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Reunião debate sobre guarda municipal

Foto: Angelo Pontes – Reunião debate a reativação da Guarda Municipal

#AVISOAOSNAVEGANTES – 16/04/18

A Iª Marcha Azul Marinho de Camaçari na Bahia já está surtindo efeito positivo e graças a compreensão da administração pública municipal e o prefeito que demonstra ser visionário acenou que poderá apoiar o movimento que já ganhou o apoio da sociedade local e aguarda ansiosamente o pronunciamento final do prefeito Antonio Elinaldo Araujo da Silva. Vereadores já demonstram também que estão atentos ao cenário nacional em um momento que todo o Brasil está investindo neste novo modelo de POLICIA MUNICIPAL com o apoio do novo Ministério Extraordinário da Segurança Pública.

Parabéns à grande lider Rosilda Carrilho e toda a Comissão Organizadora da Iª Marcha Azul Marinho de Camaçari que também será a VIII MARCHA BAIANA.

Em nome das FAMÍLIAS e do povo eu agradeço!

#naval


SEGURANÇA PÚBLICA

Reunião debate sobre guarda municipal

11/07/2017 14h37 – Atualizado em 13/07/2017 12h08

Uma comissão representativa de servidores que ocupam no município o cargo de guarda municipal, composta por 12 funcionários, foi recebida na manhã dessa terça-feira (11/07) pelo prefeito Antonio Elinaldo e os secretários da Administração, Reginaldo Paiva, e da Fazenda, Renato Almeida, para tratar sobre a reativação da Guarda Municipal, pauta proposta pelo grupo recebido.

Os profissionais agradeceram ao prefeito por ter aberto o canal de diálogo e já veem esse encontro com um importante passo, uma vez que nunca foram recebidos por nenhum gestor municipal desde a extinção da Guarda Municipal, por meio da Lei Municipal nº. 368, de fevereiro de 1997.

O prefeito Antonio Elinaldo deu boas-vindas a todos e agradeceu a comissão pela iniciativa. “Vocês estarem aqui, demonstra que estão com vontade do contribuir com a gestão, que querem ver a nossa cidade prosperar”, declarou. O gestor reforçou a importância da Guarda Municipal, mas também ponderou, juntamente com o secretário da Fazenda, Renato Almeida, sobre o cenário econômico do município, que teve uma perda no semestre de cerca de R$ 50 milhões na arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) e isso sempre reflete nos investimentos da administração, quer seja em estrutura física ou de pessoal.

“Estou muito feliz com esse encontro, essa é uma ação que vou ficar muito satisfeito em ver acontecer, mas ela depende de um estudo de viabilidade detalhado, tem que ser uma decisão responsável, e ela será tomada de forma conjunta, será uma decisão de governo”, esclareceu o prefeito.

Como sugestão, até que o estudo seja concluído, a servidora Rosilda Carrilho, como forma de levantar a autoestima e incentivar os profissionais, pediu para que a gestão ofereça a identificação dos servidores, que atuam como vigilantes, com crachá e farda específica. O documento formal do pleito será entregue até sexta-feira (24/7), no gabinete do secretário da Administração, Reginaldo Paiva, que avaliará a solicitação.

A Guarda Municipal foi criada pela Lei Municipal nº. 280, em dezembro de 1993, e extinta há mais de 20 anos. Atualmente há 148 profissionais que ocupam o cargo de guarda municipal.

A reunião foi acompanhada pelos presidente e relator da Comissão de Políticas Públicas para Direitos Humanos e Segurança Pública, os vereadores Val Estilos e Dilson Magalhães Junior, respectivamente, e pelo vereador Junior Borges.

Autor: ASCOM/PMC

Fonte: http://www.camacari.ba.gov.br/2015/detalhe_noticia.php?cod_noticia=23609#prettyPhoto[gallery2]/0/

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ALERTA GERAL DO COMANDANTE NAVAL SOBRE CONVÊNIO DA PM DE SÃO PAULO X GCM SP

#AvisoaosNavegantes

Este convênio é um cavalo de tróia, precisamos acompanhar e lutar contra qualquer intervenção da PM em nossas Guardas Municipais.

Comandante Naval

Após a leitura das minutas do convênio e do plano de trabalho, identifiquei alguns pontos que podem ser questionados juridicamente, embora nem todos sejam necessariamente inconstitucionais. Alguns parecem contrariar a Constituição, o Estatuto Geral das Guardas Municipais e a interpretação consolidada pelo STF na ADPF 995.

1. Possível inconstitucionalidade na criação de “ocorrências exclusivas da PMESP”O ponto mais sensível está na cláusula que afirma:”Excetuadas as competências privativas e compartilhadas acima descritas, todas as demais ocorrências e naturezas de atendimento permanecem sob responsabilidade exclusiva da PMESP.” 

E no Plano de Trabalho:

“Ocorrências Exclusivas da PMESP: todas as demais ocorrências de natureza policial…” �

Problema jurídico:

O STF, ao julgar a ADPF 995, reconheceu as Guardas Municipais como integrantes do Sistema de Segurança Pública do art. 144 da Constituição e afirmou que elas exercem atividade policial. O STF também afastou a interpretação de que exista monopólio estadual da atividade de policiamento ostensivo municipal. Além disso, não existe na Constituição dispositivo que atribua à Polícia Militar exclusividade geral no atendimento de ocorrências.

A Constituição atribui à PM a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, mas não estabelece exclusividade absoluta sobre todas as ocorrências policiais. Portanto, um convênio não pode criar uma reserva de mercado institucional que a Constituição não criou.

