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Mais uma vez a Marcha Azul Marinho é um sucesso! – Aviso Aos Navegantes

Por Naval

Texto da Jornalista da Assessoria do Dep Fed Lincoln Portella

Hoje (13), o deputado federal Lincoln Portela (PR/MG) marchou junto com aproximadamente 1.500 representantes das guardas municipais de todo o Brasil na X Marcha Azul Marinho, que partiu da Catedral e seguiu pela Esplanada dos Ministérios até o Congresso Nacional.

“Mais uma vez fizemos uma marcha pacífica porque todas as vezes que as guardas municipais vêm a Brasília, vêm com linha, elegância, clareza, nitidez e uma simpatia tremenda, tudo isso advindo da competência e formação que vocês possuem.”

Após a marcha, Portela e os representantes das guardas municipais se dirigiram para o auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, para participarem do VII Seminário Nacional de Guardas Municipais e Segurança Pública, realizado pela Comissão de Legislação Participativa (CLP). O seminário originou-se da sugestão nº 02/2015, de autoria da ONG SOS Segurança Dá Vida e com relatoria do parlamentar.

Lincoln Portela parabenizou o Comandante Maurício Domingues “Naval”, presidente da ONG Segurança SOS Dá Vida, pelo seu trabalho em prol das Guardas Municipais: “Qualquer adjetivo que eu lhe dirija ainda será pouco por tudo aquilo que tem feito em nome dessa grande família azul marinho. Ao saudá-lo quero também saudar a todos os líderes e representantes das guardas, a todos aqueles que estão trabalhando e lutando em cada canto do país, mostrando que o Brasil pode ter uma guarda municipal de excelência.”

“Essa é uma causa de segurança pública e também uma causa social. Hoje, 13 de maio, é o dia da abolição e nós queremos que aconteça aqui a abolição completa das guardas municipais. Amanhã, às 09hs, o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, vai receber as lideranças das guardas. Um bom seminário a todos, um grande abraço e uma grande libertação! Parabéns a todos vocês!”

O Comandante Carlos Alexandre Braga, secretário de segurança pública e trânsito da prefeitura municipal de Cosmópolis/SP, realizou a entrega do Projeto 1 milhão de Assinaturas, colhidas em prol da PEC 534/2002, que dispõe sobre as competências da guarda municipal e a criação da guarda nacional. Também estavam presentes a senadora Gleisi Hoffmann e os deputados federais Fábio Ramalho, Subtenente Gonzaga, Delegado Edson Moreira, Efraim Filho, Chico Lopes e Silas Freire.

Portela ainda foi parabenizado pelo Comandante Naval por não medir esforços para falar das guardas municipais: “Quero agradecer a todos os que atenderam ao nosso chamado, vindo de todos os estados do país e às vezes tirando do próprio bolso os custos para isso, e dizer que com essa união a nossa esperança aumenta mais a cada dia! É uma alegria muito grande saber que, enfim, a capital Teresina terá a sua guarda municipal.”

“Todos conhecem a minha história, a dor de um pai que perdeu três filhos assassinados, infelizmente isso é um grande exemplo do grau de violência em que chegou o nosso país. Hoje não cabe mais vaidades entre as instituições policiais. Juntos, nós vamos mudar esse país!”

Segue também comentário da Jornalista Francislene que acompanha todas as Marchas e seminário das Guardas Municipais em Brasilia!

Brasília ficou ainda mais AZUL com a presença de todos vocês, MEUS AMIGOS GCMs!
Agradecemos a presença de cada um que com toda dificuldade não mediu esforços para lutar por um país com uma segurança pública de qualidade.

Parabéns a todos que participaram da X Marcha Azul Marinho e VII Seminário Nacional de Guardas Municipais e Segurança Pública. Um sucesssssoooooo!!!!

Fonte: Facebook

Fotos: Jornalista Francislene

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ALERTA GERAL DO COMANDANTE NAVAL SOBRE CONVÊNIO DA PM DE SÃO PAULO X GCM SP

#AvisoaosNavegantes

Este convênio é um cavalo de tróia, precisamos acompanhar e lutar contra qualquer intervenção da PM em nossas Guardas Municipais.

Comandante Naval

Após a leitura das minutas do convênio e do plano de trabalho, identifiquei alguns pontos que podem ser questionados juridicamente, embora nem todos sejam necessariamente inconstitucionais. Alguns parecem contrariar a Constituição, o Estatuto Geral das Guardas Municipais e a interpretação consolidada pelo STF na ADPF 995.

1. Possível inconstitucionalidade na criação de “ocorrências exclusivas da PMESP”O ponto mais sensível está na cláusula que afirma:”Excetuadas as competências privativas e compartilhadas acima descritas, todas as demais ocorrências e naturezas de atendimento permanecem sob responsabilidade exclusiva da PMESP.” 

E no Plano de Trabalho:

“Ocorrências Exclusivas da PMESP: todas as demais ocorrências de natureza policial…” �

Problema jurídico:

O STF, ao julgar a ADPF 995, reconheceu as Guardas Municipais como integrantes do Sistema de Segurança Pública do art. 144 da Constituição e afirmou que elas exercem atividade policial. O STF também afastou a interpretação de que exista monopólio estadual da atividade de policiamento ostensivo municipal. Além disso, não existe na Constituição dispositivo que atribua à Polícia Militar exclusividade geral no atendimento de ocorrências.

A Constituição atribui à PM a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, mas não estabelece exclusividade absoluta sobre todas as ocorrências policiais. Portanto, um convênio não pode criar uma reserva de mercado institucional que a Constituição não criou.

