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CORONÉIS PMs CAMILO E VICENTE SÃO REPROVADOS EM REDES SOCIAIS DE TODO O BRASIL POR TEREM CRITICADO PREFEITO JOÃO DÓRIA NA INICIATIVA DA POLICIA MUNICIPAL

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#AVISOAOSNAVEGANTES – 09/09/2017

Nunca em toda a história, coronéis da policia militar foram tão criticados como nesta semana, os coronéis Camilo e José Vicente foram peças de críticas, em todas as redes sociais na internet. Isso é o que acontece com pessoas que subestimam a inteligência do povo, hoje em dia não se aceita mais falas inoportunas, corporativas e muito menos sem conhecimento.

#PorNaval


CORONÉIS PMs CAMILO E VICENTE SÃO REPROVADOS EM REDES SOCIAIS DE TODO O BRASIL POR TEREM CRITICADO PREFEITO JOÃO DÓRIA NA INICIATIVA DA POLICIA MUNICIPAL

Hoje pesquisando alguns sites importantes nas redes sociais deparei-me com enumeras e duras críticas aos coronéis PMs Camilo e José Vicente, tanto no Face book, Instagran, twiter, blogs e principalmente no Watzzap. O fato não me surpreende em nenhum momento, conheço bem estes dois coronéis, ambos são amigos e falam a mesma língua, principalmente contra as Guardas Municipais.

Como sempre, estes coronéis pms não perdem a oportunidade de desmerecer as Guardas Municipais, mesmo eu os avisando para aceitarem de forma tranqüila a evolução das Policias Municipais, que vai doer muito menos. Mesmo assim, eles e outros coronéis PMs, por todo o Brasil continuam persistindo neste grave erro, por isso vão sofrer muito mais ao ponto de terem um infarto. E poderão até falir a Policia Militar, se continuarem se preocupando por demais com as Policias Municipais em vez de cuidarem melhor das PMs.

Para ajudar os leitores entenderem melhor esta situação vergonhosa, relato aqui para comprovar esta situação vexatória, os seguintes tópicos;

1- A primeira grande culpada neste contexto todo é a mídia que vem dar oportunidade e publicidade a tanta incompetência, se a mídia analisasse o ponto negativo prioritário da (in)segurança e o descontrole total da violência em todo o Brasil na atual conjuntura, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, jamais convidaria este coronel Vicente para falar deste assunto. E para comprovar minha tese, cito que esta contingência de violência e crescimento incontrolável de toda esta criminalidade tem um responsável, ou melhor, vários, que são os gestores das Policias Militares, os falados coronéis, eles são os culpados do país não ter mais o controle da violência, afinal não são os papas da segurança pública?

2- O coronel Vicente foi Secretário de Segurança Pública Nacional e o que fez não conseguiu conter esta violência, perdeu a grande e única oportunidade de mostrar que realmente é especialista.

3- Nesta semana ao criticar atitude da Policia Civil na capital paulista, que foi aplaudida pelos moradores do local e por todo o Brasil, o coronel Vicente analisou a ocorrência e recebeu, de forma merecida, diretamente da tribuna da Assembléia Legislativa de São Paulo, duras críticas do deputado estadual, Delegado renomado, Dr. Olin.

4- Nesta semana, Vicente que é coronel da PM paulista, critica a iniciativa acertada do prefeito de São Paulo, João Dória, usando as mesmas palavras do seu amigo coronel Camilo, não aceitando a lei e demonstrando fortemente o corporativismo incontrolável do militarismo que tanto prejudica a segurança pública brasileira. Sem citar sequer um artigo de lei que as Guardas Municipais estivessem erradas ou a administração pública municipal de São Paulo.

5- Ambos, coronel Camilo e Vicente foram criticados duramente em todas as redes sociais do Brasil e do mundo inteiro, não somente por Policiais das Guardas Municipais de todo o Brasil, por policiais internacionais, mas também, principalmente, por pais de famílias que querem mais segurança pública de verdade, através de um policiamento preventivo e eficaz. Como vem acontecendo em várias cidades do Brasil, como por exemplo, Belo Horizonte/MG, onde a criminalidade baixou sensivelmente com a chegada dos Policiais da Guarda Civil Metropolitana nas ruas da capital mineira, uniformizados e estruturados de acordo com as exigências da lei 13022/14 e o clamor do povo brasileiro.

Encerro aqui, mais uma vez, minha indignação contra estes coronéis PMs que são os culpados de tanta insegurança no país e peço ao povo brasileiro que analisem de forma profunda o que estes homens falam sobre as Guardas Municipais, se realmente é ou não implicância e desconhecimento. Finalizo, solicitando, em tom de apelo, a toda mídia, que ao se interessarem pelo assunto Guarda Municipal, chamem, por favor, um Guarda Municipal para esclarecimentos, nunca um PM, pois estes, mal conseguem falar de suas instituições, Se fossem tão bons, as Guardas Municipais, Policias Municipais do Brasil não estariam sendo instituídas, não nasceriam como a única esperança concreta e palpável neste segmento. E a segurança pública em todo o país não estaria este caos quase incontrolável que faz o cidadão chorar!

