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Guardas municipais podem fazer policiamento preventivo, diz Fux

Ministro Luiz Fux – Relator do RE 608588

#Aviso aos Navegantes

Mais uma vez as Policias Militares tentam retirar as Guardas Municipais da Segurança do povo brasileiro, não sei o que passa pelas cabeças destes coronéis que não conseguem mais renovar e ou apresentar um policiamento eficiente para a sociedade. Vivem perdendo tempo com ações no STF em vez de estudarem uma forma de conviver com esta nova ferramenta da segurança pública brasileira. Entenda toda celeuma no texto abaixo:

#Naval

24 de outubro de 2024, 18h54

As guardas municipais podem exercer policiamento preventivo e comunitário diante de condutas potencialmente lesivas aos bens, serviços e instalações dos entes municipais.

Até o momento, apenas o relator do caso, ministro Luiz Fux, votou

Esse entendimento é do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, que votou nesta quinta-feira (24/10) no julgamento do recurso extraordinário que trata do limite da atuação legislativa dos municípios para disciplinar as atribuições das guardas. O caso tem repercussão geral (Tema 656).

A matéria começou a ser analisada na quarta (23/10), quando houve a leitura do relatório e as manifestações das partes. Nesta quinta, Fux, relator do caso, proferiu seu voto. O julgamento foi suspenso e será retomado na próxima sessão do Plenário.

Voto do relator

Segundo Fux, se a Constituição não prevê uma escolha categórica para a forma de atuação das guardas municipais, estabelecendo apenas “balizas norteadoras”, não cabe ao Judiciário definir o tema de forma muito restritiva.

“Descabe a conclusão pela existência de uma decisão constitucional apriorística pela qual o município deverá necessariamente ordenar a proteção de seu patrimônio”, afirmou o relator.

Para ele, a possibilidade “de atribuição de policiamento preventivo comunitário às guardas municipais deve ser vista como um importante instrumento federativo à disposição dos municípios no combate à insegurança”.

Ele propôs a fixação da seguinte tese de repercussão geral:

É constitucional a atribuição às guardas municipais do exercício das atribuições do policiamento preventivo e comunitário diante de condutas potencialmente lesivas aos bens serviços e instalação dos entes municipais, em cooperação com os demais órgãos de segurança pública no âmbito de suas respectivas competências.

Segurança pública

O caso chegou à corte em 2010, após a Câmara Municipal de São Paulo ajuizar recurso contra decisão do Tribunal de Justiça paulista que declarou inconstitucional o artigo 1º, inciso I, da Lei 13.866/04. O dispositivo atribuía à Guarda Civil Metropolitana o dever de fazer “policiamento preventivo e comunitário”.

O trecho havia sido impugnado em uma ação direta de inconstitucionalidade. Ela foi apresentada com a alegação de que a Câmara atribuiu funções de polícia à guarda e, portanto, extrapolou o artigo 147 da Constituição paulista.

O dispositivo espelha o artigo 144, parágrafo 8º, da Constituição Federal, segundo o qual “os municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme dispuser a lei”.

Para o Legislativo paulistano, no entanto, o trecho impugnado era constitucional, uma vez que trataria de atribuição relativa à proteção de bens, serviços e instalações municipais, e não à segurança pública.

“A existência de conflitos entre cidadãos em logradouros e prédios públicos poderia ocasionar danos ao patrimônio do município, justificando a intervenção da guarda correspondente”, argumentou a Câmara no recurso.

O ministro aposentado Eros Grau havia negado seguimento ao recurso, mas o ministro Luiz Fux, que assumiu a relatoria do caso em 2011, reconsiderou a questão. Ele entendeu ser necessário que o STF “defina parâmetros objetivos e seguros que possam nortear o legislador local quando da edição das competências de suas guardas municipais”.

