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As Guardas Municipais contra o Covid-19 na defesa do povo

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#Avisoaosnavegantes

Há cerca de uns 40 dias atrás a Organização Mundial da Saúde (OMS), declarou estado de Pandemia de Covid-19 em todo o mundo, de lá para cá, uma enxurrada de decretos foram criados em todos os países, no Brasil não foi diferente. Logo no dia 04 de fevereiro, o governo federal decretou emergência sanitária por causa do Covid-19, que acabou desencadeando os decretos estaduais, e por fim, provocando nos municípios, milhares de decretos referentes ao controle desta Pandemia. (Covid19)

Nas cidades onde existem Guardas Municipais, os trabalhos fluíram com muito mais facilidade do que nas cidades onde ainda não foram criadas estas instituições.

No contexto geral, as Guardas Municipais tem como atribuição natural, o poder de polícia administrativa, que por falta de legislação não se estende às Polícias Militares nos seus estados. Como os municípios gozam de autonomia para legislar, outorga às Guardas Municipais este poder de fiscalização, que poucas pessoas na sociedade tem conhecimento, e na mídia geral, poucos são os jornalistas que conhecem esta legislação legal, prevista no art. 30, I, da Constituição Federal de 1988.

E foi aí exatamente neste ponto, que algumas matérias veiculadas, criticaram uma ou duas cidades, pelos trabalhos desenvolvidos pelas Guardas Municipais, alegando absurdamente inconstitucionalidade, abuso de autoridade e outras acusações sem caracterização, sem fundamentos. Mas neste artigo, nosso propósito não é entrar no mérito jurídico destas opiniões e sim mostrar à sociedade brasileira, milhares de ações e trabalhos prestados à comunidade pelas Guardas Municipais, em vários estados, no controle e combate ao Corona vírus.

O Covid19, no Brasil já contabilizou mais de 40.814 casos de infectados, além de 2.588 mortes em todos os estados. Este número poderia ser pior, se nos municípios os prefeitos não contassem com os trabalhos das Guardas Municipais junto à sociedade local. Dentre os Agentes de Segurança Pública Municipal, já contamos 5 mortes de Guardas, pois mesmo enfrentando a falta de EPIs, são os Guardas Municipais que estão no fronte direto com as pessoas, correndo vários riscos, desenvolvendo várias atividades, como por exemplo;

A Guarda Municipal de Ariquemes/RO, apoiou a Secretaria do Meio ambiente, orientando as pessoas quanto a importância do distanciamento e os cuidados com a higiene em geral, sem nenhum problema com os comerciantes;

A Guarda Municipal de Goiânia/GO, além de realizar todo o Policiamento no combate a violência, apoiou a administração local para manter as praças e órgãos públicos sem aglomerações;

A Guarda Municipal de Belo Horizonte/MG, num primeiro momento orientava as pessoas para as orientações quanto aos procedimentos de higiene e permanência da quarentena, depois do decreto de reabertura do comércio, cobra de toda sociedade o uso obrigatório das máscaras, previsto pelo decreto estadual;

A Guarda Municipal de Umuarama/PR, recebeu mais de 780 denúncias de moradores, pedindo providências contra locais com aglomerações, além de acompanhar os fiscais da prefeitura nos comércios locais, que estavam em desobediência ao decreto local;

A Guarda Municipal de Santos/SP, fez um trabalho de orientação aos usuários das praias, através de carros de som, passando mensagens referente a importância do isolamento social e evitando a aglomeração, sempre com o intuito de buscar a colaboração e a conscientização de todos para evitar a proliferação do vírus.

A Guarda Municipal de Valparaíso de Goiás/GO, foi empenhada na realização de ações que visam cuidar da população e assegurar alimentação às famílias economicamente mais afetadas neste momento de pandemia de Covid-19. A operação tem como objetivo, doações de cestas básicas ás famílias mais carentes. (Por GM Lucena).

Finalizando este artigo, “As Guardas Municipais contra o Covi-19 na defesa do povo”, o objetivo aqui é demonstrar o que realmente as Guardas Municipais tem realizado em todo o Brasil neste momento tão difícil para toda humanidade, comprovando de forma científica que esta é a verdadeira Polícia Municipal comunitária, que veio para cuidar do povo local de uma maneira especial, pois são agentes oriundos da comunidade e entende as necessidades deste povo que é tão sofrido, tanto na área social quanto na questão do controle da violência.

