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Fernando Hugo destaca necessidade de regulamentação da Guarda Municipal – #AVISOAOSNAVEGANTES

Durante o primeiro expediente da sessão plenária desta sexta-feira (11/04), o deputado Fernando Hugo (SDD) solicitou maior atenção na tramitação do projeto de lei do deputado federal Chico Sardelli (PV/SP) que prevê a regulamentação das guardas municipais, dando à categoria o poder o polícia. “O projeto tramita há nove anos e ainda não foi aprovado. Será extremamente benéfico ter guardas municipais, devidamente treinados, armados, para defender a população”, pontuou.

Com a regulamentação das guardas municipais, o parlamentar acredita que a polícia ganhará também mais recursos para combater a violência. “Depois de aprovado o projeto, os recursos passarão a vir do Fundo Nacional de Segurança Pública”, observou. O deputado reforçou ainda a necessidade de investimentos no treinamento dos profissionais em cursos com 120 horas de duração .

Fernando Hugo citou pesquisa realizada pelo escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) que apresentou o ranking das cidades mais violentas do mundo. Segundo ele, Fortaleza ocupa a 7ª posição mundial e a 2ª entre as cidades brasileiras. “A insegurança hoje é uma calamidade pública. Clamo aqui para que tenhamos os guardas municipais nas ruas também protegendo a população. Se essa medida não resolver, pelo menos vai ofertar mais pessoas que podem guardar a paz tão sonhada”, frisou.

O deputado ressaltou o esforço do Governo Estadual em inibir a violência, com a criação de programas como o Ronda do Quarteirão, o treinamento qualificado na nova Academia de Polícia e ainda o aparelhamento da área. “Não dá para dizer que o chefe do Executivo não fez. Ele fez como nunca na história do Ceará, mas não adiantou”, afirmou.

Em aparte, o deputado João Jaime (DEM) reforçou a credibilidade do órgão que apresentou o ranking das cidades violentas no mundo. “A pesquisa é da entidade maior das nações; o que nos faz ver que toda a política de segurança pública estadual faliu”, enfatizou.

O deputado Thiago Campelo (SDD) também defendeu a aprovação da regulamentação das guardas municipais. “Estamos defendendo a extensão da atuação da Guarda Municipal para além do bem público”, falou.

O deputado Ely Aguiar (PSDC) reforçou o pronunciamento de Fernando Hugo: “Estamos entre as mais violentas (cidades) e ainda temos fugas de dezenas de presos. Eu pergunto: É isso que a gente pode chamar de segurança pública?”, questionou.

YI/AT

Fonte: http://www.al.ce.gov.br/index.php/oradores-expedientes/item/28498-11-04-2014-yi01

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PEC 18 APROVADA NA CCJ, E AGORA?

#AvisoaosNavegantes

Eu já sabia, quando solicitei para se afastarem de Brasília, permaneceram. Agora eu sei!

#Naval

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação da PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) em 14 de outubro de 2026, e o texto seguiu para o Plenário do Senado, ainda não estando aprovada em definitivo.

Situação atual e próximos passos

  • Onde está: A matéria foi aprovada na CCJ e agora aguarda votação no Plenário do Senado Federal.
  • Votação necessária: Por alterar a Constituição, precisa ser aprovada em dois turnos no Plenário, com o voto favorável de pelo menos 49 dos 81 senadores em cada uma das etapas. [1]
  • Principais pontos do texto:
    • Insere o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição Federal.
    • Estabelece regime penal mais rígido para líderes e integrantes de facções criminosas, milícias e grupos paramilitares (como cumprimento de pena em presídio de segurança máxima e restrições a benefícios).
    • Permite a expropriação de bens ligados a atividades criminosas sem indenização.
    • Autoriza a criação de polícias municipais (guardas municipais com atuação ostensiva) e amplia a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para ferrovias e hidrovias.
    • Define novas regras de financiamento para o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).
    • #Equipenaval
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REPRESENTANTES DAS GMs NÃO CONSEGUEM AMENIZAR PREJUÍZOS NA PEC 18

#AvisoaosNavegantes

Há alguns anos deixei por conta destes pseudos líderes que estão afundando a Nação Azul Marinho, (criticavam as Marchas Azul Marinho e o Naval). Um dia destes um coronel me ligou dizendo assim: Naval ainda bem que você se aposentou, lidar com este pessoal é muito fácil, acreditam em tudo, já com você a luta era difícil!

#Naval

A PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) divide opiniões e gera forte preocupação entre representantes das Guardas Municipais, que apontam pontos críticos no texto em tramitação no Congresso.

Em outubro de 2026, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação do relatório e a matéria seguiu para o Plenário.

Principais pontos de debate e críticas da categoria

  • Criação de novo modelo em vez de reconhecimento automático: O texto prevê a criação de polícias municipais, mas entidades de classe (como a Fenaguardas e Sindguardas) argumentam que a proposta não reconhece de forma automática as atuais guardas como órgãos policiais, gerando um hiato jurídico entre a nomeação e a efetivação.
  • Exigências e limites populacionais: Críticos apontam que o texto impõe condicionantes (como limite mínimo de 100 mil habitantes para determinadas estruturas e regras de acreditação) que deixam de fora grande parte dos municípios.
  • Risco de extinção: Há receio de que corporações que não conseguirem se adaptar às novas exigências dentro de prazos estabelecidos (como regras baseadas na Lei 13.022/2014) enfrentem processos de extinção ou desestruturação.
  • Autonomia municipal e subordinação: Entidades sindicais e comunitárias criticam possíveis interferências na autonomia das prefeituras e regras de subordinação ou padronização estadual/federal sobre as forças locais.

Argumentos favoráveis e justificativas

  • Integração e fortalecimento: Defensores da proposta e o relator argumentam que a PEC busca estruturar o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição, integrando as forças e dando amparo jurídico para o policiamento ostensivo e comunitário realizado pelas guardas.
  • Valorização profissional: O texto visa padronizar competências e oferecer maior clareza de atuação no combate à criminalidade urbana, saindo do modelo restrito apenas à guarda patrimonial.
  • #EquipeNaval – I.A

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