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Projetos de Leis referentes às Guardas Municipais tramitando no Congresso Nacional
@avisoaosnavegantes
Segue abaixo lista atualizada de todos os Projetos de Leis que tratam do tema Guardas Municipais tramitando no Congresso Nacional, no Senado e ou na Câmara dos Deputados. Este é o motivo pelo qual mais uma vez GUARDAS MUNICIPAIS de todo o país estarão participando do maior evento das Guardas Municipais em Brasília, e voce não pode perder, estou falando da XIX MARCHA AZUL MARINHO À BRASÍLIA e XVI SEMINÁRIO NACIONAL DE GUARDAS MUNICIPAIS E SEGURANÇA PÚBLICA.
#comandantenaval
ONG SOS Segurança Dá Vida
Av. Victorio Fornazaro, 2.215 – 06397-510 – Carapicuíba – SP
Registro RTD Barueri nº 205439 – FONE: 011 947667053
Projetos de Lei referente às Guardas Municipais tramitando no Congresso Nacional – Página I
PEC 28/2022
Senador Fernando Bezerra Coelho
Proposta de Emenda à Constituição n° 28, de 2022 ; PEC 28/2022 · Altera o art. 144 da
Constituição Federal, para incluir as Guardas Municipais no rol dos órgãos de segurança
pública.
PL 382/24
Dep Fed Dayany Bittencourt
O Projeto de Lei 382/24 amplia os direitos e as prerrogativas dos guardas civis
municipais. O texto, em análise na Câmara dos Deputados, altera o Estatuto Geral das
Guardas Municipais.
PL 1073/23
Dep Fed Lincoln Portela
O Projeto de Lei 1073/23 torna obrigatória a criação de guarda civil municipal,
subordinada às prefeituras, nos municípios com mais de 50 mil habitantes. Pelo texto em
análise na Câmara dos Deputados, os municípios enquadrados na obrigatoriedade terão
até 10 de outubro de 2027 para publicar lei municipal que estabeleça o regime jurídico, o
plano de carreira e instituir a guarda civil municipal, mediante concurso público.
PL 671/21
Dep Fed Cap Fábio Abreu
O Projeto de Lei 671/21 permite o porte de arma de fogo a todos os integrantes das
guardas municipais de todos os municípios brasileiros, estejam em serviço ou em período
de folga.
Mauricio Domingues da Silva
Presidente da ONG
Fonte: Câmara Federal e Senado Federal
ONG SOS Segurança Dá Vida
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Projetos de Lei referente às Guardas Municipais tramitando no Congresso Nacional – Página II
PL 1674/23
Dep Fed Silvye Alves
O Projeto de Lei 1674/23 determina que as guardas municipais poderão atuar na
segurança ostensiva de unidades escolares e agrava punição para crimes cometidos em
contexto escolar.
PL 5616/13
Dep Fed André Moura
O Projeto de Lei 5616/13, de autoria do deputado André Moura, do PSC de Sergipe, que
estabelece piso salarial das Guardas Municipais…
PL 259/2022
Dep Fed Guilherme Derrite
Altera dispositivos da Lei nº 13.756/2018 para garantir a transferência de recursos do
Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) de forma direta para os Municípios, que
mantenham guarda municipal. Alteração, Lei Federal, critério, Transferência direta,
recursos, Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), Município, manutenção, Guarda
Municipal.
PL 3674/23
Dep Fed Kim Kataguiri
Altera a Lei nº 13.022, de 08 de agosto de 2014, que dispõe sobre o Estatuto Geral das
Guardas Municipais; o Decreto-Lei 3.689, de 03 de outubro de 1941 – Código de
Processo Penal, para dispor sobre a abordagem realizada por Guardas Municipais e a
obtenção de provas.
Mauricio Domingues da Silva
Presidente da ONG
Fonte: Câmara Federal e Senado Federal
ONG SOS Segurança Dá Vida
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Projetos de Lei referente às Guardas Municipais tramitando no Congresso Nacional – Página III
PEC 275/2016
Dep Fed Cb Sabino
Art. 1º. O caput do art. 144 da Constituição Federal passa a vigorar acrescido de um
inciso VI, com a seguinte redação: Art. 144….VI – guardas municipais. Art. 2º O § 8º do
art. 144 da Constituição Federal de 1988 § 8º Os Municípios poderão constituir guardas
municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme
dispuser a lei, observadas as seguintes disposições: I – aplica-se aos guardas municipais
o disposto no art. 40, § 4º, desta Constituição; e II – para fins de aplicação das
disposições legais relativas aos critérios de aposentadoria, os guardas municipais são
equiparados aos servidores públicos policiais…
PL 1816/23
Dep Fed Junior Mano
O Projeto Altera a redação do art. 7º da Lei nº 13.022, de 8 de agosto de 2014, que
dispõe sobre o Estatuto Geral das Guardas Municipais, para prever percentual de
aumento do efetivo para as guardas municipais do País.
