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Paes diz que não vai tratar ‘marginais’ como problema social após arrastões
AVISO AOS NAVEGANTES
PREFEITO EDUARDO PAES E DEMAIS PREFEITOS E VEREADORES DE TODO O BRASIL, APROVEITEM E ESTRUTUREM A GUARDA MUNICIPAL DE SUA CIDADE, PORQUE DURANTE A ELEIÇÃO VAMOS ESTAR MARCHANDO DO LADO DO POVO COBRANDO SEGURANÇA. ESTA MARCHA AZUL MARINHO VAI ACONTECER NA SEMANA DA ELEIÇÃO 2016…SE PREPAREM!!!
POR NAVAL
Este prefeito não entende que a Guarda Municipal é uma POLICIA diferente, não pode se misturar com a PM, a GM do Rio é POLICIA MUNICIPAL PREVENTIVA, porém nem por isso pode trabalhar desarmada, permitindo que seus integrantes sejam assassinados a pedradas…
Prefeito EDUARDO PAES, pelo amor de Deus, tenha um minuto de sanidade mental regular e aprenda o que é Guarda Municipal para o bem do povo carioca.
Naval
Paes diz que não vai tratar ‘marginais’ como problema social após arrastões
Prefeito do Rio disse que colocará a Guarda Municipal à disposição.
Operação Verão será antecipada em uma semana.
Káthia Mello
Do G1 Rio
Prefeito Eduardo Paes durante entrevista coletiva nesta terça-feira (Foto: Káthia Mello / G1)
O prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse nesta terça-feira (22) que está colocando a Guarda Municipal à disposição das forças de segurança pública do governo do estado para evitar arrastões como os que aconteceram no fim de semana.
O secretário de Ordem Púbica, Leandro Matieli, acrescentou que a operaçao verao da Guarda Municipal, que seria iniciada no dia 3 de outubro, será antecipada para o próximo fim de semana.
O prefeito chamou de “absurdos” os eventos do último domingo. “Eu estava fora do Rio e pelas imagens que eu vi, o apoio da guarda é importante”.
“Nós não vamos tratar delinquentes marginais como problema social. Isso é problema de segurança pública”, acrescentou o prefeito sobre o tratamento a ser dado a quem cometer delitos como roubos, furtos e agressões.
Paes disse ainda que não vai armar a guarda municipal que, segundo ele, tem outro papel a cumprir. “A prefeitura não assumirá a função que é da segurança pública”, frisou Paes.
O prefeito confirmou que o vice-prefeito Adilson Pires e representantes da Guarda Municipal vão se reunir na tarde desta terça com o secretário de segurança pública, José Mariano Beltrame.
Fim de semana marcado por tumultos
O sábado (19) e o domingo (20) foram marcados por relatos de furtos, arrastões, correria, e confusão em vários bairros da Zona Sul do Rio de Janeiro. Quase 30 suspeitos de furtos foram detidos em Botafogo e na orla de Ipanema e do Arpoador no sábado. Ja o fim da tarde deste domingo (20) foi marcado por tumultos e correrias na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, em Copacabana, Zona Sul do Rio.
Moradores registraram em vídeo, num intervalo de uma hora, ao menos três confusões. Em uma das cenas, um rapaz que tentava embarcar em um ônibus pela janela é agredido por um grupo de homens. Em outra, a janela de um ônibus é quebrada e passageiros saltam por ela.
Depois do fim de semana de arrastões nas praias e ruas da Zona Sul do Rio, algumas pessoas tentam promover, nas redes sociais, a formação de grupos de “justiceiros” e prometem reações de vingança no próximo fim de semana. O secretário de Estado Segurança, José Mariano Beltrame, disse termer ações de linchamento na cidade.
Conforme mostrou o RJTV, grupos estão combinando uma reação para domingo que vem. Convocaram a levar tacos de beisebol, soco inglês, cassetete e armas de choque para o que chamam de “limpeza da zona sul”. Mas na própria página receberam críticas. Uma pessoa disse que “as pessoas querem combater bandidagem se tornando bandidos”.
Cinegrafista da Globo registrou arrastões acontecendo entre as praias do Arpoador e Ipanema (Foto: Reprodução / TV Globo)
Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/09/paes-diz-que-nao-vai-tratar-marginais-como-problema-social-apos-arrastoes.html
Titulo e Comentário nosso
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ALERTA GERAL DO COMANDANTE NAVAL SOBRE CONVÊNIO DA PM DE SÃO PAULO X GCM SP
#AvisoaosNavegantes
Este convênio é um cavalo de tróia, precisamos acompanhar e lutar contra qualquer intervenção da PM em nossas Guardas Municipais.
Comandante Naval
Após a leitura das minutas do convênio e do plano de trabalho, identifiquei alguns pontos que podem ser questionados juridicamente, embora nem todos sejam necessariamente inconstitucionais. Alguns parecem contrariar a Constituição, o Estatuto Geral das Guardas Municipais e a interpretação consolidada pelo STF na ADPF 995.
1. Possível inconstitucionalidade na criação de “ocorrências exclusivas da PMESP”O ponto mais sensível está na cláusula que afirma:”Excetuadas as competências privativas e compartilhadas acima descritas, todas as demais ocorrências e naturezas de atendimento permanecem sob responsabilidade exclusiva da PMESP.”
E no Plano de Trabalho:
“Ocorrências Exclusivas da PMESP: todas as demais ocorrências de natureza policial…” �
Problema jurídico:
O STF, ao julgar a ADPF 995, reconheceu as Guardas Municipais como integrantes do Sistema de Segurança Pública do art. 144 da Constituição e afirmou que elas exercem atividade policial. O STF também afastou a interpretação de que exista monopólio estadual da atividade de policiamento ostensivo municipal. Além disso, não existe na Constituição dispositivo que atribua à Polícia Militar exclusividade geral no atendimento de ocorrências.
