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Festa de Nossa Senhora da Guarda

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No dia 29 de agosto de 2013, às 19:30 hs, foi realizada a Missa em honra a Nossa Senhora da GUARDA, na Igreja Nossa Senhora Acherupita, no Bairro da Bela Vista em São Paulo.

Esta paróquia pertence aos Padres Orionitas (seguidores do carisma de São Luis Orione ou Dom Orione, como também é conhecido) e quando ocorrem as Festas Italianas da comunidade Nossa Senhora Acherupita a Guarda Civil Metropolitana se faz presente nos serviços de policiamento. O fato desta igreja celebrar a missa de Nossa Senhora da Guarda é que São Luis Orione era muitíssimo devoto dela, salientando que na secretaria desta paróquia existe um quadro de Dom Orione rezando para Nossa Senhora da Guarda (mostrado na foto dos Guardas junto ao Padre). Outra curiosidade é que São Luis Orione é o Santo Padroeiro da Defesa Civil, título recebido por fazer atividades voltadas aos menos favorecidos nas situações de catástrofes e calamidades em que ele vivenciou. São Luis Orione esteve por várias vezes no Brasil, inclusive nesta paróquia de Nossa Senhora Acherupita. A missa foi celebrada pelo Padre Valdino e os Guardas que participaram desta celebração (que aparecem na foto com o Padre, junto com o Quadro da Nossa Senhora da Guarda e Dom Orione) são a GCMf Patricia C. (IR-CP), o GCM Oliveira (DML) e o Inspetor Cantelli (IR-MO). Nesta mesma foto ao fundo, podemos observar dois Anjos da Guarda. O Padre Valdino convida a todos os Guardas Municipais do Brasil para a próxima Missa festiva da aparição de Nossa Senhora da Guarda, em 29 de agosto de 2014.

Breve Histórico

Era o dia 29 de agosto de 1487 e Benedetto Pareto foi, como de costume, trabalhar desde cedo no monte Figogna, perto da cidade italiana de Gênova. Este era um dos montes chamados de guarda, porque naqueles remotos tempos a praga da pirataria muçulmana era considerável; e para as pessoas terem tempo de fugir, e as defesas serem preparadas, vigias faziam a guarda no alto de pontos estratégicos.

Benedetto era pastor e costumava levar suas ovelhas para pastarem nessas paragens. Sua esposa levava-lhe o almoço por volta das 10 h da manhã, e esta era normalmente a única interrupção na sua rotina. Mas nesse dia ele viu aproximar-se uma bela senhora, que se apresentou como a Mãe de Jesus. Primeiramente foi necessário que Ela o tranqüilizasse, pois ele se impressionara muito ao vê-la. Em seguida a senhora pediu-lhe que construísse uma capela nesse local, bem no alto do monte. Benedetto estranhou, pois os pastores eram uma classe pobre, e ele não era exceção. Por isso objetou:

– Mas eu sou muito pobre, e para construir neste monte alto e deserto será preciso tanto dinheiro, que duvido que o consiga.

A rigor, sua observação seria válida se ele devesse contar só com suas próprias forças. Mas Nossa Senhora lhe respondeu:

– Não tenhas medo. Serás muito ajudado.

Tocado pela graça, Benedetto correu à sua casa para contar à família o que acabava de lhe acontecer. Mas as reações da família não foram as que ele talvez esperasse. Especialmente cética e sarcástica, sua esposa lhe diz:

– Até hoje todos te consideravam uma pessoa simples, mas de hoje em diante vão te considerar um tosco ou completamente louco.

E ela se empenhou tanto em que ele nada fizesse ou dissesse, que afinal ele decidiu seguir esse mau conselho.

No dia seguinte, ao voltar novamente ao trabalho, decidiu recolher alguns figos. Quando subiu na árvore, o ramo no qual se apoiava quebrou-se, e ele caiu por terra. As feridas eram sérias, e poderiam até mesmo provocar-lhe a morte. Levado para casa, ficou alguns dias de cama. Nessa situação, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente. Com bondade materna, repreendeu-o suavemente por sua atitude. Pediu-lhe novamente que construísse uma capela, e curou suas feridas.

Agora Benedetto não teve mais dúvidas. Não perguntou a ninguém, nem quis saber o que os outros pensavam. Imediatamente percorreu as localidades vizinhas, contando o acontecido e pedindo ajuda para construir a capela. E de fato, o que Nossa Senhora lhe dissera aconteceu. Ele foi muito ajudado, e em pouco tempo terminou de construir a capela no alto do monte Figogna. Essa capela original era pequena, de forma retangular e com teto de madeira, e hoje se encontra incluída numa edificação posterior, que a envolve totalmente.