PL 1316/2021
Dep Fed Nereu Crispim
O Projeto Altera a redação do art. 22 da Lei nº 13.022, de 08 de agosto de 2014 –
Estatuto Geral das Guardas Municipais, para assegurar que as guardas municipais
também sejam chamadas de polícias municipais. Apensado o PL 1175/23 que altera a Lei
nº 13.022, de 8 de agosto de 2014 que dispõe sobre o Estatuto Geral das Guardas
Municipais, criando o Art. 22 A para permitir que as Guardas Municipais que decidam
trabalhar com armas de fogo possam ser denominadas Polícias Municipais.
Mauricio Domingues da Silva
Presidente da ONG
Fonte: Câmara Federal e Senado Federal
ONG SOS Segurança Dá Vida
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Projetos de Lei referente às Guardas Municipais tramitando no Congresso Nacional – Página IV
PL2298/22
Dep Fed Cap Alberto Neto
A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei
2298/22, que estabelece piso salarial de R$ 3.845,63 para os guardas municipais. Esse
valor deverá ser atualizado pela variação anual do Índice Nacional de Preços ao
Consumidor (INPC).
PL 4981/16
Dep Fed João Rodrigues
A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou proposta que
autoriza agentes de trânsito dos municípios a exercerem o papel das guardas
municipais por meio de convênio entre os órgãos. A medida está prevista no Projeto de
Lei 4981/16, do deputado João Rodrigues (PSD-SC), e altera o Estatuto Geral das
Guardas Municipais (Lei 13.022/14).
PL 4494/16
Dep Fed Major Olimpío
O Projeto de Lei tramita na Câmara dos Deputados que obriga a realização de curso de
formação para tomar posse de cargo público nas guardas municipais. A proposta altera o
Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei 13.022/14).
PLS 214/2016
Senador Paulo Pain
Projeto de Lei (Complementar) … Dispõe sobre a aposentadoria especial dos Guardas
Municipais e dos agentes das autoridades de trânsito segurados do regime geral de
previdência social. Art. 1º É devida aposentadoria especial ao segurado do regime geral
de previdência social que conte: I – 30 (trinta) anos de contribuição, dos quais, pelo
menos, 20 (vinte) anos em atividade de guarda municipal ou agente da autoridade de
trânsito, se homem; II – 25 (vinte e cinco)
anos de contribuição, dos quais, pelo menos, 15 (quinze) anos em atividade de guarda
municipal ou agente da autoridade de trânsito, se mulher.
Mauricio Domingues da Silva
Presidente da ONG Fonte: Câmara Federal e Senado
Federal
ONG SOS Segurança Dá Vida
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Projetos de Lei referente às Guardas Municipais tramitando no Congresso Nacional – Página V
PL 3065/2023
Dep Fed Sgto Portugal
O Projeto Extingue os cargos de Guarda Patrimonial Municipal, Agente Patrimonial
Municipal, Vigia Municipal, Vigilante Municipal, Agente de Trânsito Municipal e similares,
que tenham sido providos e constituídos por concurso público, no âmbito dos Municípios,
unificando e transformando esses cargos em Guarda Civil Municipal.
PL 2607/23
Dep Fed Sgto Portugal
Garante aos agentes da Segurança Pública elencados no caput do art. 144 da
Constituição Federal, aos Guardas Municipais e aos agentes socioeducativos dos
Estados, dos Territórios e dos Municípios reformados por invalidez, o direito de perceber
remuneração integral condigna, em valor correspondente àquela que poderia ter alçado
em razão do exercício da atividade e interrompido por incapacidade permanente para o
exercício da atividade.
PL10291/18
Dep Fed Rogério Peninha Mendonça
Altera a redação do art. 12 da lei nº 13.022, de 8 de agosto de 2014, que dispõe sobre o
Estatuto Geral das Guardas Municipais. Foi apensado o PL 1221/19 da Dep Fed Policial
Katia Sastre. Esta lei altera os arts. 2º, 7º, 8º, 12, 16, 20 e 22 e inclui os arts. 16-A, 16-B e 22-A à Lei nº
13.022, de 8 de agosto de 2014 – Estatuto Geral das Guardas Municipais. Art. 2º Os
artigos 2º, 7º, 8º, 12, 16, 20 e 22 da Lei nº 13.022, de 8 de agosto de 2014.
PL 5488/16
Def Fed Delegado Waldir
Dispõe sobre a utilização de outras denominações, consagradas pelo uso, para identificar
o guarda municipal.