Por Naval

ONG SOS Segurança Dá Vida

GRUPO Correspondentes do Brasil

Referências:

Disponível em 22/04/2020 – https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/04/20/casos-de-coronavirus-e-numero-de-mortes-no-brasil-em-20-de-abril.ghtml

Disponível em 22/04/2020 – https://gcmjocemara.blogspot.com/2020/04/gcm-ariquemes-ro-faz-acoes-no-combate.html

Disponível em 22/04/2020 – https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2020/04/22/coronavirus-guarda-municipal-orienta-moradores-na-praca-da-estacao-sobre-uso-obrigatorio-de-mascaras-em-bh.ghtml

Disponível em 22/04/2020 – http://www.umuarama.pr.gov.br/noticias/guarda-municipal/guarda-atendeu-780-denuncias-de-desrespeito-aos-decretos-do-coronavirus

Disponível em 22/04/2020 – https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/02/04/brasil-decreta-emergencia-sanitaria-por-causa-do-novo-coronavirus.ghtml

Disponível em 22/04/2020 – https://www.santos.sp.gov.br/?q=noticia/carros-de-som-alertam-populacao-sobre-coronavirus-em-varios-pontos-de-santos

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Doria anuncia vacinação de policiais e professores em São Paulo

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#Avisoaosnavegantes

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que o Estado vai começar a vacinar professores e policiais contra a covid-19. A informação foi divulgada nesta 4ª feira (24.mar.2021), em entrevista no Palácio dos Bandeirantes.

A imunização dos 180.000 profissionais da segurança pública da ativa começará em 5 de abril. Serão vacinados policiais militares, policiais civis, bombeiros, agentes penitenciários e integrantes das guardas civis municipais.

A partir de 12 de abril, terá início a 1ª etapa de vacinação dos profissionais da educação, das redes estadual, municipal e privada. Serão imunizados 350.000 professores, diretores, inspetores e outros funcionários que atuam em escolas. O número equivale a 40% dos profissionais da educação básica.

Para receber a vacina, o profissional precisa ter 47 anos ou mais. No caso de funcionários da rede privada, será preciso apresentar o contracheque dos 2 últimos meses para comprovar o vínculo empregatício.

O anúncio foi divulgado antes, no perfil de Doria no Twitter.

A vacinação de idosos de 69, 70 e 71 anos foi antecipada no Estado para começar na 6ª feira (26.mar).

Foram vacinadas no Estado 5.001.306 de pessoas até o início da tarde de 4ª feira (24.mar.2021). Dessas, 1.276.901 já tomaram as duas doses da CoronaVac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. A marca de 5 milhões de imunizados foi atingida durante a entrevista concedida por Doria.

O Instituto Butantan entregou, nesta 4ª feira (24.mar), mais 2,2 milhões de doses da vacina ao Ministério da Saúde. No total, São Paulo repassou 27,8 milhões de doses do imunizante ao governo federal. Segundo o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, na próxima semana serão entregues mais 8,4 milhões de doses. “Serão 36,2 milhões de doses entregues em menos de 3 meses”, afirmou.

CRÍTICAS AO GOVERNO FEDERAL

Doria disse que está “cansado e ouvir promessas” do Ministério da Saúde sobre a chegada de vacinas. “Enquanto aumentamos o número de casos e óbitos, o ministério reduz a expectativa de vacinas. Ao novo ministro da Saúde, espero que tenha sucesso, pelo bem do Brasil, e que providencie as vacinas ao povo brasileiro”. 

O governador também criticou a criação de um comitê, pelo presidente Jair Bolsonaro, envolvendo governadores e chefes de Poderes para tratar de medidas de combate à pandemia. Disse que o Brasil quer vacinação, “não um comitê de adulação ao presidente da República”. “O comitê não nos representa, não fomos convidados. Para quem, como eu, assistiu à farsa do depoimento de Jair Bolsonaro na TV ontem, com mentiras e inverdades, não é confiável a realização de um comitê que exclui governadores que estão trabalhando para proteger vidas”, afirmou Doria.

O comitê foi criado nesta 4ª feira (24.mar), em reunião feita em Brasília que contou com a presença de 5 governadores, um de cada região do país: Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná; Renan Filho (MDB), governador de Alagoas; Cláudio Castro (PSC), governador do Rio de Janeiro; Ronaldo Caiado (DEM), governador de Goiás; e Wilson Lima (PSC), governador do Amazonas.

SITUAÇÃO DA PANDEMIA

São Paulo passa pelo momento mais crítico de internações e mortes em decorrência do coronavírus. Na 3ª feira (23.mar), foram registradas 1.021 mortes por covid-19 em 24 horas. O número é o maior já registrado em 1 só dia desde o começo da pandemia. O recorde anterior era de 679 mortes, de 16 de março. O Estado tem 2.332.043 casos confirmados de covid e 68.623 mortes pela doença.

Nesta 4ª feira (24.mar) foram registradas 281 mortes no Estado. As autoridades paulistas disseram que a queda brusca se deve a uma mudança no sistema de cadastro de informações de casos e óbitos de covid, preenchido pelos municípios. O Ministério da Saúde passou a exigir outros dados para alimentar o sistema, como número de CPF, e número do cartão SUS. Segundo o secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn, o aumento de dados solicitados “burocratizou” o processo.