A notícia da aparição percorreu a região, e as pessoas começaram a fazer peregrinações ao local. Dezenas de anos depois, já em 1530, foi decidida a construção de um santuário para acolher os peregrinos, cada vez mais numerosos. A nobre família Ghersi contribuiu largamente para que o santuário fosse edificado. O prédio que hoje embeleza o local data do final do século XIX, quando além das edificações religiosas foi também erguido um alojamento para peregrinos. O Papa Bento XV, que era natural da cidade de Gênova, concedeu em 1915 à igreja a condição de basílica. Fez também construir nos jardins do Vaticano uma capelinha dedicada a Nossa Senhora da Guarda. Mais recentemente, o Papa Bento XVI visitou aquela basílica.

Bibliografia : Revista Catolicismo, maio de 2010.

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Doria anuncia vacinação de policiais e professores em São Paulo

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#Avisoaosnavegantes

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que o Estado vai começar a vacinar professores e policiais contra a covid-19. A informação foi divulgada nesta 4ª feira (24.mar.2021), em entrevista no Palácio dos Bandeirantes.

A imunização dos 180.000 profissionais da segurança pública da ativa começará em 5 de abril. Serão vacinados policiais militares, policiais civis, bombeiros, agentes penitenciários e integrantes das guardas civis municipais.

A partir de 12 de abril, terá início a 1ª etapa de vacinação dos profissionais da educação, das redes estadual, municipal e privada. Serão imunizados 350.000 professores, diretores, inspetores e outros funcionários que atuam em escolas. O número equivale a 40% dos profissionais da educação básica.

Para receber a vacina, o profissional precisa ter 47 anos ou mais. No caso de funcionários da rede privada, será preciso apresentar o contracheque dos 2 últimos meses para comprovar o vínculo empregatício.

O anúncio foi divulgado antes, no perfil de Doria no Twitter.

A vacinação de idosos de 69, 70 e 71 anos foi antecipada no Estado para começar na 6ª feira (26.mar).

Foram vacinadas no Estado 5.001.306 de pessoas até o início da tarde de 4ª feira (24.mar.2021). Dessas, 1.276.901 já tomaram as duas doses da CoronaVac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. A marca de 5 milhões de imunizados foi atingida durante a entrevista concedida por Doria.

O Instituto Butantan entregou, nesta 4ª feira (24.mar), mais 2,2 milhões de doses da vacina ao Ministério da Saúde. No total, São Paulo repassou 27,8 milhões de doses do imunizante ao governo federal. Segundo o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, na próxima semana serão entregues mais 8,4 milhões de doses. “Serão 36,2 milhões de doses entregues em menos de 3 meses”, afirmou.

CRÍTICAS AO GOVERNO FEDERAL

Doria disse que está “cansado e ouvir promessas” do Ministério da Saúde sobre a chegada de vacinas. “Enquanto aumentamos o número de casos e óbitos, o ministério reduz a expectativa de vacinas. Ao novo ministro da Saúde, espero que tenha sucesso, pelo bem do Brasil, e que providencie as vacinas ao povo brasileiro”. 

O governador também criticou a criação de um comitê, pelo presidente Jair Bolsonaro, envolvendo governadores e chefes de Poderes para tratar de medidas de combate à pandemia. Disse que o Brasil quer vacinação, “não um comitê de adulação ao presidente da República”. “O comitê não nos representa, não fomos convidados. Para quem, como eu, assistiu à farsa do depoimento de Jair Bolsonaro na TV ontem, com mentiras e inverdades, não é confiável a realização de um comitê que exclui governadores que estão trabalhando para proteger vidas”, afirmou Doria.

O comitê foi criado nesta 4ª feira (24.mar), em reunião feita em Brasília que contou com a presença de 5 governadores, um de cada região do país: Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná; Renan Filho (MDB), governador de Alagoas; Cláudio Castro (PSC), governador do Rio de Janeiro; Ronaldo Caiado (DEM), governador de Goiás; e Wilson Lima (PSC), governador do Amazonas.

SITUAÇÃO DA PANDEMIA

São Paulo passa pelo momento mais crítico de internações e mortes em decorrência do coronavírus. Na 3ª feira (23.mar), foram registradas 1.021 mortes por covid-19 em 24 horas. O número é o maior já registrado em 1 só dia desde o começo da pandemia. O recorde anterior era de 679 mortes, de 16 de março. O Estado tem 2.332.043 casos confirmados de covid e 68.623 mortes pela doença.

Nesta 4ª feira (24.mar) foram registradas 281 mortes no Estado. As autoridades paulistas disseram que a queda brusca se deve a uma mudança no sistema de cadastro de informações de casos e óbitos de covid, preenchido pelos municípios. O Ministério da Saúde passou a exigir outros dados para alimentar o sistema, como número de CPF, e número do cartão SUS. Segundo o secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn, o aumento de dados solicitados “burocratizou” o processo.