Mauricio Domingues da Silva
Presidente da ONG
Fonte: Câmara Federal e Senado Federal
ONG SOS Segurança Dá Vida
Av. Victorio Fornazaro, 2.215 – 06397-510 – Carapicuíba – SP
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Projetos de Lei referente às Guardas Municipais tramitando no Congresso Nacional – Página VI
PL 641/23
Dep Fed Sgto Portugal
Altera a Lei nº 4.502, de 30 de novembro de 1964, a Lei nº 8.383, de 30 de dezembro de
1991, a Lei nº 10.865 de 30 de abril de 2004 e o Decreto-Lei nº 37, de 18 de novembro de
1966, para incluir nas hipóteses de isenção do IPI, PIS/PASEP, COFINS e de
importações nas operações de crédito de aquisição de veículos automotores nacionais
e/ou importados, para os Servidores Públicos da Segurança Pública, e dá outras
providências. Apensado o PL 3709/2023 do Dep Fed Cap August
PL 1109/23
Dep Fed Sgto Portugal
A medida, aprovada na forma do substitutivo de Bilynskyj para o Projeto de Lei 1109, de
2023, do deputado Sargento Portugal (Podemos-RJ), e dois apensados. O projeto tramita
em caráter conclusivo e ainda precisa ser analisado pela Comissão de Constituição e
Justiça e de Cidadania (CCJ). Se aprovado, será enviado ao Senado Federal. Altera a Lei
nº 13.022, de 8 de agosto de 2014 que dispõe sobre o Estatuto Geral das Guardas
Municipais, para permitir que as Guardas Municipais possam ser formadas, treinadas,
capacitadas e aperfeiçoadas pelas Forças Militares Federais e Estaduais e pelos demais
órgãos integrantes da Segurança Pública, conforme o disposto no Art. 144 da
Constituição Federal.
PL 6004/23
Dep Fed José Medeiros
O Projeto de Lei 6004/23 autoriza os municípios a firmarem, em circunstância específica,
acordo de cooperação de suas guardas civis com a Polícia Civil, a Polícia Militar ou o
Corpo de Bombeiros. Art. 1º Esta Lei altera a Lei nº 13.675, de 11 de junho de 2018, para
aumentar a capacidade operativa das polícias em crimes graves ou violentos e agregar às
guardas municipais a capacidade de firmar acordos ou convênios para atuar em
delegação nas competências das polícias civis e militares…
PEC 57/2023
Dep Fed Jones Moura
Data, Andamento. 08/11/2023. Mesa Diretora ( MESA ). Apresentação da PEC 57/2023
(Proposta de Emenda à Constituição). Altera os arts. 40 e 144 da Constituição Federal
para dispor sobre as Polícias Municipais.
Mauricio Domingues da Silva NAVAL
Presidente da ONG
Fonte: Câmara Federal e Senado Federal
IDEALIZADOR
#TBT IMPORTANTE ONDE COMANDANTE NAVAL FOI ENTREVISTADO PELA GAZETA
#AvisoaosNavegantes
Nesta entrevista conheça um pouco melhor o Comandante Naval
Equipe
Líder nacional das Guardas Municipais, um dos candidatos a vereador da cidade de São Paulo que defende a segurança pública é Maurício Domingues da Silva, mais conhecido como Naval, apelido herdado por ter servido a Marinha Brasileira no Corpo de Fuzileiros Navais. Neste ano, ele defende o slogan “Naval+Segurança Municipal”.
Confira a entrevista com o candidato:
GSN: Como obteve o título de líder nacional das Guardas Municipais?
Naval: Ao longo de minha carreira, organizei centenas de eventos, entre fóruns, congressos, seminários, audiências públicas e Marchas Azul Marinho, uma mobilização nacional que culminou na aprovação e sansão da Lei Federal 13022/14, que é o Estatuto Geral das Guardas Municipais, transformando estas instituições em Polícias Municipais.
GSN: Como pretende implantar a sua bandeira de mais Segurança Municipal?
Naval: Como integrante da Guarda Civil Metropolitana participei de várias reuniões de Consegs [Conselhos de Segurança] tentando convencer sobre a importância das Guardas Municipais no contexto da Segurança pública, mas não obtive êxito. Então resolvi ser candidato a vereador, justamente para que nossa voz chegue com mais rapidez à toda a sociedade.
GSN: Assim como você, há muitos outros candidatos prometendo mais Segurança Pública. Qual é a diferença da sua proposta?
Naval: O meu diferencial se resume em três pontos básicos:
Rondas nos bairros onde já existe a vigilância solidária, que infelizmente um vizinho cuida do outro e falta a ferramenta principal que é o Agente de Segurança Pública, fisicamente presente no local. Na Guarda Civil Metropolitana também falta efetivo e buscaremos corrigir este item;
Utilização de tecnologia avançada através de aplicativos, telefone de emergência 153, exclusivo das Guardas Municipais, que já é previsto em lei federal, extensão do monitoramento com câmeras em parceria com as mais de 2.500 bancas de jornais na cidade;
Implantação de policiamento comunitário fixo nos Complexos Públicos Municipais (EMEF, EMEI, UBS, Centros Esportivos e outros), estendendo para os bairros e nos entornos.
GSN: Qual a importância da Guarda Municipal para a sociedade?