Risco

Esse trecho pode ser interpretado como tentativa de restringir competências já reconhecidas à GCM pela Constituição, pela Lei 13.022/2014 e pela jurisprudência do STF.

2. Possível extrapolação ao definir competências “privativas” da GCM e “exclusivas” da PMESP por convênio. O convênio lista quais ocorrências seriam privativas da GCM, compartilhadas ou exclusivas da PMESP. 

Problema:

Competência constitucional não é matéria que possa ser livremente redefinida por convênio administrativo. A repartição constitucional de competências decorre da Constituição e da lei, não de ajuste administrativo entre órgãos. Um convênio pode disciplinar fluxos operacionais. Já definir que determinada natureza de ocorrência pertence exclusivamente a um órgão pode extrapolar sua finalidade jurídica.

3. Concentração obrigatória das ocorrências no COPOM

O plano prevê:

“As chamadas de emergência serão recebidas exclusivamente pelo telefone 190…”

“A Polícia Militar realizará o atendimento de todas as solicitações feitas pelo telefone 190…” �

Possível questionamento:

Não há problema em o 190 continuar sendo administrado pela PMESP. Entretanto, a redação pode gerar interpretação de subordinação operacional da GCM à triagem do COPOM. A GCM possui autonomia administrativa e operacional própria.

Se na prática o sistema impedir que a GCM receba diretamente demandas relacionadas às suas atribuições legais, poderá surgir discussão sobre violação da autonomia municipal prevista nos arts. 18 e 30 da Constituição.

4. Critério “se houver infração penal a PM assume o caso”

O plano estabelece:

“Se houver infração penal, a PMESP assume o caso; se for apenas administrativa, a GCM conclui o atendimento.” 

Problema:

Esse dispositivo parece incompatível com a jurisprudência atual. Hoje é pacífico que Guardas Municipais podem:

realizar patrulhamento preventivo;

efetuar prisão em flagrante;

conduzir autores à autoridade policial;

apreender objetos relacionados ao crime.

Logo, o simples surgimento de infração penal não extingue automaticamente a competência de atuação da GCM. Esse é um dos pontos mais vulneráveis juridicamente.

5. Aspecto positivo: reconhecimento formal de competências compartilhada.

Por outro lado, o convênio traz um reconhecimento relevante:

“Compete de forma compartilhada à GCM . Esse trecho enfraquece a tese histórica de que a PM teria exclusividade no atendimento de ocorrências. O próprio documento admite oficialmente a existência de competências compartilhadas. Esse reconhecimento pode ser utilizado como argumento favorável à GCM em debates institucionais.

6. Aspecto positivo: integração sem subordinação hierárquica.

Conclusão:

Os trechos mais vulneráveis juridicamente são:

A criação de uma categoria genérica de “ocorrências exclusivas da PMESP”.  A tentativa de definir competências constitucionais por convênio administrativo. 

A regra segundo a qual qualquer infração penal faria a PM assumir a ocorrência, reduzindo a atuação da GCM. 

A centralização absoluta do fluxo de emergências no COPOM, se aplicada de forma a limitar a autonomia operacional da GCM. 

O restante do convênio — integração tecnológica, compartilhamento de imagens, acesso ao SIOPM, participação da GCM no RIESP, assentos no COPOM e operações conjuntas — parece juridicamente defensável e compatível com a lógica de cooperação federativa prevista pela Constituição.

Comandante Naval

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COMANDANTE NAVAL CONSIDERA RENAN SANTOS UM FENÔMENO NA POLÍTICA DO BRASIL

#AvisoaosNavegantes

O Pré candidato a Presidente da Republica pelo partido político Missão, Renan Santos é um ativista, empresário e político brasileiro. É um jovem ousado e corajoso, o tipo de ser humano que estava faltando para encarar de verdade os problemas que o nosso Brasil atravessa. Peço a todos os Brasileiros e o mundo, prestem atenção no próximo presidente do nosso país.

Ainda digo com certeza que, o Renan Santos antes das convenções partidárias atinge 15%, ele vai para o segundo turno e ganha esta eleição.

Naval

Renan Santos é conhecido principalmente como um dos fundadores e coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e, Presidente do Partido Missão, do qual sou pré candidato à deputado federal pelo estado de São Paulo. Ele ganhou notoriedade nacional durante os protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e é uma figura central do liberalismo e da direita conservadora/liberal no cenário político.

Sua atuação e história envolvem algumas frentes principais:

  • Ativismo no MBL: Ao lado de nomes como Kim Kataguiri e outros, Renan ajudou a criar o MBL, um movimento que teve papel fundamental na mobilização de rua contra o PT e na articulação de pautas liberais na economia e conservadoras nos costumes. Mobilização muito parecida com a Marcha Azul Marinho (apesar de menor) que aprovou a lei federal 13022/14, o estatuto Geral das Guardas Municipais, por isso Renan me chamou tanto a atenção.
  • Posicionamento Ideológico: Suas críticas são frequentemente direcionadas tanto ao governo de Lula (a quem classifica como populista) quanto ao bolsonarismo, o que o coloca em uma posição de tentar disputar o eleitor de centro-direita e antipetista.
  • Pré-candidatura Presidencial: Ele lançou seu nome como alternativa à polarização nacional, focando combate ao crime organizado, além de pautas regionais, corte de gastos, desburocratização e redução das leis trabalhistas (CLT).

Equipe Naval

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