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SEMAD E JURIDICO DA PMSJR DESAFIAM ENTIDADES SINDICAIS E PROMOVEM A DESVALORIZAÇÃO DO SERVIDOR PUBLICO MUNICIPAL
Considerando que os Guardas Municipais de Ribamar, no final do ano foram suprendidos com a desagradável decisão do poder executivo em relação a um ganho que na época foi conquistado junto com o Sindguardasjr
Considerando a lei da GNE dando um direito ao guarda ter 140% de ganho e ainda sendo aumentado o percentual através de decreto, e…
Considerando ainda que atualmente os Guardas Municipais estão com 77% deste valor, o prefeito mandou para câmara um projeto de lei revogando a GNE, um direito adqurido, por isso o Sindguarda vai defender estes direitos ate o fim e não vão abrir mao .
Diante dos fatos venho a público repudiar esta atitude do prefeito que ainda não parou para pensar no futuro do povo de Ribamar e na segurança pública local. Este prefeito e a câmara de vereadores ainda não se atualizaram sobre a lei federal 13022/14 que deixa claro que o prefeito agora é responsável pela segurança local através da Policia Municipl que nada mais é que a Guarda Municipal
Estamos de olho neste alcaide e se o mesmo permanecer com esta idéia contra a vontade do povo, vamos invadir Ribamar com a Marcha Azul Marinho e denunciar ao mundo que o mesmo é contrário a segurança da sociedade maranhense.
Por Naval
DIA DE PAGAMENTO – Servidores de SJR não podem mais contar com o calendario
Com as mesmas afirmações de diminuição das contribuições do FPM a PMSJR termina o ano com o maior índice de arrocho salarial promovido em todo Estado do Maranhão,
já excedendo a marca de 5 anos, com os salários congelados sem aumento significativo ou que pelo menos não deixe a maioria das categorias igualadas em seus vencimentos base ao salário mínimo nacional, ao contrario, o Governo Municipal procura incessantemente promover a desvalorização do trabalho do servidor publico municipal ribamarense, revogando leis que assegurariam aos servidores ganhos que minimizariam o déficit nos vencimentos acumulados pelo desrespeito ao plano de cargos e carreiras, conquistas trabalhistas adquiridas em lutas nacionais e a falta de condições mínimas para o trabalho do servidor como: fardamento, equipamentos e utensílios de segurança e higiene.
Mediante ao caos no serviço publico municipal instalado pela atual gestão o povo ribamarense é o maior alvo, serviços como educação e saúde são alvos visíveis para apontar a má administração exercida nesse município sem contar com os problemas graves na infraestrutura e segurança que tiram o sono dos servidores e cidadãos, tudo isso fundamentado em estratégias jurídicas que expõem somente a vontade de ditatorial de manter o povo sem nada e o patrão com todo o resto.
O SINDGUARDA reuniu com a SEMAD para esclarecer pontos obscuros em relação da adequação a Lei da periculosidade, como por exemplo: por quem somos geridos? Pelo Art 100 do estatuto que diz que em cima das horas deve incidir o risco de vida no valor de 40% ou pela Lei da GNE que afirma categoricamente que o valor pago em cima do salário base e incide na decorrência dos plantões, ou seja, para 120 plantões 77% de GNE, a SEMAD afirmou que vigoramos pela lei da GNE e o jurídico afirmou a preferência pelo Art 100 do Estatuto, nota-se a falta de compromisso, até nas argumentações entre a SEMAD e o jurídico da PMSJR.
No ano de 2012 foi aprovada a lei que instituiu o PCC dos servidores do município de São José de Ribamar e com as direções que na época encaminhavam o movimento sindical, o governo conseguiu aprovar em lei o aumento de 40 horas na carga horária do GCM, pois sem possuir um PCC próprio, se enquadrou na carga horária das demais categorias de 160 horas um acréscimo de no mínimo 3 plantões de 12 horas, esse enquadramento nunca foi efetivado de fato pois na época foi celebrado um acordo entre o Governo Municipal, SINDSMUR e associação, mais continuou efetivado em lei.