Naval: Existem vários pontos que justificam esta importância. O primeiro é a facilidade e a rapidez com que a administração pública municipal pode interferir e gerir nos casos em que o agente público municipal comete um desvio de conduta, para solucionar o problema. Isto já não acontece nas Polícias Estaduais, porque, quando seus agentes incorrem em desvio de conduta, abre-se uma averiguação preliminar, um processo administrativo perdurando por anos para julgar. E este servidor é transferido de cidade em cidade até completar 30 anos e acaba se aposentando, mesmo prejudicando a sociedade quando este servidor for de má índole e mau caráter. Este procedimento também acontece na administração pública municipal, porém, se for comprovada a ineficiência do servidor, o processo de exoneração acontece com rapidez porque o mesmo não goza da liberdade de ser transferido para outras cidades.
O outro ponto mais importante ainda é que a Guarda Civil Metropolitana é genuinamente e naturalmente uma Polícia Comunitária, seus agentes nasceram na comuna, pertencem a localidade, construindo assim uma intimidade com as pessoas que ele serve. Já nas Polícias Estaduais isso não acontece, porque a todo e qualquer momento os Agentes são transferidos por vários motivos.
GSN: Porque quer ser vereador na cidade de São Paulo?
Naval: Estes pontos elencados aqui são muito difíceis de implantar na cidade, mesmo sendo tão importantes, porque requer legislação específica e uma mudança na cultura político administrativa, pertinente e eficaz. A população não sabe ainda o que é ter uma Polícia Municipal deste nível, há uma necessidade urgente na segurança pública local, que venha refletir diretamente no controle desta violência que não para de crescer. Não é justo, na cidade de São Paulo, onde encontramos mais de 12 milhões de habitantes, contamos com uma Polícia Municipal de apenas um efetivo ínfimo de 6.000 agentes, enquanto na cidade de Nova York, com pouco mais de 8 milhões de habitantes tenha uma Polícia Municipal com mais de 36.000 agentes.
Tudo isso que falo e defendo não é utópico, um dia, há mais de 25 anos atrás, eu palestrava sem poder provar minha tese, mas hoje quando trato desta temática, falo com propriedade e cátedra, pois várias cidades que ajudei a transformar sua segurança pública municipal diminuíram o índice de criminalidade e violência.
Por estes motivos, eu sou um pai de família que perdeu seus 3 filhos assassinados para a violência incontrolável deste país, que se especializou e percorreu todo o Brasil, aprovou a lei 13022/14 da Polícia Municipal no Brasil e quer ser vereador da maior cidade do país, São Paulo – capital, porque aqui é a locomotiva do país, e servirá de modelo não só para os brasileiros, mas para todo o mundo.
Fonte: https://gruposulnews.com.br/defensor-da-seguranca-publica-naval-e-candidato-a-vereador-em-sao-paulo/
SUGESTÕES DE PAUTA: reportagem@gruposulnews.com.br
Notícias
SEMANA SANGRENTA FALA SOBRE “PCC, O SALVO GERAL” – POR NAVAL
#AvisoaosNavegantes
Recentemente Thiago Barbosa, gerente de produtos digitais da CBN, e Aline Ribeiro, repórter especial do Globo em São Paulo e apresentadora do podcast, “PCC, o Salve Geral” que fala justamente, coincidentemente sobre, nosso Livro GUARDAS MUNICIPAIS A REVOLUÇÃO NA SEGURANÇA PÚBLICA que publicamos em 2012. Com o título SEMANA SANGRENTA nas Págs. 38, 39, 40, 41, 42 e 43 onde falamos exatamente do massacre que ocorreu naquela data.
Era maio de 2006, o PCC enfrentou o estado de São Paulo depois de ter 765 líderes presos transferidos para uma penitenciária no interior – com regras mais rígidas, diga-se. Agora já se contam 20 anos, e bem no momento que a CBN e o jornal O Globo lançam o podcast “PCC, o Salve Geral”, sobre os atentados da época e seus desdobramentos.
Naquela época, no dia 15 de maio de 2006, o PCC anunciou um toque de recolher, que obrigou a população Paulista a se trancar dentro de casa, matou 59 agentes das forças de segurança incluindo Guardas Municipais. Nos dias seguintes, houve revide policial. Uma guerra foi deflagrada, com 564 mortos, incluindo 505 civis.
“Dá para dizer que foi a maior crise de segurança pública do Brasil. A ação do PCC, além do toque de recolher, houve queima de ônibus, ataques coordenados as delegacias e órgãos públicos, várias bases de Guardas Municipais, provocou a reação da polícia, desencadeando uma verdadeira guerra civil que deixou 59 agentes das forças de segurança mortos, além de 505 civis mortos.
Este artigo serve também como documento de pesquisa para o Congresso Nacional, uma vez que a PEC 37 chega em bom momento na câmara dos deputados e a PEC 18, continua aguardando ser pautada no senado federal, apesar do texto péssimo que precisamos mudar.
