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Ministro participa do XXVIII Congresso Nacional das Guardas Municipais
Nem descansamos da maratona das eleições de 2018 já viajamos para João Pessoa na Paraiba para participar de mais um grande evento da Policia municipal que desta vez contou com a presença do Ministro da Justiça Raul Julgmann
Sucesso!
#Naval153
CIDADES
Ministro da Segurança Pública participa de encerramento do Congresso Nacional das Guardas Municipais
Durante a ocasião, o ministro pontuou as melhorias que as Guardas Municipais do país vem tendo durante os últimos meses.
20/10/2018 09:41
Com auditório lotado, o XXVIII Congresso Nacional das Guardas Municipais encerrou sua programação na tarde desta sexta-feira (19). O evento, que foi promovido pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), através da Secretária Municipal de Segurança Urbana e Cidadania (Semusb), em parceria com o Conselho Nacional das Guardas Municipais, contou com a presença do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, que destacou a importância do evento realizado na Capital paraibana para a segurança do país.
Durante a ocasião, o ministro pontuou as melhorias que as Guardas Municipais do país vem tendo durante os últimos meses. “Nós aprovamos definitivamente o Ministério da Segurança Pública que, pela primeira vez, representa do mais alto nível da administração da República, os homens e mulheres que fazem a segurança pública da nossa nação”, enfatizou Raul Jungmann.
Para o secretário de Segurança Urbana e Cidadania de João Pessoa, sargento Dênis Soares dos Santos, o evento vai contribuir na formação do serviço que é oferecido pela Guarda à população. “Estamos felizes em ver os visitantes chamando João Pessoa de paraíso e durante esses dias estamos discutindo o futuro de toda a Guarda do Brasil. Desde políticas de prevenção a questões desejadas pela Guarda”, disse o secretário.
O evento tem o objetivo de criar leis disciplinadoras, projetos, métodos e técnicas a fim de diminuir os índices de criminalidade que compõem o tema de extrema relevância no cenário atual, ao abordar temas que ajudem na gestão e no planejamento da Segurança Pública Municipal. O Congresso Nacional das Guardas é fruto da integração dos representantes das Guardas com as articulações nacionais e municipais, para desenvolver o aprimoramento da prestação de serviços à comunidade.
A coordenadora da Guarda Municipal do Rio de Janeiro, Kátia Bastos, disse que estar em João Pessoa trocando experiência é fundamental para a sua formação e de todos os companheiros. “Estamos saindo daqui com a barragem de conhecimento amplo, da espera a nossa área, que é a segurança pública. E estar também participando da mesa de mulheres foi fundamental, pois contribui em nosso empoderamento e na autoconfiança”, destacou a coordenadora.
A programação no turno da tarde contou com workshop, uma palestra sobre “Armamento”, que enfatizou os requisitos legais que cada instituição e guarda municipal podem fazer para oficializar a aquisição e o uso da arma no serviço.
Logo após, às 15h, o evento trouxe a palestra sobre “A importância da mediação de conflitos na segurança urbana”, que apresentou os conceitos modernos e legais para que o agente de segurança possa atuar na mediação de conflito, garantindo que não se torne um registro policial. Fechando a programação, duas atrações culturais animaram os que fizeram presentes no congresso.
O CNGM – O Conselho Nacional das Guardas Municipais é a entidade representativa reconhecida pela Lei 13.022/2014, à qual compete a missão de zelar pela valorização profissional dos guardas municipais e das suas respectivas instituições, em prol da sua atuação condigna com os princípios da proteção dos direitos humanos fundamentais, do exercício da cidadania e das liberdades públicas, da preservação da vida humana, da redução do sofrimento, da diminuição das perdas, do patrulhamento preventivo, do compromisso com a evolução social da comunidade e do uso progressivo da força.
Fonte: http://pbnews.com.br/cidades/2018/10/ministro-da-seguranca-publica-participa-de-encerramento-do-congresso-nacional-das-guardas-municipais.html
Notícias
Comandante Naval alerta sobre convênio da Polícia militar de São Paulo X GCM SP

#AvisoaosNavegantes
Este convênio é um cavalo de tróia, precisamos acompanhar e lutar contra qualquer intervenção da PM em nossas Guardas Municipais.
Comandante Naval
Após a leitura das minutas do convênio e do plano de trabalho, identifiquei alguns pontos que podem ser questionados juridicamente, embora nem todos sejam necessariamente inconstitucionais. Alguns parecem contrariar a Constituição, o Estatuto Geral das Guardas Municipais e a interpretação consolidada pelo STF na ADPF 995.
1. Possível inconstitucionalidade na criação de “ocorrências exclusivas da PMESP”O ponto mais sensível está na cláusula que afirma:”Excetuadas as competências privativas e compartilhadas acima descritas, todas as demais ocorrências e naturezas de atendimento permanecem sob responsabilidade exclusiva da PMESP.”
E no Plano de Trabalho:
“Ocorrências Exclusivas da PMESP: todas as demais ocorrências de natureza policial…” �
Problema jurídico:
O STF, ao julgar a ADPF 995, reconheceu as Guardas Municipais como integrantes do Sistema de Segurança Pública do art. 144 da Constituição e afirmou que elas exercem atividade policial. O STF também afastou a interpretação de que exista monopólio estadual da atividade de policiamento ostensivo municipal. Além disso, não existe na Constituição dispositivo que atribua à Polícia Militar exclusividade geral no atendimento de ocorrências.