Atribuições em pauta

As atribuições das guardas municipais têm se tornado tema recorrente de julgados no STF e também no Superior Tribunal de Justiça, em especial nos casos que tratam da validade de provas obtidas por esses agentes em casos de tráfico de drogas. O fenômeno se insere em um contexto de expansão das guardas ante o encolhimento das polícias.

Desde 2022, o STJ vinha estabelecendo uma série de limites à atuação das guardas. No entanto, conforme mostrou a revista eletrônica Consultor Jurídico, a corte passou a revisar sua jurisprudência em função de uma tendência do STF de validar ações de policiamento ostensivo pelos guardas municipais.

No começo do mês, a 1ª Turma do Supremo considerou, por maioria, válidas as provas obtidas por guardas municipais em uma busca domiciliar. No caso concreto, o acusado teria dispensado entorpecentes embalados ao avistar os agentes municipais, que, posteriormente, foram à residência do suspeito e encontraram o material ilícito.

Ainda na ocasião, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, votou para cassar um acórdão da 5ª Turma do STJ que absolvia o suspeito. Para ele, a guarda atuou legalmente ao efetuar a prisão em flagrante, uma vez que o tráfico de entorpecentes é crime permanente e, portanto, aquele que o comete continua em estado de flagrância.

Em junho de 2022, no entanto, também em decisão da 1ª Turma, o STF optara por restabelecer acórdão do TJ-SP que absolveu um suspeito de tráfico. Ele havia sido preso em flagrante por guardas municipais.

Na ocasião, a guarda o abordou por causa de uma denúncia anônima, mas não encontrou nada ilícito em busca pessoal. Em seguida, os agentes foram a um terreno baldio que o suspeito teria ocupado, onde acharam drogas atribuídas a ele.

Também relator do caso, Alexandre entendeu à época que o flagrante foi legal. Já o ministro Luís Roberto Barroso, que proferiu o voto-vista vencedor, julgou que a prisão ultrapassou o limite do flagrante delito, que autorizaria a atuação de qualquer pessoa, e exigiu diligências investigativas, o que foge da competência constitucional dos agentes.

Jurisprudência do STF

No período entre as duas decisões divergentes, em 2023, o Plenário do STF decidiu, na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 995, que as guardas municipais integram o Sistema de Segurança Pública (Susp).

Porém, para o ministro Edson Fachin, o reconhecimento das guardas como integrantes do Susp não as autoriza a exceder sua competência, em consonância com o entendimento de especialistas ouvidos pela revista eletrônica Consultor Jurídico.

Já em decisão monocrática mais recente, o ministro Flávio Dino entendeu ter sido legal a busca pessoal feita pela guarda contra um suspeito de roubo, por haver fundadas razões para isso.

Na ocasião, o magistrado cassou acórdão da 6ª Turma do STJ que absolveu o suspeito ao ver ilegalidade na busca. “Fica evidente a incongruência do ato reclamado com a ADPF 995, pois teríamos um órgão de segurança pública de mãos atadas para atender aos cidadãos na justa concretização do direito fundamental à segurança”, disse Dino.

RE 608.588

é correspondente da revista Consultor Jurídico em Brasília.

Fonte: https://www.conjur.com.br/2024-out-24/guardas-municipais-podem-fazer-patrulhamento-preventivo-diz-fux/

Imagem: Andressa Anholete/SCO/STF

Maurício Naval é uma figura conhecida e admirada por sua luta pela segurança pública municipal e pela vida, é Presidente da ONG SOS Segurança Dá Vida, Líder Nacional das Guardas Municipais e da Marcha Azul Marinho em todo o Brasil, é escritor e autor de vários livros, entre eles; “Guardas Municipais – A Revolução na Segurança Pública, Guardas Municipais Marcha Azul Marinho, Inspetor de Divisão da Guarda Civil Metropolitana -SP, foi Fuzileiro Naval da Marinha do Brasil entre outras qualificações deste ilustre representante de uma categoria tão sofrida e negligenciada pelas autoridades, contudo, poucas pessoas conhecem sua trajetória e os caminhos que o trouxeram ao papel de legitimo representante das lutas pelas Guardas Municipais em todo o Brasil.

