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Dia Internacional da Mulher com tantas mortes, o que comemorar?
#Avisoaosnavegantes
Caros leitores porque não dizer eleitores também já que estamos num ano onde teremos novas eleições municipais, segue abaixo um texto polêmico para análise geral onde infelizmente estamos vendo a cada dia o crescimento da violência doméstica e suas vertentes em todo Brasil. Assustador
#NAVAL
Hoje pela manhã, olhei minhas redes sociais, fiquei surpreso de ver a quantidade de imagens e informes de homenagens ao grande dia internacional da mulher. Destes registros, 99% só falavam de homenagens, de vitórias, de coisas boas e assim passou o dia inteiro. Nas minhas redes sociais me calei e fui analisar vários pontos negativos que vi durante todo o ano de 2023 em relação à luta da violência contra a mulher, que realizamos no mesmo ano através da ong SOS Segurança Dá Vida em parceria com outros órgãos públicos na cidade de Ariquemes, desenvolvendo o “Protocolo de Atendimento do X NA MÃO”, idealizado pela vice presidente da ong, Rosi Brito.
Ao terminar a minha singela análise cheguei à conclusão que nada, absolutamente nada temos a comemorar, pois estamos perdendo muito para a violência em todos os aspectos, e no caso específico da violência feminina chega ser desesperador os números que vou lhes apresentar neste artigo. O que poderemos comemorar diante desta inércia? Nada, porque nada surtiu efeito quando comparamos as estatísticas do que se tem feito de concreto e real diante do crescimento desta violência fenomenal.
Antes de apontar estes números avassaladores, quero falar do descaso de algumas lutas que realizamos pelo Brasil, defendendo estas mulheres através da ong SOS Segurança Dá Vida, onde senti na pele a dor de algumas vítimas que sofreram e sofrem violência política, assédio moral entre outros tipos de violência e maus tratos no próprio ambiente de trabalho e que ao procurar e denunciar tais casos em Corregedorias e Delegacias não foram recepcionadas com o devido respeito e acolhimento que merecem, pelo contrário, tentam abafar as denúncias, utilizam do corporativismo e até desconhecimento jurídico por parte das vítimas e o estado doentio que se encontram, muitas vezes acometidas até pela Síndrome de Burnout, entre outras sequelas. Casos graves que em breve estarei escrevendo um artigo específico, dando nomes e comprovando através de documentos oficiais.
Enquanto isso, vou descrever nos próximos parágrafos os motivos para comprovar que não se tem muito a comemorar neste mês da Mulher no Brasil. Você sabia que o índice de violência doméstica no Brasil, segundo o Data Senado, conforme a 10ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher realizada em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência (OMV) no ano de 2023, apontou que em cada 10 brasileiras, 3 são vítimas de violência doméstica?
Você sabia que em outro estudo, desta mesma fonte, apontou que 74% das mulheres brasileiras questionadas notaram este aumento brutal de violência familiar e doméstica, onde o cenário ultrapassa a condição de devastador para assustador porque entre as entrevistadas, a maioria declarou que foram violadas de forma física e psicológica ou moral?
Você sabia que nunca se matou tanto, foram 1463 eventos violentos e o ano de 2023 foi o ano com maior número de crimes de feminicídio no Brasil?
Você sabia que a cada 10 minutos uma mulher é estuprada?
Você sabia que a cada 2 dias um travesti ou uma mulher é assassinada?
Você sabia que por dia ocorrem 3 casos de feminicídio no Brasil?
Você sabia que a cada hora 26 mulheres são vítimas de agressão física neste país?
Pois é, estes números vão além. Se o leitor se debruçar numa pesquisa na internet vai se assustar com mais dados. Eu, mesmo sendo desta área, Especialista em Segurança Pública, confesso que estou pasmo, completamente chocado. Estes casos tem culpados, que o sistema teme em apontar, por isso recebemos tantas imagens de comemoração que tentam tapar o sol com a peneira e para piorar vejo institutos e associações de segurança pública que também notaram o aumento da violência doméstica e seus adjetivos diversos, onde apontam até soluções, mas não cita em nenhum momento o excelente trabalho nos municípios realizados pelas Guardas Municipais referente ás Patrulhas Maria da Penha.