#Naval
SEMANA SANGRENTA – FALA SOBRE “PCC, o Salve Geral”
Do Livro: Guardas Municipais A R Evolução na Segurança Pública
Págs. 38, 39, 40, 41 e 42
Por Naval
Jamais poderia passar adiante sem relatar os episódios ocorridos em maio de 2006, os ataques do crime organizado contra as forças de segurança do estado de São Paulo. Quando comecei este livro era mais ou menos 1990, e àquela época já previa os fatos vividos durante o mês de maio de 2006 e segundo semestre 2012, sem saber que seria tão grave, mas a falência do sistema de segurança pública era notória. Lamento por ter acertado nas minhas previsões, parecia que eu adivinhara, pois assistimos a situações nunca presenciadas por ninguém.
Nesta semana sangrenta, eu me encontrava no Hospital de Medicina Paulista, passando por uma cirurgia. Na semana anterior, já havia entristecido com a notícia do assassinato do Guarda Municipal de Guarulhos, Elias Francisco, e ao sair do hospital, quando meu cunhado Samuel, meus sobrinhos Igor e Renam, juntamente com minha esposa Josiane e minha adorável filhinha Mayara foram me pegar, me senti muito mais triste, uma tristeza sem fim, porque nada poderia fazer, naquele momento. Recebi em seguida a notícia de que a Guarda Municipal de Araras havia sofrido o atentado de uma organização criminosa. Mesmo sem condições físicas, fui para lá e graças a Deus nada acontecera de mais grave.

Em Araras tomei ciência de que a Guarda Municipal de Jandira também sofrera ataques e dois Guardas Municipais morreram, de lá, soube de outros ataques e aí não tive mais pernas para prosseguir e acabei indo para minha casa cuidar dos meus, onde também minha esposa que é proprietária de um pequeno comércio também foi ameaçada e que alguém havia perguntado por mim. Passamos por momentos horríveis, e eu pergunto, recorrer a quem? Não temos o que fazer, a não ser esperar o poder público acordar e perceber que as Guardas Municipais podem realizar muito mais em prol das pessoas.
Mas em vez deste reconhecimento, deparamos com o corporativismo das Policias Militares tentando sempre impedir o desenvolvimento das Guardas Municipais. Ainda nesta data, em seguida, a Guarda Civil Metropolitana de São Paulo em ato de paralisação, justamente por causa deste poder paralelo que não consegue mais cuidar da segurança pública. Mas enquanto isto, nós vamos lutando para mudar este sistema, quebrando os paradigmas da ditadura para a evolução da segurança pública no país. Pág. 39
SÃO PAULO ENFRENTA SEGUNDA MADRUGADA DE ATAQUES À POLICIAIS
14/05/2006 – 09h44 – da Folha Online
O Estado de São Paulo enfrentou neste domingo a segunda madrugada de ataques a policiais e guardas municipais. O movimento — a maior ação contra as forças de segurança já ocorrida no Estado — começou na noite da última sexta-feira (12), como uma resposta do PCC (Primeiro Comando da Capital) à decisão do governo estadual de isolar líderes da facção desde o início dos crimes, cerca de 35 pessoas morreram — entre policiais, guardas, agentes penitenciários e suspeitos. Há feridos. Por volta das 9h30 deste domingo, a Secretaria da Segurança Pública ainda não havia divulgado um novo balanço com os números de ataques e vítimas. A onda de violência se estendeu a penitenciárias e CDPs (Centros de Detenção Provisória).
No sábado, foram registradas 24 rebeliões simultâneas. Na manhã deste domingo, presos ainda mantêm reféns em ao menos 16 unidades do Estado, de acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária.
ATAQUES
Entre a noite de sábado e a madrugada deste domingo, teriam ocorrido mais de dez novos ataques. Foram mais de 70 desde a noite de sexta, em todo o Estado. As novas ações foram registradas em São Bernardo do Campo, Itapecerica da Serra, Araraquara, São José do Rio Preto, São Vicente e na capital. Em Itapecerica da Serra, os criminosos atacaram a tiros um posto da Polícia Rodoviária Federal na rodovia Régis Bittencourt. Não há informações de feridos.
Um agente de segurança da penitenciária de Araraquara (273 km noroeste de SP) foi morto por dois homens dentro de uma lanchonete. Em São Vicente (Baixada Santista), um carcereiro foi assassinado na praça Primeiro de Maio. Um outro policial teria sido atingido de raspão. Em São José do Rio Preto (440 km noroeste de SP), dois homens em um carro vermelho dispararam contra ao Instituto Penal Agrícola (IPA). Um funcionário foi atingido pelos tiros. Segundo informações da PM, foram efetuados mais de 20 disparos contra o instituto.