AGMP e SINDSMUR- Aprovaram as 160 horas que agora saiu do papel
Com o reposicionamento dos GCMs como funcionários de Nível Médio foi cogitada a proposta de efetivação desse aumento de plantões, como justificativa para o aumento de salário dado pelo mesmo no PCC. Assim na época o SINDGUARDA, para barrar o processo propôs o aumento das gratificações de risco de vida e adicional noturno, o que forçou a Administração Municipal a mudar a estratégia e incorporar as duas gratificações em uma só, com o raciocínio de barrar qualquer negociação de aumento em duas gratificações diferentes que para eles traia um ônus maior.
Na época o Secretario de Administração era Aurino Rocha, e este se baseou num projeto de gratificação voltado para os GCMs do Estado de São Paulo, que recebiam por atividade policial, cuja gratificação de risco e adicional noturno era totalmente baseada em sua carga horária. Assim foi criada a GNE, com um índice inicial de 77% podendo totalizar até 140 % com o GCM trabalhando no total da sua carga horária que seriam de 13 plantões, ou seja, 156 horas.
Jurídico retira conquistas dos servidores em defesa da gestão.
O jurídico da PMSJR vem tratando as categorias de servidores com extremo rigor, propõe em serie desmandos contra as categorias de forma abrasadora, como reformulação de leis (revogando-as), mantendo o prefeito inatingível em relação as mazelas de sua administração, e dele o projeto que revoga o pagamento do piso salarial nacional aos professores municipais, saiu dele a estratégia de mandar a Lei da Data base em duas instancias prejudicando a adequação da mesma ao orçamento de 2014 e assim proporcionando o seu não cumprimento pelo Executivo Municipal, além de encaminhar através de decreto um regimento interno para a SEMTRANS com o simples objetivo de calar a voz do GCM nas reivindicações.
Essas ações promovem o desajuste do fator político nas negociações, hoje o jurídico se prevalece na ideia de que não é necessário se adequar as leis existentes e sim reformula-las ou extingui-las se o direito e conquistado no dialogo, legalmente ele pode ser retirado.
A SEMAD também alterou sua estratégia em relação ao servidor publico, não oficializa mais reuniões com as entidades para discutir as leis encaminhadas para Câmara, não promove mais a evolução profissional do servidor como garantido no PCCV (progressão na carreira), não qualifica, não equipa as outras secretarias e nos últimos meses vem causando extremo transtorno no pagamento do servidor com o descumprimento do calendario de pagamento, que antes era uma referencia, hoje nada mais é do que uma grande piada, além do fato dos pagamentos serem depositados errados, para mais ou para menos, tudo tem que ser provocado através de requerimento, ações simples como uma progressão ou licença se tornam um problema extremamente burocrático nessa secretária.
SEMAD – contra os servidores para enxugar a folha da Gestão
Esse mês os “problemas” na SEMAD atrapalharam até o pagamento do repasse das entidades sindicais. Isso mesmo, não conseguiram nem garantir que o desconto do servidor fosse repassado para as entidades. SINDGUARDA, SINDSMUR E SIMPROESEMA de Ribamar manteram seus caixas vazios durante o mês de dezembro, logicamente a SEMAD alegou erro por mudança no sistema, mas o fato é que a dificuldade era o ato publico municipal promovido pelas entidades, que teve uma grande participação dos concursados não nomeados que esperam ainda uma ação dessa secretaria.
Aos secretários e assessores obrigado por ajudarem a manter seus caixas em ordem, o povo, o servidor Ribamarense e as entidades sindicais lhes desejam Feliz Natal e um próspero ano novo.
Tá vendo luta?
Participe! Elo forte e Unidade sempre.