Risco

Esse trecho pode ser interpretado como tentativa de restringir competências já reconhecidas à GCM pela Constituição, pela Lei 13.022/2014 e pela jurisprudência do STF.

2. Possível extrapolação ao definir competências “privativas” da GCM e “exclusivas” da PMESP por convênio. O convênio lista quais ocorrências seriam privativas da GCM, compartilhadas ou exclusivas da PMESP. 

Problema:

Competência constitucional não é matéria que possa ser livremente redefinida por convênio administrativo. A repartição constitucional de competências decorre da Constituição e da lei, não de ajuste administrativo entre órgãos. Um convênio pode disciplinar fluxos operacionais. Já definir que determinada natureza de ocorrência pertence exclusivamente a um órgão pode extrapolar sua finalidade jurídica.

3. Concentração obrigatória das ocorrências no COPOM

O plano prevê:

“As chamadas de emergência serão recebidas exclusivamente pelo telefone 190…”

“A Polícia Militar realizará o atendimento de todas as solicitações feitas pelo telefone 190…” �

Possível questionamento:

Não há problema em o 190 continuar sendo administrado pela PMESP. Entretanto, a redação pode gerar interpretação de subordinação operacional da GCM à triagem do COPOM. A GCM possui autonomia administrativa e operacional própria.

Se na prática o sistema impedir que a GCM receba diretamente demandas relacionadas às suas atribuições legais, poderá surgir discussão sobre violação da autonomia municipal prevista nos arts. 18 e 30 da Constituição.

4. Critério “se houver infração penal a PM assume o caso”

O plano estabelece:

“Se houver infração penal, a PMESP assume o caso; se for apenas administrativa, a GCM conclui o atendimento.” 

Problema:

Esse dispositivo parece incompatível com a jurisprudência atual. Hoje é pacífico que Guardas Municipais podem:

realizar patrulhamento preventivo;

efetuar prisão em flagrante;

conduzir autores à autoridade policial;

apreender objetos relacionados ao crime.

Logo, o simples surgimento de infração penal não extingue automaticamente a competência de atuação da GCM. Esse é um dos pontos mais vulneráveis juridicamente.

5. Aspecto positivo: reconhecimento formal de competências compartilhada.

Por outro lado, o convênio traz um reconhecimento relevante:

“Compete de forma compartilhada à GCM . Esse trecho enfraquece a tese histórica de que a PM teria exclusividade no atendimento de ocorrências. O próprio documento admite oficialmente a existência de competências compartilhadas. Esse reconhecimento pode ser utilizado como argumento favorável à GCM em debates institucionais.

6. Aspecto positivo: integração sem subordinação hierárquica.

Conclusão:

Os trechos mais vulneráveis juridicamente são:

A criação de uma categoria genérica de “ocorrências exclusivas da PMESP”.  A tentativa de definir competências constitucionais por convênio administrativo. 

A regra segundo a qual qualquer infração penal faria a PM assumir a ocorrência, reduzindo a atuação da GCM. 

A centralização absoluta do fluxo de emergências no COPOM, se aplicada de forma a limitar a autonomia operacional da GCM. 

O restante do convênio — integração tecnológica, compartilhamento de imagens, acesso ao SIOPM, participação da GCM no RIESP, assentos no COPOM e operações conjuntas — parece juridicamente defensável e compatível com a lógica de cooperação federativa prevista pela Constituição.

Comandante Naval

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NOTÍCIAS

COMANDANTE NAVAL CONSIDERA RENAN SANTOS UM FENÔMENO NA POLÍTICA DO BRASIL

#AvisoaosNavegantes

O Pré candidato a Presidente da Republica pelo partido político Missão, Renan Santos é um ativista, empresário e político brasileiro. É um jovem ousado e corajoso, o tipo de ser humano que estava faltando para encarar de verdade os problemas que o nosso Brasil atravessa. Peço a todos os Brasileiros e o mundo, prestem atenção no próximo presidente do nosso país.

Ainda digo com certeza que, o Renan Santos antes das convenções partidárias atinge 15%, ele vai para o segundo turno e ganha esta eleição.

Naval

Renan Santos é conhecido principalmente como um dos fundadores e coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e, Presidente do Partido Missão, do qual sou pré candidato à deputado federal pelo estado de São Paulo. Ele ganhou notoriedade nacional durante os protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e é uma figura central do liberalismo e da direita conservadora/liberal no cenário político.

Sua atuação e história envolvem algumas frentes principais:

  • Ativismo no MBL: Ao lado de nomes como Kim Kataguiri e outros, Renan ajudou a criar o MBL, um movimento que teve papel fundamental na mobilização de rua contra o PT e na articulação de pautas liberais na economia e conservadoras nos costumes. Mobilização muito parecida com a Marcha Azul Marinho (apesar de menor) que aprovou a lei federal 13022/14, o estatuto Geral das Guardas Municipais, por isso Renan me chamou tanto a atenção.
  • Posicionamento Ideológico: Suas críticas são frequentemente direcionadas tanto ao governo de Lula (a quem classifica como populista) quanto ao bolsonarismo, o que o coloca em uma posição de tentar disputar o eleitor de centro-direita e antipetista.
  • Pré-candidatura Presidencial: Ele lançou seu nome como alternativa à polarização nacional, focando combate ao crime organizado, além de pautas regionais, corte de gastos, desburocratização e redução das leis trabalhistas (CLT).

Equipe Naval

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