Durante a fuga, a dupla trocou tiros com policiais militares e acabaram baleados. Detidos, ambos foram encaminhados para um hospital da região. O funcionário do instituto ferido passa por cirurgia no Hospital de Base de São José do Rio Preto. Seu estado é grave. Em São Bernardo (Grande São Paulo), os criminosos atacaram uma base comunitária da Guarda Municipal. Também na madrugada deste domingo, criminosos atiraram contra o Fórum Regional de Santana (zona norte) e lançaram duas granadas, que não explodiram. Pág.40
REAÇÃO
Os ataques começaram após uma mega operação do governo paulista que transferiu 765 presos que integram o PCC na recém-reformada penitenciária 2, de Presidente Venceslau (620 km a oeste de São Paulo), na quinta-feira (11), com a intenção de isolá-los. Na sexta (12), oito homens apontados como líderes do PCC foram levados para o Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado), na zona norte de São Paulo. Entre eles estava o líder da facção, Marcos Willians Herba Camacho, o Marcola. Marcola foi transferido, na manhã de sábado, para a penitenciária de Presidente Bernardes (589 km a oeste de São Paulo), considerada a mais segura do país.
Na unidade, ele ficará sob o RDD (Regime Disciplinar Diferenciado), mais rigoroso. Também no sábado, o governador Cláudio Lembo (PFL) disse que o governo sabia, na quarta (10), que as transferências trariam “consequências”. “Pensamos em todas as possibilidades e também nos riscos que nós poderíamos correr. Mas era preciso combater o que estava ocorrendo e acontecendo”.” Nós não estamos com bravatas nem com timidez. Estamos com a segurança de quem cumpre a lei e o Estado de Direito”, disse o governador. O comandante-geral da PM, coronel Elizeu Eclair Teixeira Borges, afirmou que a corporação estava em alerta, com equipes de prontidão, para possíveis reações. Ele disse acreditar que, devi- do ao alerta da polícia, o número de mortes “foi bem menor” em relação ao que poderia ocorrer.
Em entrevista que contou com a cúpula da Segurança no Estado, o secretário da Administração Penitenciária, Nagashi Furukawa, descartou uma possível falha do governo na estratégia de isolar a liderança do PCC.” Acho que à medida que o governo tomou era necessária, ainda que tenha ocorrido esta resposta, porque o governo tem que agir, tem que cumprir a lei e ser firme em suas ações.”
EM DEFESA DA SEGURANÇA PÚBLICA MUNICIPAL
Defender este novo modelo de polícia num país como o Brasil não é nada fácil e o que mais dificulta é a cultura arcaica dos governos com relação à segurança pública, que sempre contou com a atuação exclusiva de uma polícia estadual, e que nunca pensou em ser servido por uma polícia municipal, prática adotada em países mais desenvolvidos, como Espanha, Canadá, EUA e outros. Os responsáveis por este sistema atual de segurança pública no Brasil não permitem
dividir a responsabilidade com as Guardas Municipais, mesmo ciente do que com o crescimento descomunal da violência, seus efetivos e filosofia de trabalho não são suficientes para vencer esta guerra maldita contra a criminalidade.
Eu senti isso na pele de duas maneiras. Por ser GCM há 26 anos passei por inúmeras dificuldades no desenvolvimento dos trabalhos em favor da sociedade, muitas delas, por não admitirem que as Guardas Municipais defendam a população por direito, por que de fato isto já ocorre. Senti na pele de uma forma muito dolorosa. Em outubro de 2002 perdi meu filho de 18 anos assassinado com sete tiros durante uma briga entre adolescentes, por causa de namorada. Meu filho foi vítima da violência na periferia de Carapicuíba. Meses depois, em 2003, perdi outro filho com 19 anos, assassinado também, com dois tiros nas costas, quando se encontrava de férias, empinando pipa próximo de casa.
Outra vítima da violência na periferia de Carapicuíba se deu quando perdi outro filho que acabava de completar 18 anos, em uma discussão entre adolescentes, quando foi atingido por um tiro ao tentar separar uma briga. Carapicuíba, uma cidade completamente sem lei, que demorou anos para criar uma Guarda Municipal, onde, além das polícias do Estado não darem conta da segurança por vários fatores, na qualidade de cidadão, precisei do controle do Estado para garantir a segurança da minha família e o Estado falhou. A administração pública municipal também falhou com minha família e com muitas outras famílias. Por esses motivos, minha luta continua e caminho tentando arregimentar adeptos para conseguirmos um país um pouco mais seguro, ou pelo menos viver num país mais social e mais desenvolvido intelectualmente, menos corrupto e mais humano, sem administradores egoístas e sistemas falidos.
Aqui citei o aumento da violência em Carapicuíba, mas a violência cresce a cada dia que passa em todos as cidades. Sentimos que cresce continuamente. Somente no mês de maio de 2005, comandei e participei de duas ocorrências de roubo em absoluto flagrante, os dois casos envolvendo roubo de celulares onde houve ameaça grave de arma de fogo. Isto tudo é reflexo da violência que atinge tudo e todos, a minha família, a sua família e toda a sociedade. Pág. 41
O texto a seguir, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ilustra o aumento da violência no Brasil.