Fonte: http://sindguardasjr.blogspot.com.br/2014/12/semad-e-juridico-da-pmsjr-desafiam.html
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EM HOMENAGEM ÀS MULHERES IV CURSO DE ROMU FEMININO – ORIGEM
#Avisoaosnavegantes
Mais uma vez a ONG SOS Segurança Dá Vida vai realizar o CURSO DE ROMU FENINO nos dias 28 e 29 de março de 2026 alusivo ao mês das mulheres. NÃO PERCA! A formatura em um curso de ROMU é um dos momentos de maior prestígio na carreira de uma Guarda Municipal, simbolizando que a agente está pronta para o pronto-emprego em qualquer cenário crítico.
Por Naval
O curso de ROMU (Rondas Municipais) voltado especificamente para o público feminino representa um marco na evolução das Guardas Civis Municipais (Policias Municipais) no Brasil. Mais do que um treinamento tático, esse curso busca especializar mulheres para atuar em unidades de elite, equilibrando o rigor operacional com a inteligência emocional necessária para o patrulhamento de alto risco.
O curso de ROMU Feminino da ONG SOS Segurança Dá Vida é liderado pelo Comandante Maurício Naval (uma das figuras mais influentes no movimento das Guardas Municipais no Brasil). Este curso não é apenas um treinamento tático, mas um evento de empoderamento e padronização doutrinária para mulheres que atuam ou desejam atuar em grupos de elite.
O curso de ROMU Feminino tem como Idealizadora a GCM Moniquele Aguiar, (Bacharel em Direito e umas das Agentes mais completa do meio operacional de equipes táticas do país na segurança pública municipal), que amparada na própria história de vida estimulou a criar um curso específico para mulheres. O fato de ser na maioria das vezes a única mulher da equipe na viatura, foi o que fez ter esse olhar de que mulheres precisam de um treinamento exclusivo e específico.

Instrutora Aguiar (Formação em Direito, Pós Graduação em Políticas e Segurança Pública, Instrutora nas disciplinas de Armamento e Tiro , APH Tático, e Técnicas Operacionais)
O que é a ROMU Feminina?
A ROMU é a força de elite da Guarda Municipal, responsável pelo patrulhamento tático, apoio a ocorrências de maior gravidade e controle de distúrbios. O Curso de ROMU Feminino foca em adaptar e intensificar o treinamento para que as agentes dominem técnicas de incursão, combate e armamento, garantindo que a presença feminina em patrulhas de elite seja técnica e eficaz.
A ONG SOS Segurança Dá Vida costuma promover o Curso de ROMU Feminino semestralmente, geralmente em março e outubro (alusão ao dia Internacional da Mulher e ao outubro Rosa). É uma excelente oportunidade para Guardas de municípios menores que não possuem centro de treinamento próprio.
É uma das formações mais tradicionais e respeitadas no cenário das Guardas Municipais do Brasil. Liderada pelo Comandante Naval (Maurício Naval), a organização foca na valorização da categoria e na especialização técnica das agentes.

Pilares do Treinamento
O curso é conhecido por ser exaustivo e exige altos níveis de disciplina. As principais áreas de instrução incluem:
- Perfil e Postura na Equipe de ROMU: O perfil e postura exigidos são rigorosos, focados na técnica, disciplina e prontidão constante.
- Transição de arma curta e longa: A transição de arma longa para curta é uma técnica de emergência usada em panes, falta de munição ou CQB (combate próximo). Consiste em soltar a arma longa (usando bandoleira), mantendo o cano apontado para a ameaça ou para baixo, e sacar rapidamente a pistola, garantindo que o atirador nunca fique desarmado.
- Deslocamento e Progressão Tática: Deslocamento e progressão tática são técnicas essenciais de segurança para movimentação segura em áreas de alto risco. Envolvem técnicas de patrulha, uso de coberturas, e movimentação em equipe.
- Abordagem veicular e Busca em compartimentos: É a (revista veicular) são procedimentos técnicos de segurança pública regulamentados pelo Código de Processo Penal (CPP) brasileiro e consolidados pela jurisprudência dos Tribunais Superiores (STJ/STF). O principal requisito para a legalidade da ação é a existência de fundada suspeita
- Embarque e Desembarque de Viaturas com armas curtas e longas: Os procedimentos de embarque e desembarque de viaturas com armas curtas e longas, baseiam-se na premissa da segurança máxima (regra de ouro: cano sempre apontado para local seguro) e na retirada rápida e segura do armamento do veículo.