“Todos esses dados retardam o aporte da informação”, disse.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI (unidade de terapia intensiva) são de 92,3% no Estado e de 91,7% na Grande São Paulo, segundo dados do governo desta 4ª feira (24.mar). O Estado tem 12.442 pacientes internados em UTI. No dia anterior eram 12.317, segundo Jean Gorinchteyn. A ocupação nos hospitais está em níveis recordes. Há 1 mês, em 22 de fevereiro, havia 6.400 pacientes internados em UTI.

O número de novas internações desta semana é menor do que o de semanas anteriores, quando cerca de 300 pessoas eram internadas por dia em São Paulo. Segundo o secretário, pode ser um efeito do maior rigor nas restrições para funcionamento de atividades econômicas e circulação de pessoas.

Desde o dia 15 de março o Estado está na “fase emergencial”, classificação mais restritiva nas medidas de contenção da pandemia. A medida vale até 30 de março.

Fonte:  https://www.poder360.com.br/coronavirus/doria-anuncia-vacinacao-de-professores-e-policiais-em-sao-paulo/

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Plenário garante porte de arma a todas as Guardas Municipais do país

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#AVISOAOSNAVEGANTES

Os ministros derrubaram vedação do Estatuto do Desarmamento que proibia o porte de armas de fogo por integrantes de guardas municipais em municípios com menos de 50 mil habitantes.

Por maioria de votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou que todos os integrantes de guardas municipais do país tenham direito ao porte de armas de fogo, independentemente do tamanho da população do município. Na sessão virtual concluída em 26/2, a Corte declarou inconstitucionais dispositivos do Estatuto de Desarmamento (Lei 10.826/2003) que proibiam ou restringiam o uso de armas de fogo de acordo com o número de habitantes das cidades.

O Tribunal julgou parcialmente procedentes as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 5948 e 5538, ajuizadas, respectivamente, pelos partidos Democratas (DEM) e Verde (PV), e improcedente a Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 38, ajuizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O colegiado tornou definitiva a medida cautelar deferida pelo relator, ministro Alexandre de Moraes, em junho de 2018, e invalidou os trechos de dispositivos que autorizavam o porte de arma de fogo apenas para os integrantes de guardas municipais das capitais dos estados e dos municípios com mais de 500 mil habitantes e para os guardas municipais dos municípios com mais de 50 mil e menos de 500 mil habitantes, quando em serviço.

Sistema de Segurança Pública

Em seu voto, o ministro Alexandre de Moraes verificou que os dispositivos questionados estabelecem uma distinção de tratamento que não se mostra razoável, desrespeitando os princípios da igualdade e da eficiência. Segundo o relator, atualmente, não há dúvida judicial ou legislativa da presença efetiva das guardas municipais no sistema de segurança pública do país. Nesse sentido, ele lembrou a decisão do STF no Recurso Extraordinário (RE) 846854, com repercussão geral, em que o Plenário reconheceu que as guardas municipais, existentes em 1.081 dos 5.570 municípios brasileiros, executam atividade de segurança pública essencial ao atendimento de necessidades inadiáveis da comunidade. E, no plano legislativo, citou a edição da Lei 13.675/2018, que coloca as guardas municipais como integrantes operacionais do Sistema Único de Segurança Pública.

Incidência de infrações

Ainda conforme o ministro Alexandre, caso se admita restringir o porte de arma a integrantes do sistema geral de segurança pública, a medida deveria guardar relação com o número de ocorrências policiais ou algum outro índice relevante para aferição da criminalidade. Esse entendimento, a seu ver, é afirmado pela própria Lei 13.675/2018, ao estabelecer que as atividades de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública serão aferidas, entre outros fatores, pela maior ou menor incidência de infrações penais e administrativas em determinada área.

Ele apontou, ainda, que o aumento do número de mortes violentas, nos últimos anos, tem sido consistentemente maior nos municípios em que a lei restringiu ou proibiu o porte de arma por integrantes da guarda municipal. Portanto, “o tratamento exigível, adequado e não excessivo” consiste em conceder idêntica possibilidade a todos os integrantes das guardas civis, em razão da sua efetiva participação na segurança pública e da similitude nos índices de mortes violentas nos diversos municípios, independentemente de sua população

Ficaram vencidos os vencidos os ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin e a ministra Cármen Lúcia, que se pronunciaram pela constitucionalidade das regras. Segundo Barroso, primeiro a abrir a divergência, não há, no caso, violação a direito fundamental nem a qualquer interesse contramajoritário ou excepcional que justifique a atuação do STF.

 

Fonte: http://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=461415&ori=1

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Porte Nacional para as Guardas Municipais

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