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Secretária da Defesa Social participa da Marcha Azul Marinho

A última sexta-feira, 20, foi marcada pela mobilização de Guardas Municipais (GM) de várias partes do Brasil que foram às ruas de Aracaju com o objetivo de mobilizar a categoria a lutar pela aprovação de uma lei que garanta a constitucionalidade das ações de proteção à vida, aos bens, aos serviços e às instalações.

As atividades iniciaram com uma caminhada do mirante da avenida 13 de Julho à Câmara de Vereadores de Aracaju. Pela tarde foi promovido um seminário, no auditório da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), que contou com uma palestra da secretária Municipal da Defesa Social e da Cidadania, Georlize Teles.

Diante do empenho da categoria que busca a aprovação da PEC 534 do ano de 2002, conhecida como PEC das Guardas Municipais – em trâmite na Câmara dos Deputados com um projeto de emenda à Constituição Federal que altera o texto do artigo 144 -, Georlize Teles falou da legitimidade desta luta. Para ela, a batalha de uma categoria para preservar seu espaço só é possível quando é feita através da competência no exercício da função, e a Guarda Municipal já se mostrou essencial na defesa da sociedade contra os altos índices de violência.

“Não se faz Segurança Pública sem entender a necessidade do povo. A União, ao criar uma matriz curricular nacional de formação das Guardas Municipais, através da Secretaria Nacional da Segurança Pública (Senasp), já reconhece a importância da qualificação do guarda, mostrando a importância deste agente na segurança. Quem está no município é o Guarda e é onde o seu trabalho é imprescindível. O que qualifica esta categoria é a eficiência e a postura na atuação, pois é necessário uma Guarda rigorosa e não truculenta. É uma questão de tempo, e pouco tempo, para que a Guarda Municipal tenha um avanço efetivo no artigo 144 da Constituição, podendo cuidar do seu povo”, previu Georlize Teles

Após a palestra da secretária, os GMs ouviram os pronunciamentos do GM Izdalfredo Nogueira, diretor administrativo da Associação dos Guardas Municipais de Salvador (Asguams), e do guarda civil metropolitano de São Paulo, presidente da Ong SOS Segurança pela Vida, Maurício Naval. O primeiro falou sobre o porte de arma para as Guardas Municipais e o segundo, que lidera o movimento de municipalização da Segurança Pública, palestrou sobre a PEC 534 e a Lei 13. 022/2014 – Estatuto Geral das Guardas Municipais.

Para o vice-presidente do Sindicato dos Guardas Municipais de Aracaju (Sigma), GM Pereira, um dos organizadores do evento, a adesão dos guardas municipais superou as expectativas. “A Marcha contou com guardas de inúmeros municípios sergipanos, além de representantes dos estados de São Paulo, Pernambuco, Bahia e Alagoas. O nosso ato, pela manhã, mobilizou a cidade e esclareceu à população sobre a nossa luta. Como todo ato público, a nossa Marcha Azul Marinho gerou um impacto positivo na sociedade, num movimento ordeiro, organizado e muito bonito. Nós acreditamos que essa ação vai mudar a história de Aracaju. Quanto ao seminário, ressalto que ele foi esclarecedor para todos os presentes. Estou bastante satisfeito com toda a mobilização e agradeço a todos os colegas que saíram de seus lares, na sua folga, para crescer em conhecimento e unir forças”, concluiu.

Presenças

Estiveram presentes no seminário: o diretor geral da Guarda Municipal de Aracaju (GMA), coronel Enilson Aragão, os vereadores pastor Roberto Moraes, Josenito Vitale, Agmenon Sobral, Dr. Gonzaga, a assessora de Comunicação Wanneska Cipriano representando o vereador Lucas Aribé, o prefeito de Propriá José Américo, o presidente da Federação dos Conselhos Comunitários de Segurança de Sergipe (Feconseg) Ailton Figuerôa e o Policial Civil Otoniel Rodrigues, mais conhecido como Bareta.