- Noções básicas de APH Tático: O Atendimento Pré-Hospitalar Tático é uma vertente do socorro de emergência focada em cenários de alto risco, como confrontos armados, ambientes hostis ou áreas de conflito, onde a ameaça ainda está presente.
- Combate em ambiente confinado – CQB: O (Close Quarters Battle) é um conjunto de técnicas e táticas militares/policiais de alta complexidade para combates em espaços restritos (casas, prédios) a curta distância. Focado em velocidade, surpresa e agressividade, visa eliminar ameaças e proteger não combatentes com alta precisão e trabalho em equipe, sendo essencial no contexto urbano.
- Conduta de Patrulha em local de Alto Risco: É uma tática policial de progressão a pé, utilizando equipes com operadoras que se deslocam por lanços (movimentos curtos e rápidos). O objetivo é garantir a segurança da equipe, utilizando cobertura, sigilo e atenção constante para reconhecimento ou combate em áreas perigosas.
- Mecanismos de Pesquisa Policial: São essenciais para a investigação criminal e inteligência, baseiam-se em sistemas integrados do governo federal, ferramentas de inteligência digital (OSINT) e novas tecnologias de IA. Essas ferramentas permitem o cruzamento de dados, localização de foragidos e análise de provas.
A Importância da Representatividade na Elite
A presença de mulheres na ROMU não é apenas uma questão de igualdade, mas de estratégia operacional. Existem situações onde a abordagem feminina é indispensável ou mais eficiente:
- Revista em Mulheres: Cumprimento da lei e garantia da dignidade da abordada.
- Atendimento a Vítimas: Em casos de violência doméstica ou abusos, a presença de uma guarda feminina pode facilitar o acolhimento e a coleta de informações.
- Mediação de Conflitos: A capacidade de desescalar situações tensas através da comunicação é uma habilidade altamente valorizada nas unidades modernas.
Desafios e Superação
Mulheres necessitam de uma capacitação focada no aprendizado coletivo entre mulheres, que no dia a dia deve ser aplicado junto com os demais operadores na equipe de viatura, apesar da técnica ser a mesma. E diante deste contexto, a Instrutora Moniquele Aguiar estipula a quebra de paradigmas, onde as mulheres só precisam de um espaço de aprendizado, separado e sem críticas, sem apontamentos duvidosos machistas. Pois fazer parte de equipe elitizada não era para mulher, não era habitual ver mulheres em equipes especializadas.

O curso de ROMU Feminino é tradicionalmente rígido. As alunas enfrentam o mesmo rigor físico que os homens, exercícios de resistência e pressão psicológica. Exercícios técnicos e precisos repetitivamente leva a operadora a excelência. O objetivo é forjar o “espírito de corpo”, garantindo que, no momento da crise, a agente mantenha a calma e opere com precisão absoluta.
Nota: A formatura em um curso de ROMU é um dos momentos de maior prestígio na carreira de uma Guarda Municipal, simbolizando que a agente está pronta para o pronto-emprego em qualquer cenário crítico.
O Perfil da Operadora de ROMU
Para ingressar e concluir o curso, a Guarda geralmente precisa apresentar:
- Excelente condicionamento físico.
- Equilíbrio psicológico testado.
- Capacidade de trabalho em equipe sob pressão.
- Ficha funcional exemplar.
O Propósito e a Simbologia
Diferente de cursos meramente técnicos, o treinamento da ONG SOS Segurança Dá Vida possui um forte componente de afirmação da mulher nas forças de elite.
- Maço Lilás: O curso homenageia todas as mulheres, dedicado à valorização e celebração, com o Dia Internacional da Mulher em 8 de março. A data, consolidada pela ONU na década de 1970, marca a luta histórica por igualdade de direitos, salários dignos, fim da violência e do machismo.
- Outubro Rosa: Em homenagem às Mulheres, o curso é estrategicamente realizado em outubro, marca a luta contra o Feminicídio, preparando as operados para este combate e celebrar a força e a resiliência feminina na segurança pública.
