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Naval Pré-Candidatura à Candidatura Oficial

#Avisoaosnavegantes

Naval após a convenção é candidato a vereador na cidade de São Paulo com o número 15153. Naval teve votação expressiva nas ultimas eleições, o que o capacitou para ser um dos candidatos selecionados pelo partido para disputar uma vaga na Câmara Municipal Paulistana.

Naval 15153 vem trazendo como bandeira principal a segurança publica municipal com o lema NAVAL+SEGURANÇA MUNICIPAL.

Fiquem atentos!

O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) oficializou nesta sexta-feira (11) o apoio à candidatura de Bruno Covas (PSDB) à Prefeitura de São Paulo e confirmou o nome do vereador Ricardo Nunes, presidente municipal do partido, como vice na chapa do tucano. A convenção do PSDB, que irá oficializar a candidatura de reeleição do prefeito, ocorre neste sábado (12).

Em seu segundo mandato como vereador, Ricardo Nunes já foi presidente de entidades empresariais, como a Associação Empresarial da Região Sul (AESUL), e fundou a Associação das Empresas Controladoras de Pragas do Estado de São Paulo (Adesp) e a Associação Brasileira das Empresas de Tratamento Fitossanitário e Quarentenário (Abrafit).

Na Câmara, Nunes presidiu a chamada CPI dos Bancos e agora está à frente de uma continuação dessa comissão, a CPI da Evasão Fiscal. Durante as discussões do Código de Obras, ainda na gestão Fernando Haddad (PT), da qual fazia parte da base de apoio, foi o interlocutor da igreja católica para conseguir a anistia de impostos aos templos religiosos da capital, o que se confirmou no texto final.

O apoio foi decidido em votação durante a convenção municipal do partido, que aconteceu de forma virtual e presencial na Câmara Municipal de São Paulo, no Centro da capital, e contou com a participação de lideranças da legenda e filiados. O prefeito Bruno Covas participou do final da convenção e agradeceu o apoio do MDB.

“Agradecer o apoio que o MDB nos traz. No total devem ser 10 partidos conosco nessa coligação montada a favor de São Paulo. Esse não foi um ano fácil, foi um ano de muitas adversidades, e que se não fosse a colaboração da população não estaríamos passamos como estamos por essa pandemia”, disse.

“Temos agora uma chapa que representa a grandiosidade da nossa coligação. Fico muito feliz que o Ricardo aceite o desafio de estar ao meu lado na prefeitura pelos próximos 4 anos”, completou o prefeito.

Para Ricardo Nunes, a coligação se concretizou por um desejo de Covas. “O que esta acontecendo aqui hoje para o nosso partido é muito importante. Essa união novamente dos nossos partidos. Isso foi uma construção, mas foi o desejo pessoal do prefeito Bruno Covas. Isso só aconteceu porque o prefeito viu qualidade nesse time”, afirmou.

O diretório municipal do MDB também anunciou que a legenda vai lançar 83 candidatos a vereador na capital no pleito de 2020, sendo 27 mulheres.

“O MDB está lançando 83 candidatos, a quantidade máxima. Nossa chapa está maravilhosa, com bastante mulheres, comerciantes, sindicalistas, afro, jovens, bem diversificada. É o reflexo da cidade de São Paulo. A chapa representa todos os setores, defesa animal, diversidade”, afirmou Ricardo Nunes ao G1.


Presidente municipal do MDB, o vereador Ricardo Nunes discursa na convenção do partido que decidiu por apoiar Bruno Covas na disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2020. — Foto: Marina Pinhoni/G1


Convenção do MDB em São Paulo, realizada na Câmara Municipal de São Paulo nesta sexta-feira (11). — Foto: Marina Pinhoni/G1

Nunes afirmou que o apoio a Covas foi definido após a desistência do apresentador José Luiz Datena, que se filiou à legenda em março, mas desistiu de concorrer à Prefeitura de São Paulo.

“A gente tinha o projeto inicial do jornalista José Luiz Datena. Ele acabou desistindo, e por conta disso e também por considerar que o prefeito Bruno Covas está fazendo uma boa gestão, [decidimos apoiar o prefeito]. Nós contratamos uma pesquisa e ele tem uma boa avaliação. Um governo sem escândalos, que soube tratar bem a questão do Covid, então por isso estamos indicando esse apoio ao prefeito.”