FONTE: http://www.aracaju.se.gov.br/index.php?act=leitura&codigo=64162

Fotos: Ascom/GMA

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NOTA DE REPÚDIO CONTRA “lideranças”

#AvisoaosNavegantes

É hora de saber o que aconteceu com o Naval nos últimos anos de luta, onde as Guardas Municipais só perderam o que conquistaram.

#EquipeNaval

NOTA DE REPÚDIO

É lamentável ver algumas lideranças das Guardas Municipais tentando, por interesses pessoais, vaidade ou até mesmo inveja, neutralizar a voz de quem há décadas luta pela valorização das Guardas Municipais em todo o Brasil.

Meu nome é NAVAL. Minha história não começou agora e não depende de cargo ou eleição. Ela foi construída nas ruas, nas lutas e na defesa da segurança pública municipal.

Ao longo dessa caminhada, participei de movimentos e conquistas que marcaram a história das Guardas Municipais, entre elas:

🔵 A luta pela implantação do telefone 153 para as Guardas Municipais;
🔵 A luta pela primeira remessa de coletes balísticos para a GCM de São Paulo, parceria com Dep Havanir
🔵 A criação e fortalecimento da Marcha Azul-Marinho, levando a voz das Guardas para Brasília e para todo o Brasil;
🔵 A mobilização pela aprovação da Lei Federal 13.022/2014 – Estatuto Geral das Guardas Municipais;
🔵 A realização do Seminário Nacional em Brasília;
🔵 A defesa e construção da primeira Matriz Curricular Nacional da SENASP;
🔵 A participação na construção do primeiro manual da GCM de São Paulo;
🔵 O incentivo à criação e fortalecimento de associações e SindGuardas em diversos estados e municípios;
🔵 E tantas outras lutas que ajudaram a colocar as Guardas Municipais no centro do debate nacional sobre segurança pública.

Não aceito que tentem apagar uma história construída com décadas de trabalho.

Minha luta pelas Guardas Municipais não nasceu da busca por poder. Ela nasceu da dor.

Perdi três filhos assassinados pela violência e também perdi um irmão.

Essas perdas transformaram minha vida e fizeram nascer em mim uma missão: lutar para que outras famílias não precisem passar pela mesma dor.

Por isso, quando defendo as Guardas Municipais, não estou defendendo apenas uma categoria profissional. Estou defendendo vidas, famílias e o direito da população à segurança.

Aqueles que tentam dividir, desqualificar ou neutralizar quem luta pelas Guardas deveriam lembrar que a história não se apaga com ataques, discursos ou disputas de vaidade.

Podem tentar calar a minha voz.

MAS NÃO VÃO CALAR A LUTA.

Enquanto houver uma GM precisando de mim, lá estarei.

#ComandanteNaval

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COMANDANTE NAVAL É SUPLENTE DEP FEDERAL POR SÃO PAULO

#AvisoaosNavegantes

Lider das Guardas Municipais que mais fez pelas instituições fica com a suplencia em São Paulo, A LUTA NÃO PARA AQUI

#EquipeNaval

Estamos na luta…
O candidato Comandante Naval (Maurício Domingues da Silva), filiado ao Partido Missão (MISSÃO), ficou como suplente para o cargo de Deputado Federal por São Paulo nas eleições de 2026, obtendo 526 votos.

Como funciona a suplência dele:

Sistema Proporcional: Para o cargo de Deputado Federal, a definição de suplentes segue a regra do sistema proporcional da Justiça Eleitoral (TSE).

Ordem de Votação: Não existe uma chapa fixa de suplentes individuais cadastrados previamente como ocorre no Senado. Após a distribuição das cadeiras para o partido pelo quociente eleitoral, os candidatos da legenda que não atingiram vagas diretas ficam na lista de suplentes organizada em ordem decrescente de votação.

Convocação: Comandante Naval poderá assumir o mandato apenas caso algum deputado titular do partido/federação renuncie, se licencie, assuma outro cargo que cause o afastamento ou deixe a vaga em definitivo, respeitando a posição dele na fila interna de votados da legenda.

Fonte: Internet em geral e TSE

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