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Comandante da GCM participa de seminário como palestrante em Itajubá-MG – #AVISOAOSNAVEGANTES
Aqui agradecemos o esforço dos companheiros da Guarda Municipal de Itapecerica da Serra/SP pela participação neste evento de grande envergadura nacional que está transformando o sistema de segurança pública no Brasil.
Parabéns a todos, em especial aos prefeitos de Itapecerica da Serra/SP, Sr. Erlon Chaves e de Itajubá/MG, Sr. Rodrigo Riera pelo apoio ao evento e a possibilidade da melhoria na segurança pública através das Guardas Municipais.
Por Naval

Neste sábado o Comandante Neves juntamente com os GCMs Wiliam e Douglas, participou como palestrante no II Encontro das Guardas Municipais do estado de Minas Gerais em Itajubá.
O evento foi realizado pela Ong SOS Vidas em parceria com a Sindiguradas de Minas Gerais e contou com a participação de sete estados representados por Guardas de quinze municípios, entres eles o anfitrião Itajubá-MG, Belo Horizonte-MG, Campinas-SP, São Paulo-SP, Campos do Jordão-SP, Araçatuba-SP, Licínio de Almeida-BA, Santa Rita do Sapucaí-MG, Serrania-MG, Pouso Alegre-MG, entre outras.
Além de palestras, as guardas municipais marcharam pelas ruas da cidade e recebeu o apoio da população local.
Um dos pontos importantes discutidos no encontro foi sobre o importante papel da GCM no combate a criminalidade e o emprego das técnicas operacionais.
Agradecimento especial ao Sr Prefeito Erlon Chaves, Sr Wagner Prestes Secretário de Segurança de Itapecerica da Serra e o Sr Rodrigo Rieira Prefeito de Itajubá-MG.
Fonte: http://gcmitapecerica.com/?p=503
Titulo, Comentário nosso.
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PEC 18 APROVADA NA CCJ, E AGORA?
#AvisoaosNavegantes
Eu já sabia, quando solicitei para se afastarem de Brasília, permaneceram. Agora eu sei!
#Naval
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação da PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) em 14 de outubro de 2026, e o texto seguiu para o Plenário do Senado, ainda não estando aprovada em definitivo.
Situação atual e próximos passos
- Onde está: A matéria foi aprovada na CCJ e agora aguarda votação no Plenário do Senado Federal.
- Votação necessária: Por alterar a Constituição, precisa ser aprovada em dois turnos no Plenário, com o voto favorável de pelo menos 49 dos 81 senadores em cada uma das etapas. [1]
- Principais pontos do texto:
- Insere o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição Federal.
- Estabelece regime penal mais rígido para líderes e integrantes de facções criminosas, milícias e grupos paramilitares (como cumprimento de pena em presídio de segurança máxima e restrições a benefícios).
- Permite a expropriação de bens ligados a atividades criminosas sem indenização.
- Autoriza a criação de polícias municipais (guardas municipais com atuação ostensiva) e amplia a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para ferrovias e hidrovias.
- Define novas regras de financiamento para o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).
- #Equipenaval
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REPRESENTANTES DAS GMs NÃO CONSEGUEM AMENIZAR PREJUÍZOS NA PEC 18
#AvisoaosNavegantes
Há alguns anos deixei por conta destes pseudos líderes que estão afundando a Nação Azul Marinho, (criticavam as Marchas Azul Marinho e o Naval). Um dia destes um coronel me ligou dizendo assim: Naval ainda bem que você se aposentou, lidar com este pessoal é muito fácil, acreditam em tudo, já com você a luta era difícil!
#Naval
A PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) divide opiniões e gera forte preocupação entre representantes das Guardas Municipais, que apontam pontos críticos no texto em tramitação no Congresso.
Em outubro de 2026, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação do relatório e a matéria seguiu para o Plenário.
Principais pontos de debate e críticas da categoria
- Criação de novo modelo em vez de reconhecimento automático: O texto prevê a criação de polícias municipais, mas entidades de classe (como a Fenaguardas e Sindguardas) argumentam que a proposta não reconhece de forma automática as atuais guardas como órgãos policiais, gerando um hiato jurídico entre a nomeação e a efetivação.
- Exigências e limites populacionais: Críticos apontam que o texto impõe condicionantes (como limite mínimo de 100 mil habitantes para determinadas estruturas e regras de acreditação) que deixam de fora grande parte dos municípios.
- Risco de extinção: Há receio de que corporações que não conseguirem se adaptar às novas exigências dentro de prazos estabelecidos (como regras baseadas na Lei 13.022/2014) enfrentem processos de extinção ou desestruturação.
- Autonomia municipal e subordinação: Entidades sindicais e comunitárias criticam possíveis interferências na autonomia das prefeituras e regras de subordinação ou padronização estadual/federal sobre as forças locais.
Argumentos favoráveis e justificativas
- Integração e fortalecimento: Defensores da proposta e o relator argumentam que a PEC busca estruturar o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição, integrando as forças e dando amparo jurídico para o policiamento ostensivo e comunitário realizado pelas guardas.
- Valorização profissional: O texto visa padronizar competências e oferecer maior clareza de atuação no combate à criminalidade urbana, saindo do modelo restrito apenas à guarda patrimonial.
- #EquipeNaval – I.A
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