Associações, institutos que sempre desconsideraram as Guardas Municipais como órgãos de segurança pública, atrapalhando o crescimento e o desenvolvimento destas instituições municipais que tanto tem colaborado com o combate e controle da violência em geral em todo o Brasil, prova disso é que cresceram mais de 30% nos últimos anos. No governo passado, grande parte dos recursos federal para investimento em políticas públicas em violência doméstica, especificamente na Patrulhas Maria da Penha foram para os estados, mais precisamente para as PMs, que sempre falaram que este trabalho de cunho preventivo caberia às Guardas Municipais, mas na hora “H”, uma polícia que trabalha na repressão resolve então ser especialista em proteção às mulheres vítimas de violência, serviço estritamente preventivo na maioria dos casos, e o resultado estamos vendo agora. Lamentavelmente!
Por outro lado, notamos que há pesquisadores e especialistas que apontam a necessidade de investir em políticas públicas voltadas mais para as vítimas de violência doméstica e suas vertentes e nem tanto para o agressor, como de fato ocorre atualmente na maioria dos estados brasileiros.
Como em todos os artigos que escrevo, sempre aponto uma solução para os problemas, segue mais uma vez o caminho a ser seguido:
Nos municípios, a proximidade do Agente de Segurança Pública, o Policial Municipal da Guarda junto aos moradores locais permite conhecer os eventos corriqueiros de forma natural. E está comprovado que em cidades que foi implantada as Patrulhas Maria da Penha tem dado resultados fantásticos porque de fato o Policiamento Preventivo é Comunitário, acaba sendo realizado com eficácia e eficiência salvando muitas vidas. Por este motivo declaro que só assim vamos conseguir apresentar de fato políticas públicas verdadeiras de resultados concretos, investindo primeiramente nos serviços de atendimento preventivo através das Guardas Municipais.
Precisamos criar novas ferramentas de atendimento a estas vítimas que realmente venham solucionar o pedido de socorro como o “Protocolo de Atendimento do X NA MÃO” criado por Rosi Brito da ONG SOS Segurança Dá Vida em Ariquemes, Rondônia, como projeto piloto em parceria com a prefeitura, demais entidades e o MP local.
Mauricio Domingues da Silva (Naval) é Especialista em Segurança Pública, fundador da GCM/SP e da ONG SOS Segurança Dá Vida, Idealizador das Marchas Azul Marinho e o Seminário Nacional de Guardas Municipais e Segurança Pública em Brasília que aprovou a Lei 13022/14, Estatuto das Guardas Municipais, Autor de diversos livros e do site www.guardasmunicipais.com.br, Palestrante e Locutor.
Referências:
Notícias
14 MOTIVOS E 53 PROPOSTAS PARA VOTAR COMANDANTE NAVAL 1453 DEP. FEDERAL SP
#AvisoaosNavegantes
Vale a pena votar em quem sabe o que está fazendo
Equipe Naval 1453
CARTA DE COMPROMISSOS
14 EIXOS E 53 PROPOSTAS — ELEIÇÕES 2026
COMANDANTE NAVAL
Candidato a Deputado Federal por São Paulo 1453
Esta carta reúne compromissos e propostas para categorias profissionais e setores da sociedade que considero fundamentais para um projeto nacional de segurança, proteção da vida, valorização profissional, saúde, educação e cidadania.
14 EIXOS DE COMPROMISSO
1. Guardas Municipais
Reconhecimento, valorização e fortalecimento das Guardas Municipais como parte estratégica da segurança pública.
2. Segurança privada
Valorização dos vigilantes e defesa de melhores condições para quem trabalha na proteção de pessoas e patrimônios.
3. Bombeiros Civis (e Militares)
Reconhecimento e fortalecimento da categoria na prevenção e resposta a emergências.
4. Técnicos de Segurança do Trabalho
Fortalecimento da prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.
5. Enfermagem
Defesa da valorização dos enfermeiros, técnicos, auxiliares e demais profissionais.
6. Mulheres
Fortalecimento das políticas de prevenção, proteção e enfrentamento à violência contra a mulher.