PAÍS VIVE ONDA DE VIOLÊNCIA SEM PRECEDENTES, DIZ OAB
Fonte: Último Segundo – http://ultimosegundo.ig.com.br 28/11/2004
SÃO PAULO – De Norte a Sul, dos Estados mais ricos aos mais pobres, o País parece sucumbir a uma onda de violência sem precedentes em sua história. A conclusão é dos presidentes de Seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que estão reunidos neste fim de semana em São Luís (MA). Segundo a OAB, se em algumas regiões o crime organizado infiltra-se com relativa facilidade no aparelho do Estado, em outras a violência assumiu características desesperadoras. “Voltamos ao tempo de Lampião”, resumiu o presidente da OAB do Rio Grande do Norte, Joanilson de Paula Rêgo.
Em todos os depoimentos colhidos durante a reunião do Colégio de Presidentes de OABs, realizada a cada ano em uma cidade brasileira, os dirigentes concluíram, também, que apesar de algumas iniciativas isoladas, o governo federal pouco está fazendo para mudar esse quadro.
” Em vez de uma política de segurança, fazem política com a segurança, usando-a como um trampolim e não para o bem do povo”, denunciou o presidente da OAB do Rio de janeiro, Octávio Gomes, “A violência é um problema crônico da nação brasileira e tem que ser enfrentado com responsabilidade, coragem e determinação pelas autoridades”, disse.
VIOLÊNCIA EXTRAPOLA O CÚMULO DO ABSURDO E DASAFIA O PODER PÚBLICO

Nestas últimas semanas, após seis anos do alerta e dos ataques contra as bases policias, incluo aqui as Guardas Municipais, e muitos assassinatos, veio o clamor do povo pelas Guardas Municipais, que será a grande evolução na segurança pública. Hoje pela inércia dos governos estamos vivendo algo mais parecido com uma guerra civil do que com um simples ataque de organizações criminosas. Vivemos claramente a falência do poder público na segurança pública e no controle penitenciário, a cada dia nos deparamos com notícias de mais mortes de Policiais Militares, de Guardas Municipais, Policiais Civis e muitos civis inocentes.
Na verdade, o país nunca viveu uma situação como esta, provocando até afastamento de secretário e intervenção do governo federal. Nesta semana, de feriadão, me afastei de São Paulo, e voltei a escrever sobre violência, até que este não era o meu objetivo, mas quando fiquei sabendo da morte do Guarda Municipal da cidade de Osasco, Grande São Paulo, que foi assassinado na cidade de Carapicuíba, meu amigo, então resolvi complementar um artigo escrito aqui em 2006, quando passamos por momentos sangrentos. A situação poderia estar mais branda se as autoridades nos ouvissem mais, poderíamos ter evitado muitas mortes.
Lendo dois artigos intitulados; “O terror dos presídios e a insegurança pública” e “A violência fora de controle em São Paulo”, ambos do portal R7 tive a certeza que não posso e não podemos cruzar os braços. Diante de um sistema carcerário sem perspectivas de melhorias para o futuro, onde em cadeias, que deveriam ter no máximo 295 mil pessoas, temos mais de 471, tamanho a falta de sensibilidade das autoridades políticas neste segmento que agora ficam se degradando em relação de quem é a culpa da perda do controle e o pior quem assumirá este caos?
Lembramos aqui que temos no governo federal vários projetos de Leis que necessitam serem aprovados para a melhoria da segurança pública brasileira, principalmente no tocante às Guardas Municipais (PEC 534/02 e PL 1332). Além desta falta de sensibilidade do governo federal mais por parte da câmara dos deputados, temos o corporativismo das Policias Militares que não deixam as Guardas Municipais avançarem. Se as Guardas Municipais assumirem seu papel de segurança municipal, as Policias estaduais ficariam muito mais livres para realização de um trabalho mais direcionado ao combate do crime organizado, voltado as fronteiras dos estados, de onde vem as drogas, as armas e munições.
Cuidar dos presídios que ainda não conseguiram amenizar e nem sequer implantar uma fiscalização a altura para assim impedir que as ordens de execução de policiais saiam de lá com tanta facilidade. As Guardas Municipais com seu serviço preventivo executado em muitas cidades com maestria, diminuiria as chances de aumento da criminalidade e da violência. O autor do artigo salienta que iria para Poramgaba/SP onde a criminalidade ainda não aumentou, mas é um doce engano, quando os grandes criminosos realizam roubos em capitais é justamente nas pequenas cidades que eles se implantam até a poeira baixar. Se esta cidade não apresentar o mínimo de prevenção na área de segurança pública, o que não existe, devido aos efetivos da Policia Militar serem pequenos. Pág.42
Esta preocupação de melhoria e investimento deve partir de iniciativa dos políticos da cidade. Aí, se Poramgaba não dispor dos serviços de uma Guarda Municipal, com certeza em breve Poramgaba será vitimada. A violência não tem fronteiras, ela não escolhe mais faixa etária, cor, raça ou credo, a violência não respeita status, não pensa em pobre ou rico, a violência busca o poder paralelo, custando o que custar, pagando o que for necessário pagar, cobrando o que for preciso cobrar. Em São Paulo o medo está instaurado, talvez hoje é melhor viver na Síria onde se conhece o inimigo.