#PorNAVAL

Fonte:

https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/09/05/Pol%C3%ADcia-Civil-matou-10-para-impedir-roubo-em-SP.-Por-que-a-a%C3%A7%C3%A3o-%C3%A9-questionada

http://epoca.globo.com/brasil/noticia/2017/01/coronel-jose-vicente-da-silva-filho-o-que-mais-falta-e-inteligencia.html

http://noticias.r7.com/sao-paulo/viatura-da-gcm-ganha-inscricao-policia-municipal-e-gera-polemica-07092017

https://www.facebook.com/diarionacionalazulmarinho/?hc_ref=ARQWzmqNc4XAw1FfUNw_Z8OiFStFV_B-_rgUBh2f-agzcqecSrZpQpH4_AaKrCSBWiY&fref=nf

https://www.youtube.com/user/canalazulmarinho1

http://osmunicipais.blogspot.com.br/2012/01/o-surgimento-da-guarda-municipal-e-da.html

http://www.policiamunicipaldobrasil.com/index.php?pg=3&sub=17689

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Doria anuncia vacinação de policiais e professores em São Paulo

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#Avisoaosnavegantes

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que o Estado vai começar a vacinar professores e policiais contra a covid-19. A informação foi divulgada nesta 4ª feira (24.mar.2021), em entrevista no Palácio dos Bandeirantes.

A imunização dos 180.000 profissionais da segurança pública da ativa começará em 5 de abril. Serão vacinados policiais militares, policiais civis, bombeiros, agentes penitenciários e integrantes das guardas civis municipais.

A partir de 12 de abril, terá início a 1ª etapa de vacinação dos profissionais da educação, das redes estadual, municipal e privada. Serão imunizados 350.000 professores, diretores, inspetores e outros funcionários que atuam em escolas. O número equivale a 40% dos profissionais da educação básica.

Para receber a vacina, o profissional precisa ter 47 anos ou mais. No caso de funcionários da rede privada, será preciso apresentar o contracheque dos 2 últimos meses para comprovar o vínculo empregatício.

O anúncio foi divulgado antes, no perfil de Doria no Twitter.

A vacinação de idosos de 69, 70 e 71 anos foi antecipada no Estado para começar na 6ª feira (26.mar).

Foram vacinadas no Estado 5.001.306 de pessoas até o início da tarde de 4ª feira (24.mar.2021). Dessas, 1.276.901 já tomaram as duas doses da CoronaVac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. A marca de 5 milhões de imunizados foi atingida durante a entrevista concedida por Doria.

O Instituto Butantan entregou, nesta 4ª feira (24.mar), mais 2,2 milhões de doses da vacina ao Ministério da Saúde. No total, São Paulo repassou 27,8 milhões de doses do imunizante ao governo federal. Segundo o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, na próxima semana serão entregues mais 8,4 milhões de doses. “Serão 36,2 milhões de doses entregues em menos de 3 meses”, afirmou.

CRÍTICAS AO GOVERNO FEDERAL

Doria disse que está “cansado e ouvir promessas” do Ministério da Saúde sobre a chegada de vacinas. “Enquanto aumentamos o número de casos e óbitos, o ministério reduz a expectativa de vacinas. Ao novo ministro da Saúde, espero que tenha sucesso, pelo bem do Brasil, e que providencie as vacinas ao povo brasileiro”. 

O governador também criticou a criação de um comitê, pelo presidente Jair Bolsonaro, envolvendo governadores e chefes de Poderes para tratar de medidas de combate à pandemia. Disse que o Brasil quer vacinação, “não um comitê de adulação ao presidente da República”. “O comitê não nos representa, não fomos convidados. Para quem, como eu, assistiu à farsa do depoimento de Jair Bolsonaro na TV ontem, com mentiras e inverdades, não é confiável a realização de um comitê que exclui governadores que estão trabalhando para proteger vidas”, afirmou Doria.

O comitê foi criado nesta 4ª feira (24.mar), em reunião feita em Brasília que contou com a presença de 5 governadores, um de cada região do país: Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná; Renan Filho (MDB), governador de Alagoas; Cláudio Castro (PSC), governador do Rio de Janeiro; Ronaldo Caiado (DEM), governador de Goiás; e Wilson Lima (PSC), governador do Amazonas.

SITUAÇÃO DA PANDEMIA

São Paulo passa pelo momento mais crítico de internações e mortes em decorrência do coronavírus. Na 3ª feira (23.mar), foram registradas 1.021 mortes por covid-19 em 24 horas. O número é o maior já registrado em 1 só dia desde o começo da pandemia. O recorde anterior era de 679 mortes, de 16 de março. O Estado tem 2.332.043 casos confirmados de covid e 68.623 mortes pela doença.