7. Educação
Escolas mais seguras, valorização dos profissionais e formação voltada para cidadania e prevenção.
8. Saúde
Valorização dos profissionais e melhoria das condições de atendimento à população.
9. Aposentadoria especial
Debate e defesa de regras diferenciadas para trabalhadores submetidos permanentemente a condições de risco ou exposição prejudicial.
10. Aposentados
Valorização e respeito a quem dedicou décadas ao trabalho e à sociedade.
11. Porte e acesso legal a armas
Debate sobre o direito de acesso às armas para sociedade dentro dos requisitos estabelecidos pela legislação, com responsabilidade, treinamento e controle.
12. Prevenção e proteção da sociedade
Ampliação de políticas de prevenção, preparação e proteção comunitária.
13. Segurança nas escolas
Integração entre educação, famílias, tecnologia, prevenção e segurança para proteger alunos e profissionais.
14. Representação profissional
Criar uma agenda permanente de diálogo com as categorias e transformar demandas profissionais em propostas legislativas.
—
53 PROPOSTAS
GUARDAS MUNICIPAIS
1. Fortalecer o reconhecimento das Guardas Municipais dentro do sistema de segurança pública.
2. Defender políticas nacionais de valorização profissional das Guardas Municipais.
3. Buscar regulamentação nacional que dê maior segurança jurídica às atividades das Guardas.
4. Defender investimentos federais em equipamentos, tecnologia, comunicação e proteção individual, assim como salarial.
5. Ampliar programas federais de capacitação e formação continuada.
6. Defender a discussão nacional sobre aposentadoria diferenciada para profissionais submetidos a atividade de risco e estimular os mais antigos a se aposentarem dentro do prazo estabelecido para oxigenar a gestão institucionalmente, abrindo oportunidade na carreira dos mais novos.
7. Fortalecer a integração entre Guardas Municipais e demais órgãos de segurança.
VIGILANTES
8. Defender a valorização dos profissionais de segurança privada.
9. Buscar melhores condições de trabalho, proteção para vigilantes e porte de armas.
10. Defender qualificação e treinamento permanente.
11. Levar ao Congresso o debate sobre aposentadoria diferenciada para atividades de risco, observando o regime previdenciário aplicável.
12. Promover discussão sobre condições de trabalho e prevenção de acidentes no setor.
> Observação: em 2026, o STF decidiu que a atividade de vigilante, inclusive com arma de fogo, não gera por si só aposentadoria diferenciada no RGPS; uma proposta legislativa futura precisa considerar esse cenário jurídico.
BOMBEIROS CIVIS (e Militares)
13. Valorizar nacionalmente os Bombeiros Civis. (e Militares)
14. Defender melhores condições de trabalho e equipamentos de proteção.
15. Incentivar programas nacionais de capacitação e atualização.
16. Fortalecer a participação dos Bombeiros Civis em políticas de prevenção e emergência.
TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO
17. Fortalecer a prevenção de acidentes de trabalho.
18. Valorizar os Técnicos de Segurança do Trabalho.
19. Ampliar programas de formação e atualização profissional.
20. Incentivar políticas nacionais de prevenção de riscos ocupacionais.
ENFERMAGEM E SAÚDE
21. Apoiar a tramitação e o aperfeiçoamento da PEC 19/2024, que trata da vinculação do piso da Enfermagem a jornada máxima de 30 horas semanais e prevê reajuste anual mínimo pela inflação.
22. Defender a valorização dos enfermeiros antes, durante e na aposentadoria (COREN).
23. Defender a valorização dos técnicos e auxiliares de Enfermagem.
24. Buscar melhores condições de trabalho para os profissionais de saúde.
25. Defender políticas de prevenção ao adoecimento ocupacional dos profissionais da saúde.
26. Fortalecer a atenção básica e a prevenção.
27. Buscar investimentos federais em equipamentos e estrutura de saúde.
MULHERES
28. Fortalecer políticas de prevenção à violência contra a mulher.
29. Ampliar programas (Prevenir é Proteger) e outros de proteção e acolhimento às vítimas.
30. Incentivar ações de prevenção nas escolas e comunidades.
31. Apoiar capacitação de profissionais que atendem mulheres vítimas de violência.
EDUCAÇÃO E ESCOLAS
32. Defender escolas mais seguras.
33. Incentivar programas de prevenção à violência no ambiente escolar.
34. Fortalecer a participação das famílias na comunidade escolar.
35. Ampliar programas de educação para cidadania, responsabilidade e prevenção.
36. Defender melhores condições de trabalho para profissionais da educação.
37. Incentivar políticas de saúde mental e proteção dos trabalhadores da educação, dentro das políticas públicas aplicáveis.