Veja os nomes que já foram confirmados na corrida para a Prefeitura de São Paulo

O MDB é o oitavo partido da capital a declarar apoio formal à reeleição de Bruno Covas, que deve ser oficializado candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo em 12 de setembro.

Além do MDB, PROS, Podemos, Partido Verde (PV), Democratas (DEM), Cidadania (CD), o Partido Liberal (PL) e o PSC também já confirmaram apoio ao atual prefeito.

Neste ano, o calendário das eleições foi adiado por causa da pandemia do coronavírus e o primeiro turno acontece em 15 de novembro, e o segundo, em 29 de novembro, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Fonte: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/eleicoes/2020/noticia/2020/09/11/mdb-oficializa-apoio-a-candidatura-de-bruno-covas-em-sp-e-confirma-vereador-ricardo-nunes-como-candidato-a-vice.ghtml

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ALERTA GERAL DO COMANDANTE NAVAL SOBRE CONVÊNIO DA PM DE SÃO PAULO X GCM SP

#AvisoaosNavegantes

Este convênio é um cavalo de tróia, precisamos acompanhar e lutar contra qualquer intervenção da PM em nossas Guardas Municipais.

Comandante Naval

Após a leitura das minutas do convênio e do plano de trabalho, identifiquei alguns pontos que podem ser questionados juridicamente, embora nem todos sejam necessariamente inconstitucionais. Alguns parecem contrariar a Constituição, o Estatuto Geral das Guardas Municipais e a interpretação consolidada pelo STF na ADPF 995.

1. Possível inconstitucionalidade na criação de “ocorrências exclusivas da PMESP”O ponto mais sensível está na cláusula que afirma:”Excetuadas as competências privativas e compartilhadas acima descritas, todas as demais ocorrências e naturezas de atendimento permanecem sob responsabilidade exclusiva da PMESP.” 

E no Plano de Trabalho:

“Ocorrências Exclusivas da PMESP: todas as demais ocorrências de natureza policial…” �

Problema jurídico:

O STF, ao julgar a ADPF 995, reconheceu as Guardas Municipais como integrantes do Sistema de Segurança Pública do art. 144 da Constituição e afirmou que elas exercem atividade policial. O STF também afastou a interpretação de que exista monopólio estadual da atividade de policiamento ostensivo municipal. Além disso, não existe na Constituição dispositivo que atribua à Polícia Militar exclusividade geral no atendimento de ocorrências.

A Constituição atribui à PM a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, mas não estabelece exclusividade absoluta sobre todas as ocorrências policiais. Portanto, um convênio não pode criar uma reserva de mercado institucional que a Constituição não criou.

Risco

Esse trecho pode ser interpretado como tentativa de restringir competências já reconhecidas à GCM pela Constituição, pela Lei 13.022/2014 e pela jurisprudência do STF.

2. Possível extrapolação ao definir competências “privativas” da GCM e “exclusivas” da PMESP por convênio. O convênio lista quais ocorrências seriam privativas da GCM, compartilhadas ou exclusivas da PMESP. 

Problema:

Competência constitucional não é matéria que possa ser livremente redefinida por convênio administrativo. A repartição constitucional de competências decorre da Constituição e da lei, não de ajuste administrativo entre órgãos. Um convênio pode disciplinar fluxos operacionais. Já definir que determinada natureza de ocorrência pertence exclusivamente a um órgão pode extrapolar sua finalidade jurídica.

3. Concentração obrigatória das ocorrências no COPOM

O plano prevê:

“As chamadas de emergência serão recebidas exclusivamente pelo telefone 190…”

“A Polícia Militar realizará o atendimento de todas as solicitações feitas pelo telefone 190…” �

Possível questionamento:

Não há problema em o 190 continuar sendo administrado pela PMESP. Entretanto, a redação pode gerar interpretação de subordinação operacional da GCM à triagem do COPOM. A GCM possui autonomia administrativa e operacional própria.

