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O VILÃO DAS INSTITUIÇÕES TAMBÉM NA SEGURANÇA PÚBLICA

Queridos amigos e companheiros de trabalho. Estamos vivendo momentos de apreensão e de combate àqueles que não querem que nosso trabalho seja reconhecido. Claro que estou falando da tão discutida PLC/2014.

Digo que existem fins eleitoreiros, porque sem uma política Nacional que ratifique nossas funções, ficamos a cargo do executivo municipal que se achar interessante ao seu governo, nos ampara e, caso não entenda que segurança começa com as corporações municipais, acaba por atravancar o trabalho do agente de segurança pública municipal.

Ninguém quer isso. Nem os servidores, nem a população por eles atendida.

Nada existe na Constituição Federal, em seu artigo 144, que ligue a Guarda Municipal restritamente a vigilância de patrimônio público, como descrevem algumas interpretações mal feitas e equivocadas, aliás a palavra “patrimônio” nem aparece neste artigo. O que existe é um parágrafo ligado ao Caput, e portanto absorvendo as atribuições ali elencadas e que somente faculta ao município a condição de criar esta força policial municipal, ou não. Citando o Dr. Aníbal Bassan Junior , o fato de a GM não estar inserida em um item do artigo 144 e sim em um parágrafo, só foi feito para que municípios que possuem população e arrecadação reduzidas, não sejam obrigados a criar uma Guarda. Apenas este fato da “desobrigação”, foi o determinante neste contexto. Podem também sobre estas afirmações, os avessos ao trabalho da GM pelo Brasil afora, questionarem tal interpretação. Mas são fatos. Caput ligado ao parágrafo, sem inclusão de palavras ocultas que só os contras enxergam.

Mais um fato deve ser levado em consideração: A Guarda Municipal já atua no policiamento das cidades por todo o país. Isto não vai mudar.

Durante os ataques sofridos por policiais, onde marginais destruíram viaturas e bases policiais e muitos foram assassinados, os GMs também não ficaram de fora. Muitos colegas trajando o fardamento azul marinho, foram mortos deixando suas famílias “órfãs”, muitas vezes sem ao menos portar uma arma para se defender de tais ataques. Isto porque a lei o desampara, mas ao mesmo tempo os comandos e a população exige a atuação efetiva no combate ao crime.
Então nos perguntamos, porque esta Lei não é aprovada??? E a resposta é simples. Por vaidade, poder e ganância.

Gostaria de citar um trecho tratado na psicologia organizacional como “Narcisismo Destrutivo”.
Quem se lembra de Narciso? Um personagem da Mitologia Grega que se admira tanto, se acha tão belo e melhor do que tudo, que morre afogado, depois de cair em um lago ao tentar alcançar sua imagem refletida. Assim são os gestores Narcisistas Destrutivos. Só pensam em seu próprio bem estar, possuem autoestima frágil e é incapaz de expressar qualquer compaixão pelo próximo, normalmente características geradas por insegurança e tendência a resolver tudo sozinho. Estes sujeitos possuem capacidade limitada de trabalhar em equipe, por considerar-se auto suficientes ou superiores e quando percebem que alguém diferente deles de destaca, é capaz de inventar informações errôneas ou assumir riscos para garantir seu poder. Rebaixa o outro para parecer competente, tendo constante ambição de poder.

Estas descrições acima não nos parece familiar. Não é isso que as “forças ocultas” estão mostrando ao se empenharem tanto em diminuir a Guarda Municipal, ao invés de apoiar mais uma corporação atuando na segurança pública e contribuindo assim para a redução da criminalidade?

Colegas da Nação Azul Marinho, familiares e munícipes que amamos, protegemos e dos quais fazemos parte e principalmente representantes do povo no Senado, já não é hora de deixarmos esta Síndrome de Narciso de lado, acabar com esta guerra por poder e pensarmos apenas no tema mais importante que é a segurança pública??

A população merece esta vitória!!!
Pense! Alie-se a grande corrente Azul Marinho em prol à aprovação da PLC 039/2014, sem emendas!!!

Por: GMF Cristina
Guarda Municipal na cidade de Araçatuba/SP
Formada em Psicologia pela Fac-FEA

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Notícias

🚨 ALERTA ÀS GUARDAS MUNICIPAIS! MODERNIZAÇÃO SIM, SUBORDINAÇÃO NÃO!

#AvisoaosNavegantes

PEC 18 aprovada, muitas dificuldades pela frente e LUTA que não acaba mais. Já iniciamos nossas mobilizações, teremos em novembro, no dia 25 deste ano, o SEMINÀRIO DE GUARDAS MUNICIPAIS organizado pelo Comandante Braga e nós, no Auditório do Buriti em Brasília. Como Líder Nacional da Guardas Municipais, não sei se choro ou se rio…Tá dificil!

#ComandanteNaval

A aprovação da proposta que abre caminho para a criação das Polícias Municipais representa um avanço importante no reconhecimento da segurança pública municipal. Entretanto, precisamos ter muito cuidado com os pontos negativos que podem comprometer a autonomia, a história e o futuro das Guardas Municipais.

O problema não está no reconhecimento como Polícia Municipal. O problema está nas condições impostas para essa transformação.

1. ACREDITAÇÃO PERIÓDICA

A proposta prevê um processo de acreditação periódica pelo Conselho Estadual de Segurança Pública e Defesa Social, seguindo critérios nacionais.

