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Guarda Civil Metropolitana terá Inspetoria de Defesa da Mulher

O prefeito de São Paulo anunciou nesta sexta-feira (8) a criação da Inspetoria de Defesa da Mulher e Ações Sociais (IDMAS) da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo (GCM). O ato também foi marcado pela nomeação da inspetora Superintendente Elza Paulina de Souza como a primeira mulher comandante geral da instituição, que conta com mais de 6 mil integrantes.

“Tenho certeza que com o oferecimento desses serviços cada vez mais mulheres poderão se sentir mais seguras, dentro de uma rede de proteção”, disse o secretário municipal de Segurança Urbana, José Roberto.

A criação da IDMAS é uma inovação nas políticas públicas de segurança urbana e sinal de reconhecimento da relevância que a pauta da promoção e proteção aos direitos das mulheres tem na atual gestão.

A Inspetoria será formada por equipes de profissionais com formação específica, dedicadas à execução dos programas integrados de proteção às mulheres em situação de vulnerabilidade, já realizados pela GCM, como o Guardiã Maria da Penha e o Tempo de Despertar, entre outros, que previnem ou reduzem as ocorrências de violência contra a mulher na cidade de São Paulo.

Dentre as funções que serão desempenhadas pela Inspetoria de Defesa da Mulher e Ações Sociais está a de apoiar as Delegacias de Defesa da Mulher da polícia Civil, a fim de auxiliar na garantia de atendimento qualificado e acolhimento humanizado. Desta forma, a GCMpotencializará ainda mais o desempenho das atividades do Programa Guardiã Maria da Penhade forma integrada com a Polícia Civil do Estado, para mais segurança e proteção à mulher.

Mulheres na GCM
As mulheres sempre se destacaram na GCM, desempenhando serviços de segurança urbana do dia a dia e assumindo cargos de Comandantes de Unidades Operacionais e Superintendências, porém é a primeira vez, nestes 33 anos de existência, que uma mulher é nomeada Comandante Geral.

Comandante Geral
A nova Comandante Geral, a Inspetora Superintendente Elza Paulina de Souza, 52, era ocupante do último posto da carreira efetiva de Guarda. Ingressou na Instituição em 21/05/1986, como GCMF 3ª classe, fazendo parte da 1ª turma do Corpo Feminino da GCM. Passou por todos os cargos da carreira, foi Classe especial, Classe Distinta, Inspetora, Inspetora de Divisão, e Inspetora de Agrupamento. É Bacharel em Fisioterapia e Filosofia, sendo especialista em reabilitação com Pós-Graduação em Medicina Tradicional Chinesa, especialista em RPG e Instrutora de Pilates.

“A inspetora Elza foi escolhida por seu merecimento, por sua história. Ficamos muito felizes por nomear a primeira mulher a comandar a Guarda Civil Metropolitana. Eu tenho certeza que ela irá desempenhar este novo desafio com toda a dureza e braveza que o cargo exige, mas também com um olhar humano que o poder público precisa ter com as pessoas”, afirmou o prefeito

Responsável pela operacionalização de diversos programas que envolvem a gestão integrada com outros órgãos ligados à segurança, a Inspetora Superintendente Elza estava fazendo a gestão operacional do Programa Guardiã Maria da Penha, atividade que vem se destacando com diversas ações voltadas à proteção de mulheres em situação de violência, por meio da atuação preventiva e comunitária da Guarda Civil Metropolitana, além de ter ainda sob sua direção o Programa de Mediação de Conflitos, que busca instituir uma cultura de paz na cidade.

“É uma honra, uma alegria e uma realização, pessoal e profissional. Sempre foi meu sonho trabalhar com isso e por isso vou exercer está nova função com compromisso, responsabilidade, ética e também com muito amor por aquilo que eu faço”, disse a inspetora Elza.

Fonte: Secretaria Especial de Comunicação

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PEC 18 APROVADA NA CCJ, E AGORA?

#AvisoaosNavegantes

Eu já sabia, quando solicitei para se afastarem de Brasília, permaneceram. Agora eu sei!

#Naval

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação da PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) em 14 de outubro de 2026, e o texto seguiu para o Plenário do Senado, ainda não estando aprovada em definitivo.

Situação atual e próximos passos

  • Onde está: A matéria foi aprovada na CCJ e agora aguarda votação no Plenário do Senado Federal.
  • Votação necessária: Por alterar a Constituição, precisa ser aprovada em dois turnos no Plenário, com o voto favorável de pelo menos 49 dos 81 senadores em cada uma das etapas. [1]
  • Principais pontos do texto:
    • Insere o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição Federal.
    • Estabelece regime penal mais rígido para líderes e integrantes de facções criminosas, milícias e grupos paramilitares (como cumprimento de pena em presídio de segurança máxima e restrições a benefícios).
    • Permite a expropriação de bens ligados a atividades criminosas sem indenização.
    • Autoriza a criação de polícias municipais (guardas municipais com atuação ostensiva) e amplia a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para ferrovias e hidrovias.
    • Define novas regras de financiamento para o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).
    • #Equipenaval
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REPRESENTANTES DAS GMs NÃO CONSEGUEM AMENIZAR PREJUÍZOS NA PEC 18

#AvisoaosNavegantes

Há alguns anos deixei por conta destes pseudos líderes que estão afundando a Nação Azul Marinho, (criticavam as Marchas Azul Marinho e o Naval). Um dia destes um coronel me ligou dizendo assim: Naval ainda bem que você se aposentou, lidar com este pessoal é muito fácil, acreditam em tudo, já com você a luta era difícil!

#Naval

A PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) divide opiniões e gera forte preocupação entre representantes das Guardas Municipais, que apontam pontos críticos no texto em tramitação no Congresso.

Em outubro de 2026, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação do relatório e a matéria seguiu para o Plenário.

Principais pontos de debate e críticas da categoria

  • Criação de novo modelo em vez de reconhecimento automático: O texto prevê a criação de polícias municipais, mas entidades de classe (como a Fenaguardas e Sindguardas) argumentam que a proposta não reconhece de forma automática as atuais guardas como órgãos policiais, gerando um hiato jurídico entre a nomeação e a efetivação.
  • Exigências e limites populacionais: Críticos apontam que o texto impõe condicionantes (como limite mínimo de 100 mil habitantes para determinadas estruturas e regras de acreditação) que deixam de fora grande parte dos municípios.
  • Risco de extinção: Há receio de que corporações que não conseguirem se adaptar às novas exigências dentro de prazos estabelecidos (como regras baseadas na Lei 13.022/2014) enfrentem processos de extinção ou desestruturação.
  • Autonomia municipal e subordinação: Entidades sindicais e comunitárias criticam possíveis interferências na autonomia das prefeituras e regras de subordinação ou padronização estadual/federal sobre as forças locais.

Argumentos favoráveis e justificativas

  • Integração e fortalecimento: Defensores da proposta e o relator argumentam que a PEC busca estruturar o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição, integrando as forças e dando amparo jurídico para o policiamento ostensivo e comunitário realizado pelas guardas.
  • Valorização profissional: O texto visa padronizar competências e oferecer maior clareza de atuação no combate à criminalidade urbana, saindo do modelo restrito apenas à guarda patrimonial.
  • #EquipeNaval – I.A

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