GUARDA MUNICIPAL

O TELEFONE 153 DAS GUARDAS MUNICIPAIS É CONQUISTA NOSSA

#AvisoaosNavegantes

Em toda minha trajetória, cometi uma falha terrível; infelizmente, não dei a publicidade necessária para divulgação de tantas conquistas que nossa luta persistente trouxe a consolidação das Guardas Municipais à Polícia Municipal no Brasil. Mas em tempo estamos aos poucos levando cada detalhe ao conhecimento da sociedade brasileira.

#Naval

CONQUISTA HISTÓRICA! COMANDANTE NAVAL NA LUTA PELO TELEFONE 153 DAS GUARDAS MUNICIPAIS! 🇧🇷

Uma conquista importante não acontece por acaso. Ela é resultado de luta, articulação, persistência e compromisso com a valorização das Guardas Municipais!

Tenho muito orgulho de destacar a participação do COMANDANTE NAVAL nessa luta.

🤝 Naval esteve nessa luta, articulando e trabalhando por essa conquista, reforçada pela CLP, do Inspetor Elvis e Braga, somando esforços para fortalecer a identidade das Guardas Municipais e ampliar seu reconhecimento perante a sociedade.

📞 O telefone 153 representa muito mais do que uma mudança de números. Simboliza o fortalecimento da nossa categoria, a valorização dos profissionais da segurança municipal e o compromisso com uma Guarda Municipal cada vez mais reconhecida e preparada para servir à população.

🏆 MAIS UMA GRANDE CONQUISTA DO COMANDANTE NAVAL PARA AS GUARDAS MUNICIPAIS!

Seguimos firmes, com coragem, união e determinação, defendendo nossa categoria e lutando por mais reconhecimento, respeito e valorização.

A história se constrói com trabalho, atitude e compromisso. E o Comandante Naval segue fazendo parte dessa história! 💙🚔

Compartilhe e ajude a divulgar essa conquista da nossa Nação Azul-Marinho!

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Notícias

COMANDANTE NAVAL É SUPLENTE A DEPUTADO FEDERAL PELA MISSÃO

#AvisoaosNavegantes

O que importa é estar no partido certo e ter a consciência de que A LUTA NÃO PÁRA AQUI!

#Naval

COMANDANTE NAVAL: SUPLENTE PELO PARTIDO MISSÃO — ELEIÇÕES 2026
⚓ UMA VIDA DE LUTA PELA NAÇÃO AZUL-MARINHO!
Maurício Domingues da Silva, o Comandante Naval, construiu sua trajetória na defesa da segurança pública municipal, da valorização das Guardas Municipais e do reconhecimento dos profissionais que protegem nossas cidades.
Nas eleições de 2026, sua participação pelo Partido MISSÃO, como suplente, representa a continuidade de uma história de mobilização, compromisso e luta por mudanças na segurança pública brasileira.
Ao longo de sua caminhada, Naval esteve envolvido em mobilizações nacionais, nas Marchas Azul-Marinho e na defesa de conquistas importantes para as Guardas Municipais, incluindo o fortalecimento da categoria e o reconhecimento de seu papel na proteção da população.
💙 Ser suplente é também assumir um compromisso com as ideias, as bandeiras e as pessoas que acreditam em um Brasil mais seguro.
Naval segue defendendo: 🇧🇷 A valorização das Guardas Municipais. 👮 O reconhecimento dos profissionais da segurança pública. 🏙️ O fortalecimento da segurança nos municípios. 🤝 O respeito e a dignidade de quem protege a população.
COMANDANTE NAVAL — UMA HISTÓRIA DE LUTA QUE CONTINUA! ⚓💙

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