APOSENTADOS E PREVIDÊNCIA
38. Defender políticas de valorização e respeito aos aposentados.
39. Combater descontos e cobranças indevidas sobre benefícios previdenciários.
40. Defender transparência e fiscalização na Previdência Social.
41. Buscar tratamento previdenciário compatível com atividades profissionais comprovadamente exercidas sob condições especiais, observados os limites constitucionais e legais.
SEGURANÇA E ARMAMENTO
42. Defender o debate sobre o acesso legal às armas para cidadãos que cumpram os requisitos previstos em lei.
43. Defender treinamento e responsabilidade como requisitos fundamentais para o acesso legal às armas.
44. Ampliar políticas de educação sobre segurança, armazenamento e uso responsável de armas.
45. Defender políticas de proteção para profissionais que atuam legalmente em atividades de segurança.
PREVENÇÃO E PROTEÇÃO DA SOCIEDADE
46. Fortalecer o policiamento preventivo e comunitário.
47. Incentivar programas de prevenção da violência nos bairros.
48. Ampliar políticas de proteção de crianças e adolescentes.
49. Fortalecer ações de prevenção contra violência doméstica.
50. Incentivar integração entre União, Estados e Municípios na segurança pública.
VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL
51. Criar uma agenda permanente de diálogo com entidades representativas das categorias.
52. Transformar demandas profissionais em projetos de lei, requerimentos e ações de fiscalização no Congresso Nacional.
53. Defender uma política nacional de valorização de quem trabalha para proteger, prevenir, cuidar e salvar vidas.
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UM COMPROMISSO COM QUEM ESTÁ NA LINHA DE FRENTE
Vigilante. Bombeiro Civil e Militar. Técnico de Segurança do Trabalho. Enfermeiro. Técnico de Enfermagem. Guarda Municipal. Professor. Profissional da saúde. Aposentado. Mulher. Trabalhador.
Cada categoria possui necessidades específicas.
A proposta é estabelecer uma agenda permanente para ouvir essas pessoas através da CLP – Comissão de Legislação Participativa, estudar a legislação existente e transformar reivindicações em propostas concretas no Congresso Nacional.
SEGURANÇA. SAÚDE. EDUCAÇÃO. TRABALHO. PREVENÇÃO. DIGNIDADE.
COMANDANTE NAVAL 1453 DEPUTADO FEDERAL 1453
ELEIÇÕES 2026
DEPUTADO FEDERAL — SÃO PAULO
Notícias
COMANDANTE NAVAL OFICIALIZADO PRÉ-CAND A DEP FEDERAL POR SP PELO PARTIDO MISSÃO
#Pesquisa recente da PALVER destaca RENAN SANTOS bate os 10%.
#AvisoaosNavegantes:
O Partido Missão apresentou a pré-candidatura de Mauricio Domingues da Silva, o Comandante Naval, à Câmara dos Deputados pelo estado de São Paulo.
#Equipe
Conhecido nacionalmente por sua liderança na criação da Marcha Azul Marinho e na articulação pelo fortalecimento das Guardas Municipais em todo o país como POLÍCIA MUNICIPAL, a escolha reforça a pauta de segurança pública da legenda.
Fundador da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, ex-fuzileiro naval e autor de obras sobre a segurança pública municipal, Naval traz para a disputa eleitoral uma plataforma focada na consolidação do policiamento preventivo e comunitário na valorização dos agentes de segurança das cidades.
Principais Defesas do Pré-Candidato
- Apoio e Estruturação das Guardas Municipais: Garantia de recursos federais, equipamentos modernos, treinamento continuado e respaldo jurídico para que as Guardas Civis atuem preventivamente nas cidades.
