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A Guarda Civil Municipal de Taboão da Serra realizou a formatura de 33 novos GCM

Na última sexta-feira, dia 28, a Guarda Civil Municipal de Taboão da Serra realizou a formatura de 33 novos GCMs que irão reforçar o efetivo da corporação na cidade, que passa a contar com 210 guardas. O prefeito Fernando Fernandes disse que irá realizar novos concursos em 2015.

Os novos guardas passaram por um longo processo de formação realizado na própria cidade, como forma de aproximar os GCMs da comunidade. Segundo a assessoria da prefeitura, os novos guardas irão reforçar o policiamento nas ruas de Taboão da Serra a partir desta segunda-feira, dia 1º.
Em seu discurso, Fernandes destacou as ações e investimentos realizados na segurança pública e lembrou que o aumento do efetivo é importante principalmente pelo grande adensamento populacional de Taboão da Serra. “Hoje temos o segundo adensamento populacional do Brasil, nossa corporação tem que acompanhar esse crescimento”.

Segundo o secretário de segurança pública, Gerson Brito, em 2015 a prefeitura irá abrir novos concursos para a contratação de mais GCMs. “Esse é um ciclo que não pode parar, alguns guardas da primeira turma já estão se aposentando e precisamos renovar e ampliar a nossa corporação”, afirmou.

A vereadora Joice Silva, que participou do evento de formatura, afirmou que o aumento do efetivo é necessário e importante para a cidade. “O prefeito mostra preocupação com a segurança, sabemos a importância da GCM para a nossa cidade, estão sempre presentes, fazendo seu trabalho e eles são nossos anjos da guarda. Creio que esses 33 novos guardas vão ajudar ainda mais no policiamento da nossa cidade”.

O vereador Cido disse após a formatura que a GCM tem um papel fundamental, ao lado da PM, no trabalho de patrulhamento ostensivo das ruas de Taboão da Serra. “Sem dúvida é uma das melhores guardas do Brasil, com esses novos GCMs esperamos que a população se sinta mais segura”.

Balanço

Após a formatura da nova turma de GCMs, o prefeito Fernando Fernandes fez um balanço os investimentos realizados na área de segurança pública nos dois primeiros anos do seu atual mandato. Além da compra de novas viaturas, armamento, da criação da Romu, das bases móveis e do aumento do efetivo, Fernandes destacou a mudança dentro da corporação como um dos principais trunfos do seu governo.

“A área de segurança cresceu muito na nossa cidade, mas a grande novidade que eu vejo na GCM é a corporação, existe um aspecto de corporação agora. Existiam muitas panelinhas dentro da GCM e recomendei que em primeiro lugar implantasse a meritocracia, que a GCM exerça seu papel de forma exemplar, foi isso que a gente conseguiu”, disse.

Para 2015, Fernandes disse que pretende ampliar o videomonitoramento na cidade como forma de prevenir crimes e ajudar na investigação.

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PEC 18 APROVADA NA CCJ, E AGORA?

#AvisoaosNavegantes

Eu já sabia, quando solicitei para se afastarem de Brasília, permaneceram. Agora eu sei!

#Naval

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação da PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) em 14 de outubro de 2026, e o texto seguiu para o Plenário do Senado, ainda não estando aprovada em definitivo.

Situação atual e próximos passos

  • Onde está: A matéria foi aprovada na CCJ e agora aguarda votação no Plenário do Senado Federal.
  • Votação necessária: Por alterar a Constituição, precisa ser aprovada em dois turnos no Plenário, com o voto favorável de pelo menos 49 dos 81 senadores em cada uma das etapas. [1]
  • Principais pontos do texto:
    • Insere o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição Federal.
    • Estabelece regime penal mais rígido para líderes e integrantes de facções criminosas, milícias e grupos paramilitares (como cumprimento de pena em presídio de segurança máxima e restrições a benefícios).
    • Permite a expropriação de bens ligados a atividades criminosas sem indenização.
    • Autoriza a criação de polícias municipais (guardas municipais com atuação ostensiva) e amplia a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para ferrovias e hidrovias.
    • Define novas regras de financiamento para o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).
    • #Equipenaval
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REPRESENTANTES DAS GMs NÃO CONSEGUEM AMENIZAR PREJUÍZOS NA PEC 18

#AvisoaosNavegantes

Há alguns anos deixei por conta destes pseudos líderes que estão afundando a Nação Azul Marinho, (criticavam as Marchas Azul Marinho e o Naval). Um dia destes um coronel me ligou dizendo assim: Naval ainda bem que você se aposentou, lidar com este pessoal é muito fácil, acreditam em tudo, já com você a luta era difícil!

#Naval

A PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) divide opiniões e gera forte preocupação entre representantes das Guardas Municipais, que apontam pontos críticos no texto em tramitação no Congresso.

Em outubro de 2026, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação do relatório e a matéria seguiu para o Plenário.

Principais pontos de debate e críticas da categoria

  • Criação de novo modelo em vez de reconhecimento automático: O texto prevê a criação de polícias municipais, mas entidades de classe (como a Fenaguardas e Sindguardas) argumentam que a proposta não reconhece de forma automática as atuais guardas como órgãos policiais, gerando um hiato jurídico entre a nomeação e a efetivação.
  • Exigências e limites populacionais: Críticos apontam que o texto impõe condicionantes (como limite mínimo de 100 mil habitantes para determinadas estruturas e regras de acreditação) que deixam de fora grande parte dos municípios.
  • Risco de extinção: Há receio de que corporações que não conseguirem se adaptar às novas exigências dentro de prazos estabelecidos (como regras baseadas na Lei 13.022/2014) enfrentem processos de extinção ou desestruturação.
  • Autonomia municipal e subordinação: Entidades sindicais e comunitárias criticam possíveis interferências na autonomia das prefeituras e regras de subordinação ou padronização estadual/federal sobre as forças locais.

Argumentos favoráveis e justificativas

  • Integração e fortalecimento: Defensores da proposta e o relator argumentam que a PEC busca estruturar o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição, integrando as forças e dando amparo jurídico para o policiamento ostensivo e comunitário realizado pelas guardas.
  • Valorização profissional: O texto visa padronizar competências e oferecer maior clareza de atuação no combate à criminalidade urbana, saindo do modelo restrito apenas à guarda patrimonial.
  • #EquipeNaval – I.A

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