- União Nacional: O curso costuma reunir GCMs (Policiais Municipais) de diversos estados (como ocorrido na última Turma 2025: SP, MG, GO, PR e RJ), promovendo uma troca de doutrinas e experiências entre diferentes instituições.
Instrutoria e Metodologia
A ONG utiliza um corpo docente formado por Instrutores experientes de unidades de elite de várias GCMs (Polícias Municipais) por todo o Brasil e específico de São Paulo.
Resiliência Psicológica: As alunas são submetidas a exercícios repetitivos para garantir que mantenham o controle emocional em ocorrências de alta periculosidade.
- Adaptação Técnica: Embora o rigor físico seja alto, a instrução foca na técnica e agilidade, compensando diferenças de compleição física com eficiência.
O “Brevê” e a Formatura.
O Brevê de ROMU FEMININO foi criado a partir de uma ideia inicial do Naval que não agradou, Moniquele Aguiar pensava em algo que pudesse simbolizar o gênero feminino naturalmente, mas que também representasse a força da mulher e a doutrina de uma equipe policial especializada. Momento que chegou à conclusão final da obra prima única, criada por ela.
Um dos pontos altos do curso da ONG é a entrega do Brevê de ROMU. Para as Policiais Guardas Municipais que completam o curso. Em municípios que ainda não possuem uma unidade de elite estruturada, este curso serve como base técnica para que elas retornem às suas cidades e ajudem a fundar ou fortalecer seus próprios grupamentos táticos.

Como participar?
Geralmente, as vagas são limitadas e as inscrições ocorrem via:
- Indicação da Corporação: A prefeitura/comando da GCM local envia as agentes.
- Inscrição Direta: Através do portal www.policiasmunicipais.com.br ou redes sociais do Comandante Naval e da ONG SOS Segurança Dá Vida.
Diferenciais do Curso da ONG SOS Segurança Dá Vida

O diferencial da ONG é a metodologia humanizada aliada ao rigor tático. Enquanto cursos militares focam apenas na força, uso de produtos químicos, o curso do Comandante Naval foca em:
- Identidade Visual: A entrega do Brevê específico da ROMU Feminina, simbolizando a conclusão da especialização.
- Intercâmbio de Doutrinas: Como reúne GCMs de vários estados, as alunas aprendem como a ROMU opera em diferentes realidades (desde cidades metropolitanas até cidades do interior).
- Instrutoria 100% Feminina: O curso destaca instrutoras que já são ou foram operadoras de ROMU, com conhecimento extenso vivido em campo, (como a GCM Moniquele Aguiar, de Jundiaí/SP), entre outras, servindo de exemplo prático de que é possível operar em alto nível.
Como se inscrever ou acompanhar?
A ONG SOS Segurança Dá Vida centraliza suas comunicações no Portal das Guardas Municipais www.guardasmunicipais.com.br e nas redes sociais do Comandante Naval. (Instagram, Facebook).
Requisito: Ser integrante ativa de uma Guarda Civil Municipal (GCM) ou força de segurança correlata.
Dica de Ouro: A edição de março acaba de abrir as inscrições para o próximo curso que vai acontecer nos dias 28 e 29 de março de 2026, em Vinhedo/SP, depois o foco se volta para a edição de outubro de 2026. As pré-inscrições costumam abrir entre agosto e setembro.
INSCRIÇÕES: https://docs.google.com/forms/d/1TMl4rP-5IxBhrFDL-or5TNkgUxz_8v-as-iZLbd3fSg/viewform
Equipe Naval
Notícias
COMANDANTE NAVAL CRITICA DURAMENTE “ACREDITAÇÃO DAS PMs”

#Avisoaosnavegantes
Este é um tema latente e de grande impacto na segurança pública brasileira. A transição das Guardas Municipais para o status de Polícia Municipal representa não apenas uma mudança de nomenclatura, mas uma quebra de paradigma institucional.