- Segurança Pública Integrada: Fortalecimento da integração entre municípios, estados e a União no combate ao crime organizado e na proteção às famílias.
- Projetos de Lei no Congresso: Atuação direta no Legislativo federal para aperfeiçoar marcos regulatórios do setor e aprovar medidas que ampliem a autonomia e a segurança jurídica dos guardas civis municipais.
A escolha fortalece a plataforma do partido nas áreas de segurança pública, defesa estratégica, gestão técnica e combate à corrupção.
Com uma trajetória pautada pela disciplina, liderança em operações complexas e serviço à nação, a candidatura traz para o cenário eleitoral paulista a experiência aliada a uma proposta de renovação política.
A entrada do Comandante Naval na disputa pela Câmara dos Deputados reforça a estratégia do Partido Missão de apresentar quadros com histórico técnico e de liderança para o maior colégio eleitoral do país.
Comandante Naval, Líder do Movimento Nacional da Polícia Municipal no Brasil
Biografia e Atuação Profissional
- Origem na GCM-SP: Integrante da primeira turma (1986) da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, onde atingiu o posto de Inspetor de Divisão, Comandando a Comunicação, a ID Pinheiros e Butantã.
- Marcha Azul Marinho: Idealizador e principal organizador da mobilização nacional que reuniu guardas civis de todo o país. O movimento foi fundamental para a articulação e aprovação da Lei Federal 13.022/2014 (Estatuto Geral das Guardas Municipais) e a Lei Federal 23.675/18 do SUSP. (Sistema Único de Segurança Pública)
- Ações Sociais e Institucionais: Fundador da ONG SOS Segurança Dá Vida, Conselho Nacional das Guardas Municipais e vários Sindicatos e Associações, é palestrante na área de segurança, formação de agentes e estruturação de novas corporações municipais.
Com sua atuação histórica no setor de segurança municipal e o engajamento junto à categoria, o Comandante Naval chega como um dos nomes do Partido Missão para o pleito em São Paulo.
Reconhecido nacionalmente como uma das principais lideranças na defesa das Guardas Municipais e idealizador das Marchas Azul Marinho, Comandante Naval traz para a disputa eleitoral uma bagagem marcada pela articulação da segurança pública municipal e pelo fortalecimento dos agentes de segurança das Guardas Municipais em todo o país.
Com uma trajetória que une a vivência operacional e política de Naval ao ativismo e à organização das forças de segurança municipais, a candidatura reforça o compromisso do Partido Missão com a renovação política e a segurança de forma técnica e eficaz.
Principais Bandeiras e Propostas
- Fortalecimento das Guardas Municipais: Defesa do protagonismo das Guardas Municipais no ecossistema de segurança pública, buscando ampliação de recursos federais, padronização de equipamentos, capacitação e apoio jurídico aos agentes.
- Continuidade das Marchas Azul Marinho: Levar para o Congresso Nacional as pautas históricas do movimento Azul Marinho, garantindo a valorização das carreiras de segurança municipal e o reconhecimento de seu papel preventivo e ostensivo.
- Segurança e Logística Integrada: Aplicação da filosofia Naval e da gestão de riscos na modernização da segurança urbana e rural, do monitoramento de vias públicas e da proteção de patrimônios e infraestruturas do estado de São Paulo, estendendo para todo o Brasil.
- Gestão e Combate ao Crime: Foco em soluções baseadas em inteligência, integração entre Forças Armadas, demais órgãos policiais e principalmente Guardas Municipais, além do rigor orçamentário na aplicação dos recursos da segurança pública em geral
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“Minha vida foi dedicada a servir à nação e a dar voz aos homens e mulheres que protegem nossas cidades diariamente nas Guardas Municipais em prol de toda sociedade. Pelo Partido Missão, levarei essa luta com firmeza e ética ao Congresso Nacional.”
A candidatura do Comandante Maurício Domingues da Silva consolida a estratégia do Partido Missão de oferecer aos eleitores paulistas representatividade técnica, liderança de base e propostas concretas para a segurança pública no Brasil.
Fonte: I.A e Equipe
#Errata: Onde se lê Real Time Big Data leia PALVER
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