Se na prática o sistema impedir que a GCM receba diretamente demandas relacionadas às suas atribuições legais, poderá surgir discussão sobre violação da autonomia municipal prevista nos arts. 18 e 30 da Constituição.

4. Critério “se houver infração penal a PM assume o caso”

O plano estabelece:

“Se houver infração penal, a PMESP assume o caso; se for apenas administrativa, a GCM conclui o atendimento.” 

Problema:

Esse dispositivo parece incompatível com a jurisprudência atual. Hoje é pacífico que Guardas Municipais podem:

realizar patrulhamento preventivo;

efetuar prisão em flagrante;

conduzir autores à autoridade policial;

apreender objetos relacionados ao crime.

Logo, o simples surgimento de infração penal não extingue automaticamente a competência de atuação da GCM. Esse é um dos pontos mais vulneráveis juridicamente.

5. Aspecto positivo: reconhecimento formal de competências compartilhada.

Por outro lado, o convênio traz um reconhecimento relevante:

“Compete de forma compartilhada à GCM . Esse trecho enfraquece a tese histórica de que a PM teria exclusividade no atendimento de ocorrências. O próprio documento admite oficialmente a existência de competências compartilhadas. Esse reconhecimento pode ser utilizado como argumento favorável à GCM em debates institucionais.

6. Aspecto positivo: integração sem subordinação hierárquica.

Conclusão:

Os trechos mais vulneráveis juridicamente são:

A criação de uma categoria genérica de “ocorrências exclusivas da PMESP”.  A tentativa de definir competências constitucionais por convênio administrativo. 

A regra segundo a qual qualquer infração penal faria a PM assumir a ocorrência, reduzindo a atuação da GCM. 

A centralização absoluta do fluxo de emergências no COPOM, se aplicada de forma a limitar a autonomia operacional da GCM. 

O restante do convênio — integração tecnológica, compartilhamento de imagens, acesso ao SIOPM, participação da GCM no RIESP, assentos no COPOM e operações conjuntas — parece juridicamente defensável e compatível com a lógica de cooperação federativa prevista pela Constituição.

Comandante Naval

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COMANDANTE NAVAL CONSIDERA RENAN SANTOS UM FENÔMENO NA POLÍTICA DO BRASIL

#AvisoaosNavegantes

O Pré candidato a Presidente da Republica pelo partido político Missão, Renan Santos é um ativista, empresário e político brasileiro. É um jovem ousado e corajoso, o tipo de ser humano que estava faltando para encarar de verdade os problemas que o nosso Brasil atravessa. Peço a todos os Brasileiros e o mundo, prestem atenção no próximo presidente do nosso país.

Ainda digo com certeza que, o Renan Santos antes das convenções partidárias atinge 15%, ele vai para o segundo turno e ganha esta eleição.

Naval

Renan Santos é conhecido principalmente como um dos fundadores e coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e, Presidente do Partido Missão, do qual sou pré candidato à deputado federal pelo estado de São Paulo. Ele ganhou notoriedade nacional durante os protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e é uma figura central do liberalismo e da direita conservadora/liberal no cenário político.

Sua atuação e história envolvem algumas frentes principais:

  • Ativismo no MBL: Ao lado de nomes como Kim Kataguiri e outros, Renan ajudou a criar o MBL, um movimento que teve papel fundamental na mobilização de rua contra o PT e na articulação de pautas liberais na economia e conservadoras nos costumes. Mobilização muito parecida com a Marcha Azul Marinho (apesar de menor) que aprovou a lei federal 13022/14, o estatuto Geral das Guardas Municipais, por isso Renan me chamou tanto a atenção.
  • Posicionamento Ideológico: Suas críticas são frequentemente direcionadas tanto ao governo de Lula (a quem classifica como populista) quanto ao bolsonarismo, o que o coloca em uma posição de tentar disputar o eleitor de centro-direita e antipetista.
  • Pré-candidatura Presidencial: Ele lançou seu nome como alternativa à polarização nacional, focando combate ao crime organizado, além de pautas regionais, corte de gastos, desburocratização e redução das leis trabalhistas (CLT).

Equipe Naval

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