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Criança Sob Nossa Guarda Oeste realiza primeira apresentação na área Oeste

#AVISOAOSNAVEGANTES – 06/12/2016 – 17h15

A SEGURANÇA PÚBLICA SÓ VAI TER FUTURO SE INVESTIRMOS FORTEMENTE NAS CRIANÇAS DESTE PAÍS, PARABÉNS AO CRIANÇA SOB NOSSA GUARDA OESTE, DA GUARDA CIVIL METROPOLITANA DE SÃO PAULO

#VIVAASGUARDASMUNICIPAIS

#PORNAVAL


No dia 02.12.21, às 10:00, na Emei Dona Leopoldina, a equipe do Criança Sob Nossa Guarda Oeste,da Guarda Civil Municipal de São Paulo, lotada no Comando Operacional Oeste, iniciou os trabalhos de apresentação, que trata de uma peça teatral utilizando fantoches e integrantes da instituição, sendo o primeiro evento na região Oeste, nesta data ficou registrado como apresentação oficial, uma vez que a equipe esta em atividade desde Julho de 2016.
O tema abrange várias temáticas como: Bulling, Higiene Pessoal, saúde pública e Meio Ambiente, respeito aos professores, valorização pessoal entre outros.

A quantidade de público atingido neste evento foi de 250 pessoas.

O Objetivo deste projeto é levar a informação e o conhecimento para as crianças, na expectativa de formar novos cidadãos e aplicar a prevenção primária através do ludicidade.

Sempre em busca da aproximação da Guarda Civil Metropolitana e a comunidade para que o estigma da polícia opressora não seja mais evidenciado.

Após o espetáculo a equipe agradeceu o Comandante Geral, Gilson Menezes, a Comandante Operacional Oeste Patrícia Lawrence, Inspetor de Agrupamento Euclides Conradim, Inspetora de Divisão Rosangela Prattes, e o idealizador do projeto Inspetor Carlos, assim como todos os colaboradores que se esforçaram para o sucesso deste evento.

Finalizando, a equipe composta pelas Classes Especial: Telma, Silvana, Lourdes, e a 2ª Classe Sandra, que aproveitam a oportunidade convidando os interessados para as próximas apresentações que ocorrerão no dia 11e 18/12/2016, na região Sul da Capital Paulista.

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PEC 18 APROVADA NA CCJ, E AGORA?

#AvisoaosNavegantes

Eu já sabia, quando solicitei para se afastarem de Brasília, permaneceram. Agora eu sei!

#Naval

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação da PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) em 14 de outubro de 2026, e o texto seguiu para o Plenário do Senado, ainda não estando aprovada em definitivo.

Situação atual e próximos passos

  • Onde está: A matéria foi aprovada na CCJ e agora aguarda votação no Plenário do Senado Federal.
  • Votação necessária: Por alterar a Constituição, precisa ser aprovada em dois turnos no Plenário, com o voto favorável de pelo menos 49 dos 81 senadores em cada uma das etapas. [1]
  • Principais pontos do texto:
    • Insere o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição Federal.
    • Estabelece regime penal mais rígido para líderes e integrantes de facções criminosas, milícias e grupos paramilitares (como cumprimento de pena em presídio de segurança máxima e restrições a benefícios).
    • Permite a expropriação de bens ligados a atividades criminosas sem indenização.
    • Autoriza a criação de polícias municipais (guardas municipais com atuação ostensiva) e amplia a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para ferrovias e hidrovias.
    • Define novas regras de financiamento para o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).
    • #Equipenaval
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REPRESENTANTES DAS GMs NÃO CONSEGUEM AMENIZAR PREJUÍZOS NA PEC 18

#AvisoaosNavegantes

Há alguns anos deixei por conta destes pseudos líderes que estão afundando a Nação Azul Marinho, (criticavam as Marchas Azul Marinho e o Naval). Um dia destes um coronel me ligou dizendo assim: Naval ainda bem que você se aposentou, lidar com este pessoal é muito fácil, acreditam em tudo, já com você a luta era difícil!

#Naval

A PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) divide opiniões e gera forte preocupação entre representantes das Guardas Municipais, que apontam pontos críticos no texto em tramitação no Congresso.

Em outubro de 2026, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação do relatório e a matéria seguiu para o Plenário.

Principais pontos de debate e críticas da categoria

  • Criação de novo modelo em vez de reconhecimento automático: O texto prevê a criação de polícias municipais, mas entidades de classe (como a Fenaguardas e Sindguardas) argumentam que a proposta não reconhece de forma automática as atuais guardas como órgãos policiais, gerando um hiato jurídico entre a nomeação e a efetivação.
  • Exigências e limites populacionais: Críticos apontam que o texto impõe condicionantes (como limite mínimo de 100 mil habitantes para determinadas estruturas e regras de acreditação) que deixam de fora grande parte dos municípios.
  • Risco de extinção: Há receio de que corporações que não conseguirem se adaptar às novas exigências dentro de prazos estabelecidos (como regras baseadas na Lei 13.022/2014) enfrentem processos de extinção ou desestruturação.
  • Autonomia municipal e subordinação: Entidades sindicais e comunitárias criticam possíveis interferências na autonomia das prefeituras e regras de subordinação ou padronização estadual/federal sobre as forças locais.

Argumentos favoráveis e justificativas

  • Integração e fortalecimento: Defensores da proposta e o relator argumentam que a PEC busca estruturar o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição, integrando as forças e dando amparo jurídico para o policiamento ostensivo e comunitário realizado pelas guardas.
  • Valorização profissional: O texto visa padronizar competências e oferecer maior clareza de atuação no combate à criminalidade urbana, saindo do modelo restrito apenas à guarda patrimonial.
  • #EquipeNaval – I.A

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