“Todos esses dados retardam o aporte da informação”, disse.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI (unidade de terapia intensiva) são de 92,3% no Estado e de 91,7% na Grande São Paulo, segundo dados do governo desta 4ª feira (24.mar). O Estado tem 12.442 pacientes internados em UTI. No dia anterior eram 12.317, segundo Jean Gorinchteyn. A ocupação nos hospitais está em níveis recordes. Há 1 mês, em 22 de fevereiro, havia 6.400 pacientes internados em UTI.

O número de novas internações desta semana é menor do que o de semanas anteriores, quando cerca de 300 pessoas eram internadas por dia em São Paulo. Segundo o secretário, pode ser um efeito do maior rigor nas restrições para funcionamento de atividades econômicas e circulação de pessoas.

Desde o dia 15 de março o Estado está na “fase emergencial”, classificação mais restritiva nas medidas de contenção da pandemia. A medida vale até 30 de março.

Fonte:  https://www.poder360.com.br/coronavirus/doria-anuncia-vacinacao-de-professores-e-policiais-em-sao-paulo/

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Plenário garante porte de arma a todas as Guardas Municipais do país

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#AVISOAOSNAVEGANTES

Os ministros derrubaram vedação do Estatuto do Desarmamento que proibia o porte de armas de fogo por integrantes de guardas municipais em municípios com menos de 50 mil habitantes.

Por maioria de votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou que todos os integrantes de guardas municipais do país tenham direito ao porte de armas de fogo, independentemente do tamanho da população do município. Na sessão virtual concluída em 26/2, a Corte declarou inconstitucionais dispositivos do Estatuto de Desarmamento (Lei 10.826/2003) que proibiam ou restringiam o uso de armas de fogo de acordo com o número de habitantes das cidades.

O Tribunal julgou parcialmente procedentes as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 5948 e 5538, ajuizadas, respectivamente, pelos partidos Democratas (DEM) e Verde (PV), e improcedente a Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 38, ajuizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O colegiado tornou definitiva a medida cautelar deferida pelo relator, ministro Alexandre de Moraes, em junho de 2018, e invalidou os trechos de dispositivos que autorizavam o porte de arma de fogo apenas para os integrantes de guardas municipais das capitais dos estados e dos municípios com mais de 500 mil habitantes e para os guardas municipais dos municípios com mais de 50 mil e menos de 500 mil habitantes, quando em serviço.

Sistema de Segurança Pública

Em seu voto, o ministro Alexandre de Moraes verificou que os dispositivos questionados estabelecem uma distinção de tratamento que não se mostra razoável, desrespeitando os princípios da igualdade e da eficiência. Segundo o relator, atualmente, não há dúvida judicial ou legislativa da presença efetiva das guardas municipais no sistema de segurança pública do país. Nesse sentido, ele lembrou a decisão do STF no Recurso Extraordinário (RE) 846854, com repercussão geral, em que o Plenário reconheceu que as guardas municipais, existentes em 1.081 dos 5.570 municípios brasileiros, executam atividade de segurança pública essencial ao atendimento de necessidades inadiáveis da comunidade. E, no plano legislativo, citou a edição da Lei 13.675/2018, que coloca as guardas municipais como integrantes operacionais do Sistema Único de Segurança Pública.

Incidência de infrações

Ainda conforme o ministro Alexandre, caso se admita restringir o porte de arma a integrantes do sistema geral de segurança pública, a medida deveria guardar relação com o número de ocorrências policiais ou algum outro índice relevante para aferição da criminalidade. Esse entendimento, a seu ver, é afirmado pela própria Lei 13.675/2018, ao estabelecer que as atividades de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública serão aferidas, entre outros fatores, pela maior ou menor incidência de infrações penais e administrativas em determinada área.

Ele apontou, ainda, que o aumento do número de mortes violentas, nos últimos anos, tem sido consistentemente maior nos municípios em que a lei restringiu ou proibiu o porte de arma por integrantes da guarda municipal. Portanto, “o tratamento exigível, adequado e não excessivo” consiste em conceder idêntica possibilidade a todos os integrantes das guardas civis, em razão da sua efetiva participação na segurança pública e da similitude nos índices de mortes violentas nos diversos municípios, independentemente de sua população

Ficaram vencidos os vencidos os ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin e a ministra Cármen Lúcia, que se pronunciaram pela constitucionalidade das regras. Segundo Barroso, primeiro a abrir a divergência, não há, no caso, violação a direito fundamental nem a qualquer interesse contramajoritário ou excepcional que justifique a atuação do STF.

 

Fonte: http://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=461415&ori=1

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Porte Nacional para as Guardas Municipais

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