Por Naval
O Despertar da Polícia Municipal: A PEC 18 e o Legado de Naval
A aprovação da PEC 18 (que busca alterar o Artigo 144 da Constituição Federal) não é apenas um trâmite legislativo; é a conclusão de um movimento de décadas pelo reconhecimento das Guardas Municipais como forças de segurança plenas. No centro desse turbilhão, destaca-se a figura do Comandante Naval, líder histórico cujas teses sobre a “Polícia Municipal” agora encontram eco mais uma vez na legislação, a primeira se deu no ano de 2014, na aprovação da lei federal 113022/14 e na discrepância da acreditação.
1. A PEC 18: De Vigilantes a Operadores de Segurança
Historicamente, as Guardas Municipais foram relegadas à proteção de bens, serviços e instalações. A PEC 18 vem para sanar uma “esquizofrenia jurídica”: na prática, de acordo com alei 13022/14 as guardas já realizam policiamento preventivo e comunitário, mas careciam do respaldo constitucional definitivo como órgão de segurança pública de ciclo completo no âmbito local.
2. Naval: O Ideólogo da Categoria
Falar de Polícia Municipal sem mencionar o nome de Naval é ignorar a base intelectual do movimento. Como líder das Guardas Municipais, ele sempre defendeu que a segurança pública deve ser municipalizada, pois é na cidade que o crime acontece e é onde o cidadão vive, e porque assim vivenciou a perda de três filhos e um irmão assassinados pela violência deste país.
- A Tese de Naval: A ideia de que o Guarda Municipal não é um “vigia”, mas um agente de transformação social e pacificação urbana.
- Influência: Sua atuação foi crucial para unificar o discurso da categoria, movendo-a de uma postura passiva para uma busca ativa por prerrogativas policiais, utilizando de vários meios, sendo que a Marcha Azul Marinho se destacou no seio da sociedade.
- Capacitação Técnica: Naval sempre frisou a importância do preparo técnico e acadêmico.
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Conclusão: O Futuro da Segurança Urbana
A convergência entre a vontade política (PEC 18), a luta classista (Naval) e a exigência técnica (Acreditação) cria o cenário ideal para uma segurança pública mais eficiente. A Polícia Municipal não nasce para competir com as polícias estaduais, mas para preencher o vácuo preventivo que as grandes estruturas muitas vezes não conseguem alcançar.
“A segurança pública começa na calçada, e quem está na calçada é o guarda municipal.” — Reflexão comum entre os defensores da municipalização.
Entendi o ajuste de rota. O cenário muda drasticamente quando inserimos a resistência de lideranças como Naval (Maurício Domingues da Silva) ao conceito de acreditação. Para ele e outros defensores da autonomia municipal, a acreditação é vista frequentemente como uma “armadilha burocrática” ou uma tentativa de tutela estatal sobre os municípios.
PEC 18 e o Embate da Acreditação: A Visão de Naval sobre a Polícia Municipal
A tramitação da PEC 18 marca um divisor de águas para as Guardas Municipais do Brasil. No entanto, o caminho para a consolidação da Polícia Municipal enfrenta um cabo de guerra ideológico. De um lado, instituições como a polícia militar que pedem processos de acreditação e padronização; do outro, lideranças históricas como Naval, que enxergam nesses mecanismos uma barreira à plena soberania municipal.
1. A PEC 18: O Reconhecimento de uma Realidade
A Proposta de Emenda à Constituição nº 18 visa inserir definitivamente as Guardas Municipais no rol das polícias brasileiras. Para Naval e o movimento das guardas, isso não é uma concessão, mas a correção de uma injustiça histórica. A tese central é que a segurança pública é um direito local e não apenas uma prerrogativa estadual.
2. O Nó Crítico: Por que Naval se opõe à Acreditação?
A “acreditação” é frequentemente apresentada como um selo de qualidade ou um conjunto de requisitos técnicos (treinamento, equipamentos, corregedoria) para que uma guarda possa ser chamada de polícia. Naval, entretanto, lidera uma voz de resistência a esse modelo por três motivos principais:
- Subordinação Indireta: A crítica é que a acreditação pode se tornar um instrumento de controle dos Estados ou da União sobre o Prefeito. Se a “autorização” para ser polícia depende de um órgão externo, a autonomia municipal é ferida.