Nesta 4ª feira (24.mar) foram registradas 281 mortes no Estado. As autoridades paulistas disseram que a queda brusca se deve a uma mudança no sistema de cadastro de informações de casos e óbitos de covid, preenchido pelos municípios. O Ministério da Saúde passou a exigir outros dados para alimentar o sistema, como número de CPF, e número do cartão SUS. Segundo o secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn, o aumento de dados solicitados “burocratizou” o processo.

“Todos esses dados retardam o aporte da informação”, disse.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI (unidade de terapia intensiva) são de 92,3% no Estado e de 91,7% na Grande São Paulo, segundo dados do governo desta 4ª feira (24.mar). O Estado tem 12.442 pacientes internados em UTI. No dia anterior eram 12.317, segundo Jean Gorinchteyn. A ocupação nos hospitais está em níveis recordes. Há 1 mês, em 22 de fevereiro, havia 6.400 pacientes internados em UTI.

O número de novas internações desta semana é menor do que o de semanas anteriores, quando cerca de 300 pessoas eram internadas por dia em São Paulo. Segundo o secretário, pode ser um efeito do maior rigor nas restrições para funcionamento de atividades econômicas e circulação de pessoas.

Desde o dia 15 de março o Estado está na “fase emergencial”, classificação mais restritiva nas medidas de contenção da pandemia. A medida vale até 30 de março.

Fonte:  https://www.poder360.com.br/coronavirus/doria-anuncia-vacinacao-de-professores-e-policiais-em-sao-paulo/

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Plenário garante porte de arma a todas as Guardas Municipais do país

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#AVISOAOSNAVEGANTES

Os ministros derrubaram vedação do Estatuto do Desarmamento que proibia o porte de armas de fogo por integrantes de guardas municipais em municípios com menos de 50 mil habitantes.

Por maioria de votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou que todos os integrantes de guardas municipais do país tenham direito ao porte de armas de fogo, independentemente do tamanho da população do município. Na sessão virtual concluída em 26/2, a Corte declarou inconstitucionais dispositivos do Estatuto de Desarmamento (Lei 10.826/2003) que proibiam ou restringiam o uso de armas de fogo de acordo com o número de habitantes das cidades.

O Tribunal julgou parcialmente procedentes as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 5948 e 5538, ajuizadas, respectivamente, pelos partidos Democratas (DEM) e Verde (PV), e improcedente a Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 38, ajuizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O colegiado tornou definitiva a medida cautelar deferida pelo relator, ministro Alexandre de Moraes, em junho de 2018, e invalidou os trechos de dispositivos que autorizavam o porte de arma de fogo apenas para os integrantes de guardas municipais das capitais dos estados e dos municípios com mais de 500 mil habitantes e para os guardas municipais dos municípios com mais de 50 mil e menos de 500 mil habitantes, quando em serviço.

Sistema de Segurança Pública

Em seu voto, o ministro Alexandre de Moraes verificou que os dispositivos questionados estabelecem uma distinção de tratamento que não se mostra razoável, desrespeitando os princípios da igualdade e da eficiência. Segundo o relator, atualmente, não há dúvida judicial ou legislativa da presença efetiva das guardas municipais no sistema de segurança pública do país. Nesse sentido, ele lembrou a decisão do STF no Recurso Extraordinário (RE) 846854, com repercussão geral, em que o Plenário reconheceu que as guardas municipais, existentes em 1.081 dos 5.570 municípios brasileiros, executam atividade de segurança pública essencial ao atendimento de necessidades inadiáveis da comunidade. E, no plano legislativo, citou a edição da Lei 13.675/2018, que coloca as guardas municipais como integrantes operacionais do Sistema Único de Segurança Pública.

Incidência de infrações

Ainda conforme o ministro Alexandre, caso se admita restringir o porte de arma a integrantes do sistema geral de segurança pública, a medida deveria guardar relação com o número de ocorrências policiais ou algum outro índice relevante para aferição da criminalidade. Esse entendimento, a seu ver, é afirmado pela própria Lei 13.675/2018, ao estabelecer que as atividades de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública serão aferidas, entre outros fatores, pela maior ou menor incidência de infrações penais e administrativas em determinada área.

Ele apontou, ainda, que o aumento do número de mortes violentas, nos últimos anos, tem sido consistentemente maior nos municípios em que a lei restringiu ou proibiu o porte de arma por integrantes da guarda municipal. Portanto, “o tratamento exigível, adequado e não excessivo” consiste em conceder idêntica possibilidade a todos os integrantes das guardas civis, em razão da sua efetiva participação na segurança pública e da similitude nos índices de mortes violentas nos diversos municípios, independentemente de sua população

Ficaram vencidos os vencidos os ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin e a ministra Cármen Lúcia, que se pronunciaram pela constitucionalidade das regras. Segundo Barroso, primeiro a abrir a divergência, não há, no caso, violação a direito fundamental nem a qualquer interesse contramajoritário ou excepcional que justifique a atuação do STF.

 

Fonte: http://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=461415&ori=1

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Porte Nacional para as Guardas Municipais

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