em São Paulo

Publicado

em

#Avisoaosnavegantes

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que o Estado vai começar a vacinar professores e policiais contra a covid-19. A informação foi divulgada nesta 4ª feira (24.mar.2021), em entrevista no Palácio dos Bandeirantes.

A imunização dos 180.000 profissionais da segurança pública da ativa começará em 5 de abril. Serão vacinados policiais militares, policiais civis, bombeiros, agentes penitenciários e integrantes das guardas civis municipais.

A partir de 12 de abril, terá início a 1ª etapa de vacinação dos profissionais da educação, das redes estadual, municipal e privada. Serão imunizados 350.000 professores, diretores, inspetores e outros funcionários que atuam em escolas. O número equivale a 40% dos profissionais da educação básica.

Para receber a vacina, o profissional precisa ter 47 anos ou mais. No caso de funcionários da rede privada, será preciso apresentar o contracheque dos 2 últimos meses para comprovar o vínculo empregatício.

O anúncio foi divulgado antes, no perfil de Doria no Twitter.

A vacinação de idosos de 69, 70 e 71 anos foi antecipada no Estado para começar na 6ª feira (26.mar).

Foram vacinadas no Estado 5.001.306 de pessoas até o início da tarde de 4ª feira (24.mar.2021). Dessas, 1.276.901 já tomaram as duas doses da CoronaVac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. A marca de 5 milhões de imunizados foi atingida durante a entrevista concedida por Doria.

O Instituto Butantan entregou, nesta 4ª feira (24.mar), mais 2,2 milhões de doses da vacina ao Ministério da Saúde. No total, São Paulo repassou 27,8 milhões de doses do imunizante ao governo federal. Segundo o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, na próxima semana serão entregues mais 8,4 milhões de doses. “Serão 36,2 milhões de doses entregues em menos de 3 meses”, afirmou.

CRÍTICAS AO GOVERNO FEDERAL

Doria disse que está “cansado e ouvir promessas” do Ministério da Saúde sobre a chegada de vacinas. “Enquanto aumentamos o número de casos e óbitos, o ministério reduz a expectativa de vacinas. Ao novo ministro da Saúde, espero que tenha sucesso, pelo bem do Brasil, e que providencie as vacinas ao povo brasileiro”. 

O governador também criticou a criação de um comitê, pelo presidente Jair Bolsonaro, envolvendo governadores e chefes de Poderes para tratar de medidas de combate à pandemia. Disse que o Brasil quer vacinação, “não um comitê de adulação ao presidente da República”. “O comitê não nos representa, não fomos convidados. Para quem, como eu, assistiu à farsa do depoimento de Jair Bolsonaro na TV ontem, com mentiras e inverdades, não é confiável a realização de um comitê que exclui governadores que estão trabalhando para proteger vidas”, afirmou Doria.

O comitê foi criado nesta 4ª feira (24.mar), em reunião feita em Brasília que contou com a presença de 5 governadores, um de cada região do país: Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná; Renan Filho (MDB), governador de Alagoas; Cláudio Castro (PSC), governador do Rio de Janeiro; Ronaldo Caiado (DEM), governador de Goiás; e Wilson Lima (PSC), governador do Amazonas.

SITUAÇÃO DA PANDEMIA

São Paulo passa pelo momento mais crítico de internações e mortes em decorrência do coronavírus. Na 3ª feira (23.mar), foram registradas 1.021 mortes por covid-19 em 24 horas. O número é o maior já registrado em 1 só dia desde o começo da pandemia. O recorde anterior era de 679 mortes, de 16 de março. O Estado tem 2.332.043 casos confirmados de covid e 68.623 mortes pela doença.

Nesta 4ª feira (24.mar) foram registradas 281 mortes no Estado. As autoridades paulistas disseram que a queda brusca se deve a uma mudança no sistema de cadastro de informações de casos e óbitos de covid, preenchido pelos municípios. O Ministério da Saúde passou a exigir outros dados para alimentar o sistema, como número de CPF, e número do cartão SUS. Segundo o secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn, o aumento de dados solicitados “burocratizou” o processo.

“Todos esses dados retardam o aporte da informação”, disse.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI (unidade de terapia intensiva) são de 92,3% no Estado e de 91,7% na Grande São Paulo, segundo dados do governo desta 4ª feira (24.mar). O Estado tem 12.442 pacientes internados em UTI. No dia anterior eram 12.317, segundo Jean Gorinchteyn. A ocupação nos hospitais está em níveis recordes. Há 1 mês, em 22 de fevereiro, havia 6.400 pacientes internados em UTI.