A Constituição atribui à PM a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, mas não estabelece exclusividade absoluta sobre todas as ocorrências policiais. Portanto, um convênio não pode criar uma reserva de mercado institucional que a Constituição não criou.
Risco
Esse trecho pode ser interpretado como tentativa de restringir competências já reconhecidas à GCM pela Constituição, pela Lei 13.022/2014 e pela jurisprudência do STF.
2. Possível extrapolação ao definir competências “privativas” da GCM e “exclusivas” da PMESP por convênio. O convênio lista quais ocorrências seriam privativas da GCM, compartilhadas ou exclusivas da PMESP.
Problema:
Competência constitucional não é matéria que possa ser livremente redefinida por convênio administrativo. A repartição constitucional de competências decorre da Constituição e da lei, não de ajuste administrativo entre órgãos. Um convênio pode disciplinar fluxos operacionais. Já definir que determinada natureza de ocorrência pertence exclusivamente a um órgão pode extrapolar sua finalidade jurídica.
3. Concentração obrigatória das ocorrências no COPOM
O plano prevê:
“As chamadas de emergência serão recebidas exclusivamente pelo telefone 190…”
“A Polícia Militar realizará o atendimento de todas as solicitações feitas pelo telefone 190…” �
Possível questionamento:
Não há problema em o 190 continuar sendo administrado pela PMESP. Entretanto, a redação pode gerar interpretação de subordinação operacional da GCM à triagem do COPOM. A GCM possui autonomia administrativa e operacional própria.
Se na prática o sistema impedir que a GCM receba diretamente demandas relacionadas às suas atribuições legais, poderá surgir discussão sobre violação da autonomia municipal prevista nos arts. 18 e 30 da Constituição.
4. Critério “se houver infração penal a PM assume o caso”
O plano estabelece:
“Se houver infração penal, a PMESP assume o caso; se for apenas administrativa, a GCM conclui o atendimento.”
Problema:
Esse dispositivo parece incompatível com a jurisprudência atual. Hoje é pacífico que Guardas Municipais podem:
realizar patrulhamento preventivo;
efetuar prisão em flagrante;
conduzir autores à autoridade policial;
apreender objetos relacionados ao crime.
Logo, o simples surgimento de infração penal não extingue automaticamente a competência de atuação da GCM. Esse é um dos pontos mais vulneráveis juridicamente.
5. Aspecto positivo: reconhecimento formal de competências compartilhada.
Por outro lado, o convênio traz um reconhecimento relevante:
“Compete de forma compartilhada à GCM . Esse trecho enfraquece a tese histórica de que a PM teria exclusividade no atendimento de ocorrências. O próprio documento admite oficialmente a existência de competências compartilhadas. Esse reconhecimento pode ser utilizado como argumento favorável à GCM em debates institucionais.
6. Aspecto positivo: integração sem subordinação hierárquica.
Conclusão:
Os trechos mais vulneráveis juridicamente são:
A criação de uma categoria genérica de “ocorrências exclusivas da PMESP”. A tentativa de definir competências constitucionais por convênio administrativo.
A regra segundo a qual qualquer infração penal faria a PM assumir a ocorrência, reduzindo a atuação da GCM.
A centralização absoluta do fluxo de emergências no COPOM, se aplicada de forma a limitar a autonomia operacional da GCM.
O restante do convênio — integração tecnológica, compartilhamento de imagens, acesso ao SIOPM, participação da GCM no RIESP, assentos no COPOM e operações conjuntas — parece juridicamente defensável e compatível com a lógica de cooperação federativa prevista pela Constituição.
Comandante Naval
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COMANDANTE NAVAL CONSIDERA RENAN SANTOS UM FENÔMENO NA POLÍTICA DO BRASIL
#AvisoaosNavegantes
O Pré candidato a Presidente da Republica pelo partido político Missão, Renan Santos é um ativista, empresário e político brasileiro. É um jovem ousado e corajoso, o tipo de ser humano que estava faltando para encarar de verdade os problemas que o nosso Brasil atravessa. Peço a todos os Brasileiros e o mundo, prestem atenção no próximo presidente do nosso país.
Ainda digo com certeza que, o Renan Santos antes das convenções partidárias atinge 15%, ele vai para o segundo turno e ganha esta eleição.
Naval
Renan Santos é conhecido principalmente como um dos fundadores e coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e, Presidente do Partido Missão, do qual sou pré candidato à deputado federal pelo estado de São Paulo. Ele ganhou notoriedade nacional durante os protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e é uma figura central do liberalismo e da direita conservadora/liberal no cenário político.
Sua atuação e história envolvem algumas frentes principais:
- Ativismo no MBL: Ao lado de nomes como Kim Kataguiri e outros, Renan ajudou a criar o MBL, um movimento que teve papel fundamental na mobilização de rua contra o PT e na articulação de pautas liberais na economia e conservadoras nos costumes. Mobilização muito parecida com a Marcha Azul Marinho (apesar de menor) que aprovou a lei federal 13022/14, o estatuto Geral das Guardas Municipais, por isso Renan me chamou tanto a atenção.
- Posicionamento Ideológico: Suas críticas são frequentemente direcionadas tanto ao governo de Lula (a quem classifica como populista) quanto ao bolsonarismo, o que o coloca em uma posição de tentar disputar o eleitor de centro-direita e antipetista.
- Pré-candidatura Presidencial: Ele lançou seu nome como alternativa à polarização nacional, focando combate ao crime organizado, além de pautas regionais, corte de gastos, desburocratização e redução das leis trabalhistas (CLT).
Equipe Naval
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