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Guarda Municipal de Ariquemes vai usar o azul marinho

Neste final de ano 2018 em visita ao Acre, passamos por Rondônia e acertamos várias tratativas com o Secretário de Segurança Pública Municipal Dr. Ricardo Rodrigues, entre elas, a excelente notícia que a GM vai usar enfim o AZUL MARINHO conforme manda a lei 13022/14. Estamos de olho, acompanhando tudo de perto!

Essa notícia da mudança da cor de uniformes sempre nos deixa muito feliz, é uma luta antiga, onde buscamos, de forma padronizada, acompanhar as Polícias Municipais do mundo inteiro que de forma universal utilizam o AZUL MARINHO para orientação de turistas de diversos países que visitam o Brasil . Com o AZUL MARINHO todos reconhecem que ali tem um Agente da Polícia Municipal ou local.

Em algumas cidades do País, nossa ONG SOS SEGURANÇA DÁ VIDA teve que denunciar no MP FEDERAL, atitude de alguns comandos que resistem em não cumprir a lei 13022/14. Em Campo Grande MS, a PM utiliza o azul marinho juntamente com a Guarda Municipal, não se confundem, porque a GM sempre está mais próxima do munícipe, além de vários itens que destacam a Polícia Municipal é o colete personalizado com letras grandes atrás, tipo de cobertura, o listrado, botões dourados, e agora vem o melhor, a população conhece o Guarda Municipal pelo nome, pois faz policiamento comunitária diariamente a mesma cidade por toda sua vida profissional.

Finalmente quero parabenizar o Secretário Dr. Ricardo Rodrigues pelo trabalho exemplar que está desenvolvendo em Ariquemes, e apoios da Câmara Municipal de Vereadores através do VEREADOR José Augusto digno de todo nosso respeito e louvor. Parabéns a todos, este é mais um fruto que estamos colhendo através do maior evento das guardas municipais do Brasil que é a Marcha AZUL MARINHO, que Ariquemes foi organizada pela GM Rosilene e Jocemara.

Por Naval

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PEC 18 APROVADA NA CCJ, E AGORA?

#AvisoaosNavegantes

Eu já sabia, quando solicitei para se afastarem de Brasília, permaneceram. Agora eu sei!

#Naval

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação da PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) em 14 de outubro de 2026, e o texto seguiu para o Plenário do Senado, ainda não estando aprovada em definitivo.

Situação atual e próximos passos

  • Onde está: A matéria foi aprovada na CCJ e agora aguarda votação no Plenário do Senado Federal.
  • Votação necessária: Por alterar a Constituição, precisa ser aprovada em dois turnos no Plenário, com o voto favorável de pelo menos 49 dos 81 senadores em cada uma das etapas. [1]
  • Principais pontos do texto:
    • Insere o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição Federal.
    • Estabelece regime penal mais rígido para líderes e integrantes de facções criminosas, milícias e grupos paramilitares (como cumprimento de pena em presídio de segurança máxima e restrições a benefícios).
    • Permite a expropriação de bens ligados a atividades criminosas sem indenização.
    • Autoriza a criação de polícias municipais (guardas municipais com atuação ostensiva) e amplia a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para ferrovias e hidrovias.
    • Define novas regras de financiamento para o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).
    • #Equipenaval
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REPRESENTANTES DAS GMs NÃO CONSEGUEM AMENIZAR PREJUÍZOS NA PEC 18

#AvisoaosNavegantes

Há alguns anos deixei por conta destes pseudos líderes que estão afundando a Nação Azul Marinho, (criticavam as Marchas Azul Marinho e o Naval). Um dia destes um coronel me ligou dizendo assim: Naval ainda bem que você se aposentou, lidar com este pessoal é muito fácil, acreditam em tudo, já com você a luta era difícil!

#Naval

A PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) divide opiniões e gera forte preocupação entre representantes das Guardas Municipais, que apontam pontos críticos no texto em tramitação no Congresso.

Em outubro de 2026, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação do relatório e a matéria seguiu para o Plenário.

Principais pontos de debate e críticas da categoria

  • Criação de novo modelo em vez de reconhecimento automático: O texto prevê a criação de polícias municipais, mas entidades de classe (como a Fenaguardas e Sindguardas) argumentam que a proposta não reconhece de forma automática as atuais guardas como órgãos policiais, gerando um hiato jurídico entre a nomeação e a efetivação.
  • Exigências e limites populacionais: Críticos apontam que o texto impõe condicionantes (como limite mínimo de 100 mil habitantes para determinadas estruturas e regras de acreditação) que deixam de fora grande parte dos municípios.
  • Risco de extinção: Há receio de que corporações que não conseguirem se adaptar às novas exigências dentro de prazos estabelecidos (como regras baseadas na Lei 13.022/2014) enfrentem processos de extinção ou desestruturação.
  • Autonomia municipal e subordinação: Entidades sindicais e comunitárias criticam possíveis interferências na autonomia das prefeituras e regras de subordinação ou padronização estadual/federal sobre as forças locais.

Argumentos favoráveis e justificativas

  • Integração e fortalecimento: Defensores da proposta e o relator argumentam que a PEC busca estruturar o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição, integrando as forças e dando amparo jurídico para o policiamento ostensivo e comunitário realizado pelas guardas.
  • Valorização profissional: O texto visa padronizar competências e oferecer maior clareza de atuação no combate à criminalidade urbana, saindo do modelo restrito apenas à guarda patrimonial.
  • #EquipeNaval – I.A

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