De outubro para meados do mês de novembro contabilizamos 200 mortos a tiros. O que estamos esperando para descobrirmos que ainda que as Guardas Municipais fossem inseridas imediatamente neste combate à violência, teríamos que trabalhar muito, para juntos, com o apoio da sociedade, amenizarmos esta verdadeira guerra desigual contra a violência. A matéria a seguir ilustra a atuação da Guarda Civil Metropolitana na região Oeste de São Paulo no combate à violência e à criminalidade, aqui através de um serviço eminentemente preventivo e preocupado com a rotina da comunidade local, a IRPJ (Inspetoria Regional de Pirituba Jaraguá) com seus Agentes, prontos para servir, demonstra que a GCM da cidade de São Paulo é de fato uma Polícia Municipal, modelo que defendo para todo o país.
GCM’s DE PIRITUBA AGEM COM TOLERÂNCIA ZERO.
Fonte de dados: www.guardasmunicipais.com.br 26/04/2005 às 11:24:12
Ocorrência: No dia 24/04/05 às 14h00, mais uma vez os GCM’s da base Pirituba, ao receberem uma denúncia de roubo nas proximidades do Terminal Pirituba, agiram rapidamente efetuando a prisão em flagrante de João Raphael A. Meireles. Nesta ocasião a base informou via rádio através da GCM’F Cláudia, por determinação do encarregado de equipe do dia, Inspetor Casimiro, que após contactar a vítima N.K, transmitiu as características do autor do crime e a descrição dos objetos subtraídos, partiram em diligência as motocicletas 6004 GCM Robson e 6005 GCM Souza Lima, procurando o autor do delito no interior dos coletivos que se deslocavam sentido bairro-centro.
Momento que a viatura 60507, tendo como encarregado CD Naval e motorista o GCM Sidney, que se encontravam em ronda pelas imediações, depararam com o autor defronte a um ponto de ônibus na Av. Gal Edgar Facó, cujas características conferiam. Imediatamente efetuaram a abordagem, logrando êxito em encontrar os objetos da vítima, (aparelho celular Motorola, 01 cartão de banco, 01 CNH, e aproximadamente R$ 500,00 em dinheiro), e após o reconhecimento do indiciado pela vítima, foram encaminhados ao 28 DP, onde a autoridade de plantão, Dr. William Eiras Garcia W. Alves ratificou a voz de prisão em flagrante, no crime previsto no artigo 157 do CPP, confeccionando o Boletim de ocorrência de número 2268/2005. Pág.43
MAIS UM SEQÜESTRO FRUSTRADO POR GUARDAS MUNICIPAIS
(Mãe do jogador Grafite do São Paulo é encontrada por Guardas Municipais do município de Arthur Nogueira).
Fonte: www.guardasmunicipais.com.br
Ao tomar ciência da prisão dos sequestradores da mãe do jogador Grafite, veiculado em vários meios de comunicação por todo o Brasil, o idealizador deste site recebe e-mail informando que a Guarda Municipal de Arthur Nogueira foi a principal peça na atuação do caso e em seguida viajou para o município de Arthur Nogueira, a fim de apurar a verdade, conforme segue:
Em contato pessoal com o encarregado da viatura 09 (tático), uma Eco Sport de placas DBS-5801 Arthur Nogueira, o GCM Segunda Classe Antunes e o motorista GCM Darci declararam que receberam uma solicitação do GCM Afonso, que presta serviço na delegacia, juntamente com o investigador Jorginho da PC, para averiguarem duas casas abandonadas em um sítio no bairro Parada, a mais ou menos sete quilômetros do centro da cidade de Arthur Nogueira, em direção ao município de Engenheiro Coelho (único município da região metropolitana de Campinas que tinha Guarda Municipal).
Sem saber ao certo o tipo de ocorrência que iríamos confrontar e o que nos esperava, entramos na primeira casa e estava vazia, quando dois elementos nos viram e correram, então entramos na segunda casa, quando empurrei a porta, com cautela vi uma senhora sentada em um colchão com as mãos amarradas, ela foi logo dizendo: “Eu fui sequestrada e sou a mãe do Grafite, jogador do São Paulo”, em seguida solicitamos apoio e capturamos Ubirajara Aquelino (34) e Josenildo Alves Pereira (30), posteriormente conduzimos ao DP e socorremos dona Ilma ao PS. Como declarou os GCMs. Pág.43
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