O número de novas internações desta semana é menor do que o de semanas anteriores, quando cerca de 300 pessoas eram internadas por dia em São Paulo. Segundo o secretário, pode ser um efeito do maior rigor nas restrições para funcionamento de atividades econômicas e circulação de pessoas.

Desde o dia 15 de março o Estado está na “fase emergencial”, classificação mais restritiva nas medidas de contenção da pandemia. A medida vale até 30 de março.

Fonte:  https://www.poder360.com.br/coronavirus/doria-anuncia-vacinacao-de-professores-e-policiais-em-sao-paulo/

Continue Lendo

Notícias

Plenário garante porte de arma a todas as Guardas Municipais do país

Publicado

em

#AVISOAOSNAVEGANTES

Os ministros derrubaram vedação do Estatuto do Desarmamento que proibia o porte de armas de fogo por integrantes de guardas municipais em municípios com menos de 50 mil habitantes.

Por maioria de votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou que todos os integrantes de guardas municipais do país tenham direito ao porte de armas de fogo, independentemente do tamanho da população do município. Na sessão virtual concluída em 26/2, a Corte declarou inconstitucionais dispositivos do Estatuto de Desarmamento (Lei 10.826/2003) que proibiam ou restringiam o uso de armas de fogo de acordo com o número de habitantes das cidades.

O Tribunal julgou parcialmente procedentes as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 5948 e 5538, ajuizadas, respectivamente, pelos partidos Democratas (DEM) e Verde (PV), e improcedente a Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 38, ajuizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O colegiado tornou definitiva a medida cautelar deferida pelo relator, ministro Alexandre de Moraes, em junho de 2018, e invalidou os trechos de dispositivos que autorizavam o porte de arma de fogo apenas para os integrantes de guardas municipais das capitais dos estados e dos municípios com mais de 500 mil habitantes e para os guardas municipais dos municípios com mais de 50 mil e menos de 500 mil habitantes, quando em serviço.

Sistema de Segurança Pública

Em seu voto, o ministro Alexandre de Moraes verificou que os dispositivos questionados estabelecem uma distinção de tratamento que não se mostra razoável, desrespeitando os princípios da igualdade e da eficiência. Segundo o relator, atualmente, não há dúvida judicial ou legislativa da presença efetiva das guardas municipais no sistema de segurança pública do país. Nesse sentido, ele lembrou a decisão do STF no Recurso Extraordinário (RE) 846854, com repercussão geral, em que o Plenário reconheceu que as guardas municipais, existentes em 1.081 dos 5.570 municípios brasileiros, executam atividade de segurança pública essencial ao atendimento de necessidades inadiáveis da comunidade. E, no plano legislativo, citou a edição da Lei 13.675/2018, que coloca as guardas municipais como integrantes operacionais do Sistema Único de Segurança Pública.

Incidência de infrações

Ainda conforme o ministro Alexandre, caso se admita restringir o porte de arma a integrantes do sistema geral de segurança pública, a medida deveria guardar relação com o número de ocorrências policiais ou algum outro índice relevante para aferição da criminalidade. Esse entendimento, a seu ver, é afirmado pela própria Lei 13.675/2018, ao estabelecer que as atividades de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública serão aferidas, entre outros fatores, pela maior ou menor incidência de infrações penais e administrativas em determinada área.

Ele apontou, ainda, que o aumento do número de mortes violentas, nos últimos anos, tem sido consistentemente maior nos municípios em que a lei restringiu ou proibiu o porte de arma por integrantes da guarda municipal. Portanto, “o tratamento exigível, adequado e não excessivo” consiste em conceder idêntica possibilidade a todos os integrantes das guardas civis, em razão da sua efetiva participação na segurança pública e da similitude nos índices de mortes violentas nos diversos municípios, independentemente de sua população

Ficaram vencidos os vencidos os ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin e a ministra Cármen Lúcia, que se pronunciaram pela constitucionalidade das regras. Segundo Barroso, primeiro a abrir a divergência, não há, no caso, violação a direito fundamental nem a qualquer interesse contramajoritário ou excepcional que justifique a atuação do STF.

 

Fonte: http://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=461415&ori=1

Continue Lendo

Notícias

Porte Nacional para as Guardas Municipais

Publicado

em

Continue Lendo
Publicidade

Mais Populares

Guardas Municipais - Todos os direitos reservados © 2021 | Desenvolvido por Melhores Templates