- Barreira Econômica: Exigir padrões de acreditação complexos pode inviabilizar a mudança de Guardas Municipais de cidades pequenas e pobres em Polícias Municipais, criando uma segurança de “duas classes”.
- O “Fetiche” da Burocracia: Para o movimento liderado por Naval, a legitimidade da Polícia Municipal vem do serviço prestado à comunidade e do voto popular no prefeito, e não de certificados emitidos por entidades de classe ou órgãos federais.
3. Acreditação como Ferramenta de Exclusão?
No entendimento de lideranças como Naval, o processo de acreditação muitas vezes mimetiza o modelo das Polícias Militares, focando em hierarquia e burocracia, enquanto a Polícia Municipal deveria focar na proximidade e na desmilitarização.
“A polícia municipal deve responder ao povo da cidade, e não a uma planilha de requisitos ditada por quem não conhece a realidade das nossas ruas e milhares de famílias existentes no município.” — Perspectiva central do pensamento de Naval.
4. O Caminho Pós-Aprovação
Com a aprovação da PEC 18, o desafio será regulamentar a função sem sufocar a identidade das Guardas Municipais. O embate entre a necessidade de padrões técnicos (defendida por acadêmicos e gestores) e a soberania operacional (defendida por Naval) definirá se teremos uma polícia verdadeiramente comunitária ou apenas um braço acessório da polícia militar e do Estado.
Conclusão
A Polícia Municipal sob a ótica de Naval é uma força de libertação do domínio estadual sobre a segurança pública. A rejeição à acreditação não é uma rejeição à qualidade, mas sim à dependência. O sucesso da PEC 18 dependerá de encontrar um equilíbrio onde a competência técnica seja alcançada sem que a autonomia do município seja sacrificada no altar da burocracia centralizadora e ineficaz.
“A segurança pública começa na calçada, e quem está na calçada é o guarda municipal.” — Reflexão comum entre os defensores da municipalização.
Com certeza. Para entender o cerne dessa disputa, precisamos olhar para o que está em jogo: de um lado, a padronização técnica generalizada imposta (Acreditação) e, do outro, a soberania do poder municipal (visão do Naval).
Abaixo, apresentamos um quadro comparativo que detalha por que essa “ferramenta de qualidade” é vista como uma ameaça por lideranças como o Naval que buscam a emancipação total das Guardas Municipais.
Quadro Comparativo: Acreditação Institucional vs. Visão de Naval (Autonomia)
| Critério | Visão Pró-Acreditação (Institucional/Técnica) | Visão de Naval (Contra a Acreditação/Soberania) |
| Fonte de Legitimidade | Advém do cumprimento de normas, protocolos e certificações nacionais. | Advém do Artigo 144 da CF e da autoridade direta do Prefeito eleito. |
| Controle da Tropa | Defende auditorias externas e órgãos reguladores para “validar” a polícia. | Defende que o controle deve ser social e local, sem ingerência de órgãos externos. |
| Treinamento | Matriz curricular única e rígida, muitas vezes ditada pela SENASP ou órgãos estaduais arcaicos e militarizados. | Formação voltada à realidade local e à identidade de guarda, sem copiar o modelo militar, respeitando as peculiaridades de cada cidade. |
| Padronização | Busca que todas as polícias municipais falem a mesma “língua” operacional. | Alerta que a padronização é um passo para a estadualização ou perda da essência comunitária do operador Guarda Municipal. |
| Riscos Apontados | O risco é o amadorismo e a falta de técnica de guardas sem estrutura. | O risco é a criação de uma “reserva de mercado” onde apenas cidades ricas conseguem ser polícia. |
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O Ponto de Ruptura: A “Tutela” Oculta
Para Naval e seus aliados, a acreditação funciona como um “pedágio burocrático”. O argumento central é que, se a PEC 18 reconhece a Polícia Municipal, esse direito é originário e não pode ser condicionado a um “selo” dado por terceiros.