Isso pode criar uma dependência administrativa e institucional de avaliações estaduais. Precisamos garantir que nenhum órgão estadual tenha poder de interferir na autonomia administrativa do Município ou decidir os rumos da sua corporação.

2. RISCO DE SUBORDINAÇÃO OPERACIONAL ÀS POLÍCIAS MILITARES

Outro ponto que exige muita atenção é a pactuação para integração das ações de policiamento ostensivo e comunitário.

Integração não pode significar subordinação!

As Guardas Municipais não podem se transformar em instituições dependentes das Polícias Militares, submetidas a comandos, ordens ou estruturas hierárquicas estaduais.

O Município é um ente federativo autônomo, e sua instituição de segurança pública deve ter comando próprio, carreira própria e identidade institucional.

3. CAPACIDADE FINANCEIRA DO MUNICÍPIO

A exigência de comprovação de receita própria compatível com a manutenção da corporação pode criar uma enorme desigualdade.

Municípios menores, que já possuem Guardas Municipais atuantes, poderão encontrar dificuldades para cumprir as exigências financeiras e ficar impedidos de avançar na transformação institucional.

4. FORMAÇÃO E PADRONIZAÇÃO NACIONAL

A formação profissional é fundamental, mas os critérios precisam respeitar a realidade das Guardas Municipais e aproveitar a experiência dos profissionais que já estão nas ruas há décadas.

Não podemos permitir que a história, a capacitação e o conhecimento acumulado sejam simplesmente desconsiderados.

5. RISCO DE PERDA DE DIREITOS E DA IDENTIDADE FUNCIONAL

É indispensável garantir:

Preservação dos cargos e concursos públicos de origem.

Manutenção da antiguidade e do tempo de serviço.

Preservação salarial e das progressões funcionais.

Garantias previdenciárias.

Aproveitamento da formação e da capacitação já realizadas.

Continuidade das atribuições e dos direitos dos atuais integrantes.

6. A VEDAÇÃO À SOBREPOSIÇÃO DE ÓRGÃOS

A proposta também impede a coexistência, no mesmo Município, de órgãos municipais de segurança pública com atribuições sobrepostas.

É preciso deixar muito claro como será feita essa transição, sem extinguir direitos, desvalorizar profissionais ou criar um limbo jurídico para as Guardas Municipais existentes.

NOSSA POSIÇÃO É CLARA:

Queremos reconhecimento, valorização, autonomia, estrutura, investimentos e respeito institucional.

Não queremos uma Polícia Municipal criada para ficar subordinada a uma Polícia Militar estadual.

A integração entre as forças de segurança deve acontecer por meio da cooperação, do planejamento conjunto e do respeito às competências de cada instituição, jamais pela imposição de hierarquia de uma força sobre outra.

A LUTA NÃO TERMINOU COM A APROVAÇÃO DA PROPOSTA. AGORA COMEÇA UMA NOVA ETAPA: LUTAR PARA ADEQUAR O TEXTO E GARANTIR OS DIREITOS DE QUEM CONSTRUIU A HISTÓRIA DAS GUARDAS MUNICIPAIS NO BRASIL!

COMANDANTE NAVAL A luta não para aqui!

#ComandanteNaval #GuardasMunicipais #PolíciaMunicipal #SegurançaPública #AutonomiaMunicipal #NaçãoAzulMarinho

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IDEALIZADOR

PARTICIPAÇÃO DA GCM/SP NA LAAD É CONQUISTA NOSSA

#AvisoaosNavegantes

Como eu participava de tudo e todos os eventos de segurança, ficava indignado quando não via representação mínima das Guardas Municipais nos eventos, isso aumentava minha vontade de lutar!

#Naval

UMA CONQUISTA HISTÓRICA DO COMANDANTE NAVAL: A PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO DA GCM DE SÃO PAULO NA LAAD! 💙⚓
Uma conquista importante na história das Guardas Municipais brasileiras!
Na época em que o Comandante Malta estava à frente da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, percebi a ausência das Guardas Municipais em uma das maiores feiras de defesa e segurança da América Latina, a LAAD.

Não me conformei com essa ausência e procurei o responsável pela organização da feira, cobrando espaço e reconhecimento para as Guardas Municipais, que também fazem parte da segurança pública brasileira.
Minha reivindicação foi ouvida! Posteriormente, o senhor Sérgio Jardim abriu esse espaço, possibilitando a primeira participação da GCM de São Paulo na LAAD.

Foi mais um passo importante para aproximar as Guardas Municipais da indústria de defesa e segurança, apresentar nossas necessidades, conhecer novas tecnologias e fortalecer nossa instituição.
Essa história mostra que muitas conquistas começam com uma atitude: identificar uma necessidade, cobrar providências e lutar até abrir as portas.

Não basta reclamar da ausência. É preciso lutar para conquistar o espaço!
Seguimos firmes, trabalhando pela valorização e pelo reconhecimento da nossa Nação Azul-Marinho!
⚓ COMANDANTE NAVAL Uma história de luta e conquistas pelas Guardas Municipais do Brasil.
#ComandanteNaval#GuardasMunicipais#GCM#LAAD#GCMSp NaçãoAzulMarinho SegurançaPública ValorizaçãoDasGuardasMunicipais

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