A Constituição atribui à PM a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, mas não estabelece exclusividade absoluta sobre todas as ocorrências policiais. Portanto, um convênio não pode criar uma reserva de mercado institucional que a Constituição não criou.
Risco
Esse trecho pode ser interpretado como tentativa de restringir competências já reconhecidas à GCM pela Constituição, pela Lei 13.022/2014 e pela jurisprudência do STF.
2. Possível extrapolação ao definir competências “privativas” da GCM e “exclusivas” da PMESP por convênio. O convênio lista quais ocorrências seriam privativas da GCM, compartilhadas ou exclusivas da PMESP.
Problema:
Competência constitucional não é matéria que possa ser livremente redefinida por convênio administrativo. A repartição constitucional de competências decorre da Constituição e da lei, não de ajuste administrativo entre órgãos. Um convênio pode disciplinar fluxos operacionais. Já definir que determinada natureza de ocorrência pertence exclusivamente a um órgão pode extrapolar sua finalidade jurídica.
3. Concentração obrigatória das ocorrências no COPOM
O plano prevê:
“As chamadas de emergência serão recebidas exclusivamente pelo telefone 190…”
“A Polícia Militar realizará o atendimento de todas as solicitações feitas pelo telefone 190…” �
Possível questionamento:
Não há problema em o 190 continuar sendo administrado pela PMESP. Entretanto, a redação pode gerar interpretação de subordinação operacional da GCM à triagem do COPOM. A GCM possui autonomia administrativa e operacional própria.
Se na prática o sistema impedir que a GCM receba diretamente demandas relacionadas às suas atribuições legais, poderá surgir discussão sobre violação da autonomia municipal prevista nos arts. 18 e 30 da Constituição.
4. Critério “se houver infração penal a PM assume o caso”
O plano estabelece:
“Se houver infração penal, a PMESP assume o caso; se for apenas administrativa, a GCM conclui o atendimento.”
Problema:
Esse dispositivo parece incompatível com a jurisprudência atual. Hoje é pacífico que Guardas Municipais podem:
realizar patrulhamento preventivo;
efetuar prisão em flagrante;
conduzir autores à autoridade policial;
apreender objetos relacionados ao crime.
Logo, o simples surgimento de infração penal não extingue automaticamente a competência de atuação da GCM. Esse é um dos pontos mais vulneráveis juridicamente.
5. Aspecto positivo: reconhecimento formal de competências compartilhada.
Por outro lado, o convênio traz um reconhecimento relevante:
“Compete de forma compartilhada à GCM . Esse trecho enfraquece a tese histórica de que a PM teria exclusividade no atendimento de ocorrências. O próprio documento admite oficialmente a existência de competências compartilhadas. Esse reconhecimento pode ser utilizado como argumento favorável à GCM em debates institucionais.
6. Aspecto positivo: integração sem subordinação hierárquica.
Conclusão:
Os trechos mais vulneráveis juridicamente são:
A criação de uma categoria genérica de “ocorrências exclusivas da PMESP”. A tentativa de definir competências constitucionais por convênio administrativo.
A regra segundo a qual qualquer infração penal faria a PM assumir a ocorrência, reduzindo a atuação da GCM.
A centralização absoluta do fluxo de emergências no COPOM, se aplicada de forma a limitar a autonomia operacional da GCM.
O restante do convênio — integração tecnológica, compartilhamento de imagens, acesso ao SIOPM, participação da GCM no RIESP, assentos no COPOM e operações conjuntas — parece juridicamente defensável e compatível com a lógica de cooperação federativa prevista pela Constituição.
Comandante Naval
Notícias
COMANDANTE NAVAL CONSIDERA RENAN SANTOS UM FENÔMENO NA POLÍTICA DO BRASIL

#AvisoaosNavegantes
O Pré candidato a Presidente da Republica pelo partido político Missão, Renan Santos é um ativista, empresário e político brasileiro. É um jovem ousado e corajoso, o tipo de ser humano que estava faltando para encarar de verdade os problemas que o nosso Brasil atravessa. Peço a todos os Brasileiros e o mundo, prestem atenção no próximo presidente do nosso país.
Ainda digo com certeza que, o Renan Santos antes das convenções partidárias atinge 15%, ele vai para o segundo turno e ganha esta eleição.
Naval
Renan Santos é conhecido principalmente como um dos fundadores e coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e, Presidente do Partido Missão, do qual sou pré candidato à deputado federal pelo estado de São Paulo. Ele ganhou notoriedade nacional durante os protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e é uma figura central do liberalismo e da direita conservadora/liberal no cenário político.
Sua atuação e história envolvem algumas frentes principais:
- Ativismo no MBL: Ao lado de nomes como Kim Kataguiri e outros, Renan ajudou a criar o MBL, um movimento que teve papel fundamental na mobilização de rua contra o PT e na articulação de pautas liberais na economia e conservadoras nos costumes. Mobilização muito parecida com a Marcha Azul Marinho (apesar de menor) que aprovou a lei federal 13022/14, o estatuto Geral das Guardas Municipais, por isso Renan me chamou tanto a atenção.
- Posicionamento Ideológico: Suas críticas são frequentemente direcionadas tanto ao governo de Lula (a quem classifica como populista) quanto ao bolsonarismo, o que o coloca em uma posição de tentar disputar o eleitor de centro-direita e antipetista.
- Pré-candidatura Presidencial: Ele lançou seu nome como alternativa à polarização nacional, focando combate ao crime organizado, além de pautas regionais, corte de gastos, desburocratização e redução das leis trabalhistas (CLT).
Equipe Naval
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