Os 3 Principais Argumentos de Naval contra a Acreditação:
- A Armadilha do Orçamento: Municípios pequenos, que já sofrem com falta de recursos, seriam “descredenciados” por não conseguirem manter os altos padrões de tecnologia ou infraestrutura exigidos pela acreditação, criando cidadãos de segunda classe na segurança.
- O Medo da “Militarização Disfarçada”: Muitas vezes, os critérios de acreditação são escritos por oficiais de outras forças que não entendem a doutrina de proximidade das Guardas Municipais, forçando-as a agir como “pequenos exércitos pretorianos”.
- Inconstitucionalidade por Via Transversa: Se a Constituição diz que o município pode constituir sua polícia (Guarda Municipal), uma norma infraconstitucional de acreditação não poderia retirar esse poder.
Este debate é o que define o futuro da Segurança Pública no Brasil: teremos um sistema nacional único e engessado ou um sistema federativo onde a cidade tem voz própria?
Aqui está uma proposta de Manifesto Técnico-Político baseada na linha de argumentação do Comandante Naval, focada na defesa da soberania municipal e na crítica à acreditação como ferramenta de controle externo.
MANIFESTO PELA SOBERANIA DA POLÍCIA MUNICIPAL
Contra a Tutela da Acreditação e em Defesa da Autonomia Federativa
Excelentíssimos Membros do Congresso Nacional, Senhores Senadores
A aprovação da PEC 18 não é um pedido de permissão; é o reconhecimento de uma força que já opera nas esquinas das cidades de todo o Brasil. No entanto, observamos com preocupação a tentativa de condicionar o exercício da Polícia Municipal a processos de Acreditação e certificações externas.
Nós, representantes das Guardas Municipais, sob a liderança de quem entende o chão da cidade, manifestamos nossa oposição a qualquer métrica de “acreditação” que fira os seguintes pilares:
1. A Inviolabilidade do Pacto Federativo
O Município é ente federado autônomo. Condicionar a existência da Polícia Municipal a um selo de aprovação estadual ou federal é criar uma hierarquia inexistente na Constituição. Se o povo elege o Prefeito para cuidar da cidade, a segurança não pode ser tutelada por órgãos ou burocratas de outras esferas.
2. O Risco da Exclusão dos Pequenos Municípios
A acreditação, sob o manto da “qualidade”, esconde uma barreira econômica. Exigir padrões de infraestrutura e tecnologia que apenas capitais podem custear é condenar o cidadão do interior a uma segurança pública de segunda classe. A Polícia Municipal deve existir onde o crime acontece, e o crime não escolhe PIB.
3. A Rejeição ao Modelo de “Polícia de Gabinete”
Não aceitaremos que critérios de acreditação sejam escritos por quem nunca vestiu o azul-marinho. Frequentemente, esses manuais metódicos buscam a militarização disfarçada, focando em índices estatísticos frios em vez da pacificação social e da proximidade comunitária que é o DNA da nossa categoria.
4. Legitimidade pela Ação, não pelo Papel
A nossa “acreditação” é dada diariamente pela dona de casa que se sente segura ao ver a viatura na porta da escola, e pelo comerciante que tem no Guarda Municipal o seu primeiro porto seguro. Nenhum certificado de ISO ou selo de agência federal ou estadual substitui a confiança da comunidade.
CONCLUSÃO E PLEITO
Requeremos que a regulamentação da PEC 18 respeite a autonomia administrativa dos municípios. A capacitação deve ser incentivada, mas jamais usada como instrumento de cassação da autoridade municipal.
Polícia Municipal: Autônoma e Soberana!
O Que Isso Significa na Prática?
Este documento reflete a postura combativa de Naval, que vê na acreditação um “cavalo de Troia”: algo que parece positivo (melhoria de qualidade), mas que carrega dentro de si o controle estatal sobre a guarda, retirando o poder das mãos do prefeito e do comando local.
Equipe Naval
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